Inflação e juros
De acordo com o economista chefe do Secovi, Celso Petrucci, o crescimento esperado reflete a melhora do cenário econômico brasileiro, com inflação menor e redução dos juros, principalmente. Fatores que também colaboram são: o desemprego em patamar baixo e as perspectivas positivas, quanto ao crescimento da massa salarial e a criação de empregos formais.
De acordo com o economista chefe do Secovi, Celso Petrucci, o crescimento esperado reflete a melhora do cenário econômico brasileiro, com inflação menor e redução dos juros, principalmente. Fatores que também colaboram são: o desemprego em patamar baixo e as perspectivas positivas, quanto ao crescimento da massa salarial e a criação de empregos formais.
Falando dos lançamentos, a entidade espera por uma redução de 5%, passando dos R$ 18,2 bilhões observados no ano passado, para R$ 17,3 bilhões este ano. Petrucci ainda destaca que o aumento nas vendas e a redução nos lançamentos é uma trajetória natural, já que o mercado tende ao equilíbrio. “O mercado tem a tendência de aproximar o número de lançamento e de vendas; isso que dá o equilíbrio do setor”, diz o economista.
Unidades
Em relação às unidades, o Secovi-SP espera que sejam comercializadas cerca de 31,1 mil unidades, frente as 28,3 mil comercializadas no ano passado. Ainda, serão 36,2 mil unidades lançadas, frente as 38,1 mil lançadas no ano passado.
Em relação às unidades, o Secovi-SP espera que sejam comercializadas cerca de 31,1 mil unidades, frente as 28,3 mil comercializadas no ano passado. Ainda, serão 36,2 mil unidades lançadas, frente as 38,1 mil lançadas no ano passado.
Só no primeiro trimestre deste ano, foram lançadas 6,3 mil unidades em toda a região metropolitana de São Paulo. Do total, 57% corresponde a cidade de São Paulo. No primeiro trimestre do ano passado, foram 10,3 mil unidades lançadas, sendo que 50% foram lançadas na cidade de São Paulo.(infomoney)
