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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Diversidade paulistana é o mote da candidatura de São Paulo à Expo 2020


Diversidade paulistana é o mote da candidatura de São Paulo à Expo 2020

A Prefeitura de São Paulo formalizou na última semana a sua candidatura para sediar a Expo 2020, evento composto basicamente por fóruns de discussões e intercâmbios culturais com assuntos de relevância mundial e com duração de seis meses. Esse evento sem dúvida mobilizará o mercado imobiliário e os corretores de imóveis, que precisarão estar preparados para atender a demanda de público que ocupará a cidade durante a realização do evento.

A candidatura da maior metrópole do País é fundamentada basicamente na diversidade apresentada por São Paulo, que possui imigrantes de diversos países que se estabeleceram por aqui devido a receptividade e respeito que a capital tem por todas as etnias. 

O secretário de Relações Internacionais da Prefeitura de São Paulo Alfredo Cotait Neto reforçou no último dia 24 que o objetivo de promover a Expo 2020 por aqui é o de privilegiar os cidadãos paulistanos. “A Expo é um evento para as pessoas e precisa contar com a presença da população”, disse Cotait.  
 

O secretário de Relações Internacionais da Prefeitura de São Paulo Alfredo Cotait Neto é o responsável pela promoção do evento. Crédito: Secom


Também presente no evento, o espanhol Vicente Loscertales, secretário-geral do Comitê Internacional de Exposições (Bureau International des Expositions, BIE), órgão que regulamenta as Expos, reforçou que a cidade precisa de uma proposta inovadora. “É preciso criar um projeto atrativo para a comunidade internacional. Ele precisa ser voltado para o desenvolvimento de São Paulo e para o desenvolvimento regional, com impacto em todo o País”, reforçou Loscertales. 


Secretário-geral do BIE, Vicente Loscertales, está em São Paulo para acompanhar o projeto de candidatura da capital para a Expo 2020. Crédito: Luiz Guadagnoli/Secom


A concorrência para sediar a Expo 2020 envolve Ayutthaya (Tailândia), Dubai (Emirados Árabes Unidos), Esmirna (Turquia) e Iekaterinburgo (Rússia). A eleição da sede acontece em novembro de 2013, em Paris (França).


O prefeito de São Paulo Gilberto Kassab falou a respeito das oportunidades que serão criadas, caso a cidade seja escolhida. “Se conseguirmos efetivar nossa candidatura nesta década, São Paulo terá coroado com êxito o processo de trazer luz à nação que se coloca entre as maiores do planeta. É um legado.” 

Para o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab a escolha da capital para sediar a Expo 2020 será um legado para a cidade. Crédito: Secom


O secretário municipal do Desenvolvimento Econômico e Trabalho da cidade de São Paulo Marcos Cintra, também é corretor de imóveis e comenta a importância da Expo para os países onde ela é realizada. “É um impacto enorme do ponto de vista do crescimento urbano porque teremos que fazer grandes obras. O papel do corretor de imóveis é muito importante nesse contexto, e vai contribuir com o crescimento do País.” 


O também corretor de imóveis e secretário municipal do Desenvolvimento Econômico e Trabalho da cidade de São Paulo, Marcos Cintra, relembra que o desenvolvimento imobiliário conta com a categoria para avançar ainda mais. Crédito:Secom


Já o secretário municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão Rubens Chammas reforça o papel chave dos corretores no desenvolvimento da cidade para receber a exposição. “A Expo 2020 será sediada em uma área contígua da cidade, próxima à CPTM, à futura estação do Metrô e de duas rodovias e do Rodoanel. O papel do mercado imobiliário será o de mostrar a expansão da zona noroeste aos compradores, já que o futuro centro de convenções será em Pirituba. Os corretores são peças fundamentais nesse avanço. Com o empenho deles, essa região vai se tornar uma esquina de ouro da cidade.”

De acordo com o secretário municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão Rubens Chammas, o corretor será essencial no avanço imobiliário da cidade. Crédito:Secom


O presidente do Sindicato Alexandre Tirelli participou da solenidade e endossa as declarações das autoridades presentes no evento, ressaltando ainda mais o papel dos corretores na valorização da candidatura da cidade para sediar a Expo 2020. “É um investimento grandioso de tempo e energia, porém, será extremamente recompensador pelo o que trará de patrimônio social e imobiliário para a cidade. Com o evento, a população vai ter a oportunidade de aprender outros idiomas para receber os visitantes. Os corretores devem com certeza estar presentes no planejamento desses eventos, participando, discutindo e levando sua visão a respeito das necessidades e viabilidades para empreendimentos dessa natureza”, finaliza Tirelli.


O presidente do Sindicato Alexandre Tirelli reforça que a cidade poderá contar com o apoio da categoria, que vai trabalhar em busca do melhor para a capítal paulista. Crédito: Sciesp

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Jovens aprendem sobre o mercado imobiliário com o Sciesp na 15ª Feira do Estudante Expo Ciee 2012


Jovens aprendem sobre o mercado imobiliário com o Sciesp na 15ª Feira do Estudante Expo Ciee 2012

O presidente do Sindicato ganhou a atenção dos estudantes abordando os desafios da profissão de corretor de imóveis


O Sindicato dos Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo (Sciesp) e a Escola Brasileira de Ensino a Distância (Ebrae) participaram da 15ª Feira do Estudante Expo Ciee 2012, promovida pelo Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee), entre os dias 18 e 20 de maio, no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, em São Paulo. 

 O presidente do Sindicato Alexandre Tirelli ministrou aos estudantes a palestra “Corretor de Imóveis: A Profissão do Momento” no último sábado, 19

O presidente da instituição Alexandre Tirelli ministrou a palestra “Corretor de Imóveis: A Profissão do Momento” e falou de forma bem-humorada aos estudantes a respeito da profissão de corretor de imóveis, o início da carreira e a importância desse profissional para a sociedade. “Estamos na feira há cinco anos e a nossa parceria com o Ciee tem se tornado cada dia mais produtiva, além de atrair muitos jovens para a carreira de corretor”, afirmou Alexandre Tirelli.

Dr. Tirelli interage com os jovens presentes na palestra concedida durante a 15ª Feira do Estudante Expo Ciee 2012


 O estudante de Direito Lucas Roberto de Mello Faria (ao centro, de óculos), foi o ganhador da bolsa de estudos da escola técnica Ebrae para o curso de Técnico em Transações Imobiliárias sorteada durante a 15ª Feira do Estudante Expo Ciee 2012



Além disso, a Ebrae presenteou por meio de sorteio o estudante de Direito Lucas Roberto de Mello Faria com uma bolsa de estudos integral para o curso Técnico em Transações Imobiliárias (TTI), que habilita e capacita o aluno a exercer a profissão de corretor de imóveis. “Eu já me interesso por esse ramo como futuro advogado e o curso veio em boa hora”, disse o futuro aluno da Ebrae.


Estudantes do ensino médio e universitário acompanharam a palestra do presidente do Sciesp Alexandre Tirelli na 15ª Feira do Estudante Expo Ciee 2012

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Presidente do Sciesp participa da 15ª Feira do Estudante Expo Ciee 2012


Presidente do Sciesp participa da 15ª Feira do Estudante Expo Ciee 2012
Os desafios da profissão de corretor de imóveis é tema de palestra no evento

O Sindicato dos Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo (Sciesp) e a Escola Brasileira de Ensino a Distância (Ebrae) marcam presença na 15ª Feira do Estudante Expo Ciee 2012, promovida pelo Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee), que acontece dias 18, 19 e 20 de maio no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, com entrada gratuita. 

A fim de consolidar seu know how no segmento de educação a distância, o Sindicato, por meio da Ebrae, disponibiliza aos estudantes um estande localizado no número 42 da feira, a fim de orientar os presentes a respeito do curso Técnico em Transações Imobiliárias (TTI), que capacita e habilita os interessados em atuar em vendas no mercado imobiliário. 

E neste sábado, 19, o presidente do Sciesp Alexandre Tirelli estará no hall de palestrantes da Expo Ciee 2012, trazendo a discussão sobre a carreira da categoria, sob o tema “Corretor de Imóveis: A Profissão do Momento”.  A palestra será realizada no Auditório 3, a partir das 17h. 
Saiba mais a respeito da 15ª Feira do Estudante Expo Ciee 2012 em http://www.ciee.org.br/.


Serviço:
Presidente do Sciesp participa da 15ª Feira do Estudante Expo Ciee 2012
Local:
Pavilhão da Bienal do Ibirapuera
Data: 18 à 20 de maio de 2012
Horário: sexta-feira e sábado, das 10h às 20h – domingo, das 10h às 18h
Entrada: Gratuita

sábado, 12 de maio de 2012

Cidades verdes



Nos últimos tempos, temos ouvido falar muito em “cidades verdes” como sinônimo de cidades sustentáveis, mas o conceito de desenvolvimento sustentável traz em si características, não apenas de respeito ao meio ambiente como também formas de atuação economicamente viável e socialmente justa.

No aspecto ecológico, devemos fazer um uso mais racional de nossos recursos naturais, como o consumo de energias renováveis, a redução de poluentes e de resíduos, além, é claro, da proteção ambiental. No viés econômico, temos que adotar uma gestão mais eficiente de nossos recursos financeiros, sejam eles públicos ou privados. Precisamos de um fluxo contínuo de investimentos públicos e privados para prover as plataformas de sustentabilidade e promover melhor distribuição de renda. E no social, incentivar a construção de uma sociedade mais justa, mais equilibrada, com melhor qualidade de vida, mais saúde e com a criação de oportunidades de educação e emprego.
Dentro dessas premissas, nosso grande desafio é promover o desenvolvimento sustentável, ou seja, crescer de forma ordenada, planejada, levando em conta o futuro desta e das gerações que virão. E, acreditem, o problema não está lá fora, no vizinho. Faz parte de nossa vida e está dentro de nossas casas, assim, como as soluções.
O estilo de vida que levamos atualmente tem a ver com geração de riquezas, de conhecimento, de longevidade, mas também com o alto acúmulo de lixo e de poluentes, com a alta taxa de impermeabilização do solo, com a degradação de córregos e rios, com a falta de segurança e com a difícil mobilidade urbana.
O crescimento desordenado de nossas cidades trouxe, ao invés de sustentabilidade, enchentes, desmatamento, ocupação de habitações em áreas de risco, desemprego e escassas oportunidades de trabalho próximo de casa, entre outras coisas. Os governos, sem a cooperação efetiva da sociedade, não conseguem conter esta realidade. É preciso o apoio de ONGs, Movimentos, Associações e, principalmente, da sociedade civil e das parcerias público-privadas.
Então não há saída à vista: ou mudamos nosso comportamento individual em relação à manutenção do planeta e reeducamos nossas atitudes com mais responsabilidade no consumo e na degradação ambiental ou arcamos com a culpa pela perda de qualidade de vida e, futuramente, pela escassez de recursos naturais, como água, energia e ar, elementos básicos para nossa sobrevivência.
Recentemente, a Rede Nossa São Paulo lançou o “Programa Cidades Sustentáveis”, cujo objetivo é sensibilizar, mobilizar e oferecer ferramentas para que possamos nos desenvolver de maneira econômica, social e ambientalmente sustentável. O programa oferece instrumentos e indicadores de sustentabilidade, propõe campanhas de mobilização para o voto mais consciente, e uma plataforma de intenções, para adesão dos candidatos aos cargos eletivos, que se comprometerem no engajamento do desenvolvimento sustentável. Essa grande pressão social visa os candidatos das eleições de 2012. Com isso, a expectativa é criar sociedades inclusivas, prósperas, criativas, educadoras, saudáveis e democráticas, que proporcionem uma boa qualidade de vida e que permitam a participação dos cidadãos em todos os aspectos relativos às atividades públicas.
O modelo foi pensado a partir de experiências europeias, mas no Brasil já temos casos de cidades que estão alinhadas com projetos sustentáveis. Curitiba, no Paraná, por exemplo, é considerada uma das 10 cidades mais sustentáveis de todo mundo. Diadema, na grande São Paulo, que há dez anos era um local com altíssimos índices de violência, adotou, em 2001, um Plano Municipal de Segurança, para reduzir os indicadores de criminalidade, especialmente homicídios, por meio de políticas de inclusão social, baseadas na prevenção, na melhoria da qualidade de vida e na promoção da cultura da paz junto à população. Os resultados já começam a aparecer: hoje a cidade reduziu em 60% na taxa de homicídios, em 55% a violência doméstica e de gênero, diminuiu em 80% os tratamentos sanitários de emergência e em 30% os acidentes de trânsito. Cubatão, na Baixada Santista, ficou conhecida, no passado, como a cidade mais poluídas do Brasil por sua vocação industrial. Pois bem, esse município transformou-se em exemplo no combate aos poluentes. Em 1992, recebeu da ONU o título de “Cidade-símbolo da Recuperação Ambiental”.
São casos isolados, mas são iniciativas louváveis, que devem ser seguidas. Em São Paulo, megalópoles que todos conhecemos, já existem bairros planejados, que prezam pela sustentabilidade local. Esses bairros – e o Parque dos Príncipes é um deles – foram concebidos para facilitar a inter-relação entre os moradores, a amizade, as atividades de lazer e cultura, a qualidade de vida, o bem-estar social, a manutenção das áreas verdes e o incentivo a coleta seletiva, a segurança dos habitantes e, no sentido, de unir esforços nas reivindicações junto aos poderes públicos.
Isoladamente é mais difícil acompanhar o cumprimento das promessas dos governantes, mas as associações de bairro e de moradores podem promover ações comunitárias com mais facilidade e estabelecer modelos e políticas locais que satisfaçam as necessidades de cada logradouro.
O equilíbrio, entre o desejo da sociedade humana e as medidas de preservação da natureza, passa por um ecossistema que está, a cada dia, mais urbano. Somente pensando localmente se evitará o aumento da expansão urbana sem planejamento. A ideia de bairros planejados, auto-suficientes, pode contribuir e muito para a formação de cidades sustentáveis.
Parafraseando o grande arquiteto Oscar Niemeyer, “Não basta fazer uma cidade moderna; é preciso mudar a sociedade”. As cidades são constituídas por seus habitantes. Somente terão condições de mudar para melhor quando os hábitos e o modo de pensar das pessoas evoluírem, quando mudarem individualmente. Todas as cidades podem tornar-se sustentáveis, respeitando os direitos básicos de cada cidadão, desde que consigam a adesão de seus governantes e de sua população.
Alcançar o desenvolvimento e encontrar um modo de vida sustentável exige mudança de comportamento, acolhimento do outro e do ambiente em que se vive. Com esforço, educação e motivação, naturalmente e sem perceber, chegaremos ao patamar desejado de um mundo ideal, de respeito mútuo e de sustentabilidade.
* Reinaldo Franco é morador do Residencial Parque dos Príncipes (Butantã, São Paulo) e ocupa o cargo de presidente da Associação dos Proprietários do Residencial Parque dos Príncipes (APRPP)

Fonte: portalvgv 27/02/2012, por Reinaldo Franco

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

As melhores opções para investir em imóveis

Escolher a melhor forma de aplicar o dinheiro é uma dúvida de muitas pessoas. Hoje, são inúmeras as possibilidades de investimentos que propiciam retornos lucrativos, em curto e em longo prazo. O mercado imobiliário, como sempre, é uma alternativa que salta aos olhos dos mais diversos tipos de investidores que buscam obter uma renda estável com a venda ou aluguel do imóvel. De maneira geral, investir em apartamentos, salas comerciais e lotes, na maioria dos casos, é sempre um bom negócio, principalmente com o aquecimento da economia que impulsiona cada vez mais o setor.

“Um imóvel bem comprado pode trazer para o seu investidor excelentes resultados. Além da valorização patrimonial do bem, ainda tem a possibilidade de retorno com a locação”, explica José De Fillipo, diretor da D-Fillipo Netimóveis.

Mas por qual tipo de imóvel optar quando se deseja investir?

Segundo Marco Tulio Silva, diretor de vendas da Gran Viver, avaliar qual é o melhor investimento depende do momento de vida e dos objetivos de cada investidor. Cada tipo de imóvel apresenta seus pontos fortes, fracos e também os seus riscos, como todo negócio. “É impossível prever qual é o melhor ou pior investimento, depende de uma série de fatores. No geral, o bom imóvel é aquele que tem uma documentação regular, uma boa localização e uma empresa séria e de credibilidade no mercado, que garanta a sua entrega”, destaca Silva.

Confira as vantagens e desvantagens de cada tipo:

Imóvel na planta

Uma das maiores oportunidades está na aquisição de imóveis na planta, que geram maiores lucros em relação aos imóveis já construídos. “Esse é, sem dúvida, o melhor investimento. Quando o apartamento fica pronto, o lucro que seria do construtor passa a ser do investidor. Muitos jovens, inclusive, optam por alugar o imóvel assim que ele é entregue. Dessa forma, podem pagar uma parte das prestações do financiamento com o valor recebido do aluguel”, diz De Fillipo.

Os imóveis prontos também oferecem diversas possibilidades de investimentos. A pessoa pode optar entre residenciais e comerciais, que podem ser vendidos após a valorização patrimonial, ou alugados, garantindo uma renda mensal extra ao investidor. “Apartamentos menores, de um ou dois quartos, são os mais procurados, assim como salas e lojas, que proporcionam boa rentabilidade quando são locados”, explica o diretor. No momento de escolher o imóvel para comprar, o fundamental é estar atento a quatro fatores: o ponto, a planta, o padrão de acabamento e o preço. “A aliança desses quatro fundamentos garantirá a realização de um ótimo negócio imobiliário”, explica José De Fillipo.

Terreno

Outra alternativa é o investimento em lotes. De acordo com Silva, esse imóvel pode garantir uma série de vantagens para quem deseja investir. “O lote não tem grandes custos de manutenção, é simples e barato de manter. O tempo é seu grande aliado, diferente de outros bens, como carros, que desvalorizam com o passar dos anos. Além disso, um lote não sofre com crises econômicas, aquecimento global ou mudanças de governo". Segundo ele, os lotes sempre se valorizam mais que os fundos de renda fixa e caderneta de poupança, o que faz deles ótimos investimentos.

Para quem adquire um terreno, são inúmeras as opções que geram bons retornos. “O investidor pode aguardar a valorização do lote e vendê-lo a preços bem maiores. No caso de lotes fora dos condomínios, pode construir um imóvel residencial e alugar os apartamentos, ou um galpão para empreender um novo negócio, obtendo uma renda complementar na aposentadoria”, explica Silva. De qualquer forma, escolher um bom lote para comprar é muito importante, seja qual for a opção de investimento. “A pessoa deve analisar o crescimento da vizinhança, o comércio, transporte público, o acesso para a região, a qualidade das construções do entorno, dentre outros. Esses fatores que irão determinar sua valorização”, ressalta ele.

Fonte: Exame.com.br

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Notícia: No lugar do feeling entra o conhecimento

Fonte: Tribuna da Bahia

As mudanças experimentadas pelo mercado imobiliário, com a abertura do crédito para os consumidores em grande escala, trouxeram modificações importantes para o planejamento e desenvolvimento de novos empreendimentos imobiliários. Um público consumidor mais exigente, diante de uma oferta volumosa, criação de vetores de expansão da cidade e de novos bairros planejados demandam um conhecimento do mercado mais apurado.

Ou seja, materiais e técnicas construtivas avançadas, comportamento do consumidor em face de sua capacidade financeira e velocidade suficiente para não ser ultrapassado pelo concorrente.

Embora faltem estudos sobre a taxa de sucesso ou de insucesso de empreendimentos imobiliários, nos deparamos às vezes com concepções de empreendimentos cuja ideia, embora defendida com vigor e entusiasmo, não responde o que apontam as pesquisas de mercado. Às vezes a ideia pode até ser boa, mas o mercado não responde à altura, ou seja, houve uma superestimação do produto, ou talvez a localização do terreno não corresponda à expectativa estimada para a comercialização do empreendimento.

É indispensável o conhecimento técnico, através de pesquisa, do comportamento do público-alvo, para quem se destina o empreendimento, bem como da área onde ele será erguido. Expectativa quanto ao desejo de ter uma moradia com determinados atributos pode não combinar com a renda do consumidor e nem com o preço do terreno, dado que a região pode ser carente de áreas com viabilidade de negócio.

Esse é um ponto importante no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários. O tão decantado feeling do passado, decididamente, desapareceu. É fundamental que haja, na hora da tomada de decisão da incorporação imobiliária, as premissas básicas que norteiam o casamento entre terreno e produto, do contrário o esforço de consecução do negócio pode ficar seriamente abalado.

Não há mais espaço para o comprador se adequar ao produto. No passado, quando a demanda era fraca, bem como a oferta, bastava apontar para determinado lugar e erguer o empreendimento. Sem concorrência, devido às dificuldade de se empreender, o consumidor praticamente ficava refém das poucas oportunidades que lhe eram oferecidas pelos incorporadores imobiliários.

Hoje o terreno demanda um produto compatível com aquilo que o mercado espera, não é possível colocar um produto excelente ou um produto de baixo nível num determinado terreno. Há de se ter um empreendimento com arquitetura arrojada num terreno que dê resposta condizente com a equação financeira do negócio e com a expectativa e renda do público-alvo.

Ou seja, há de se buscar na fase de desenvolvimento do planejamento do produto responder a perguntas capitais, tais como: onde vou colocar o meu produto, para que público-alvo e a que preço? Porém, a obtenção dessas respostas deixou de ser um mero exercício de ideias e sim de conhecimento e pesquisa de mercado, por profissionais qualificados.

Migração de renda dos consumidores, novas expectativas de vida, novos hábitos adquiridos, mobilidade social no seio das diversas categorias de profissionais, que formam o público a ser atingido, equação econômico-financeira do produto, envolvendo o terreno, e estratégia de marketing, formam o pool a ser estudado no lugar do feeling do negócio.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Sindicato é informação

O Sindicato busca constantemente levar cultura e informação aos corretores de imóveis, por isso disponibiliza na sessão Imprensa do nosso site o Clipping Diário, um conjunto das mais relevantes notícias do mercado imobiliário cuidadosamente selecionadas .

Um profissional atualizado se destaca e transmite credibilidade aos seus clientes. É muito fácil se manter informado! Clique aqui e desfrute deste presente que nós do Sindicato oferecemos diariamente a você, corretor de imóveis. Saiba mais sobre outros benefícios que o Sindicato oferece acessando http://www.sciesp.org.br/.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Aluguel tem maior alta dos últimos 14 anos na capital

    Matéria publicada no dia 5 de julho, pelo Destak Jornal de São Paulo mostra que os aluguéis subiram em média 0,82% em junho, segundo levantamento do IPC/Fipe (Índice de Preços do Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Foi a maior alta já registrada em um único mês desde agosto de 1997, quando a alta foi de 1,04%. O índice de junho é quase 50% superior a variação registrada em maio deste ano, que ficou em 0,54%.
    Em entrevista ao Estadão.com, o coordenador do IPC da Fipe, Antonio Evaldo Comune, credita a alta variação do valor médio dos aluguéis ao atual aquecimento do mercado imobiliário na capital.
 E você? A que atribui a alta nos valores dos aluguéis?     

   

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Foreci reúne corretores de imóveis na Paraíba




A Federação Nacional dos Corretores de Imóveis, juntamente com seus Sindicatos filiados, patrocinadores e apoiadores de todas as regiões brasileiras, realiza um ciclo de Fóruns Regionais dos Profissionais Corretores de Imóveis (FORECI), que servirão como base de um amplo esforço de se criar uma atuação unificada em bases nacionais para a categoria.


Palestras, cursos e debates com grandes expoentes do mercado imobiliário, em todas as suas pontas, serão as ferramentas para se criar uma ponte sólida entre o regional e o nacional, possibilitando, efetivamente, aos corretores de imóveis brasileiros uma inserção no mercado imobiliário global.

O próximo Fórum acontece na Região Nordeste, com sede em João Pessoa (PB), nos dias 19 e 20 de maio.

Mais informações pelo site www.foreci.com.br

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Sindicato no Salão de Imóveis



Corretores recebem apoio do Sindicato no Salão de Guarulhos

    O Sindicato participou na última semana do 2º Grande Salão Imobiliário de Guarulhos e Grande São Paulo. O evento teve início na quinta-feira, (14) e contou com uma equipe de colaboradores para dar apoio e conforto aos profissionais da intermediação imobiliária.
 
    A exemplo do realizado no ano anterior e em diversos eventos que o Sindicato participa, os corretores tiveram à disposição a Casa do Corretor, onde puderam interagir, aprimorar o conhecimento profissional com informações e esclarecimentos sobre a profissão e ainda descansar no intervalo de suas intermediações para que continuassem prestando uma assessoria de qualidade a seus clientes. Além disto, os corretores puderam fazer contatos para futuros negócios.
 
   Segundo a corretora de imóveis Ariana Leda Marcondes de Oliveira, a iniciativa do Sindicato foi excelente, pois valoriza a nossa classe e sempre nos incentiva a buscar o aprimoramento profissional.
 
    De acordo com o presidente do Sindicato, Alexandre Tirelli, o evento já conquistou grande importância na região, pois promove a integração entre os corretores e estimula a valorização profissional ao garantir a segurança de bons negócios aos consumidores.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Marcio Falcão destaca perfil do consumidor no Encontro Imobiliário de hoje

O Perfil dos Novos Consumidores no Mercado Imobiliário é tema do próximo Encontro Imobiliário que acontece nesta terça-feira, (12).

O auditório do Sindicato receberá às 19h30, o consultor sênior do Data Popular, Marcio Falcão para falar sobre o tema.

Participe do Encontro Imobiliário, promovido pela UNISciesp e pelo Sindicato e saiba mais sobre este assunto que poderá ajudá-lo(a) a impulsionar as vendas com o conhecimento adquirido na conferência.

Os Encontros são promovidos semanalmente e transmitidos ao vivo pela TV O Corretor no site www.sciesp.org.br. Além disto, a TV O Corretor disponibiliza entrevistas com os conferencistas e personalidades do mercado imobiliário.

Inscreva-se pelo (11) 3889-6299 ou mande e-mail para inscricoes@sciesp.org.br

terça-feira, 5 de abril de 2011

UNISciesp realiza Encontro Imobiliário nesta terça-feira

“Investindo em Ações e Fundos Imobiliários” é tema do próximo Encontro Imobiliário, promovido pela UNISciesp, nesta terça-feira,(5), às 19h30.

A conferência acontecerá no auditório do Sindicato, onde o sócio-diretor responsável pela área Educacional e da Mesa e Operação de Renda Variável da Federal Investimentos e operador credenciado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), Leonardo Faviere discursará sobre o assunto que é dos grandes destaques do mercado imobiliário.

Os Encontros são promovidos semanalmente e podem ser assistidos ao vivo pela TV O Corretor no site http://www.sciesp.org.br/

Inscreva-se pelo (11) 3889-6299 ou mande e-mail para inscricoes@sciesp.org.br

sábado, 12 de fevereiro de 2011

LONGA CAMINHADA



A nova equipe do Banco Central fez subir ligeiramente os juros nesse início de 2011. De acordo com os técnicos, o aumento veio para coibir a pressão inflacionária localizada na elevação dos preços dos alimentos.
Nesse cenário, que combina expectativa de crescimento continuado e tendência à elevação de preços na economia como um todo, onde também respiram razoáveis índices de inadimplência, alguns articulistas da área econômica questionam a sustentabilidade do crescimento acelerado do financiamento imobiliário.
A dúvida remete-se ao início da crise econômica global iniciada em 2008, quando certo tipo de papéis do mercado acionário dos EUA, vinculados ao mercado de financiamento imobiliário daquele país, foi responsável por aquilo que os economistas chamaram de bolha especulativa. Na época, após uma fantástica valorização geral dos imóveis, a economia parou repentinamente de crescer, e aqueles que compraram imóveis financiados por longo período não conseguiram manter o pagamento de seus financiamentos. A inadimplência ganhou a proporção de uma gigantesca bola de neve, e o preço de mercado dos imóveis despencou, atingindo algo em torno de 1/3 de seus valores de contrato. Foi a tal da quebradeira geral, iniciada lá na terra do tio San e propagada ao resto do mundo.
Ocorre que a tal bolha dos derivativos financeiros atingiu uma economia onde mais de 80% das pessoas compram suas casas com financiamento e possui talvez o maior índice de endividamento familiar do mundo, e o maior deficit público do planeta, apesar de ainda ser a maior economia do mundo. Assim, estamos falando de uma realidade econômica altamente vulnerável, onde lucros financeiros fantásticos e de altíssimo risco foram realizados por conta de uma rápida valorização imobiliária sem o lastro de um crescimento sadio e sólido da economia.
Nossa situação, em certo sentido, é diametralmente oposta. No Brasil atual, embalado pelo crescimento das aquisições de imóveis com financiamento, alavancadas pelo programa Minha Casa Minha Vida, o percentual total de imóveis adquiridos através de financiamento habitacional não chega a 4% em  relação ao PIB. A economia está crescendo de forma razoavelmente equilibrada em todos os setores, apesar dos desequilíbrios a corrigir na balança de pagamentos. A inadimplência familiar manteve-se estável, com pequena alta, mas diminuiu sensivelmente quando olhamos para o universo corporativo, para as empresas, o que indica saúde econômica e confiança no crescimento... Tudo isso significa, num primeiro olhar, o seguinte: 1- nossos financiamentos têm um longuíssimo caminho aberto para o crescimento; 2- os bancos e o mercado imobiliário trilham um caminho distante do alto risco, experimentando anos de crescimento sólido, com perspectivas claras e confiáveis de continuidade.
Bem, dizem os economistas que o Brasil foi dos últimos países a entrar na crise, e um dos primeiros a sair dela. Certamente o mercado imobiliário jogou e continua a jogar um papel decisivo nesse percurso, criando empregos e fazendo crescer de renda.
Temos pela frente uma longa caminhada. O passo deve estar ajustado ao ritmo conveniente das longas jornadas.

Marco Dias

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

PREÇO É DIFERENTE DE VALOR


Encontrar o preço de venda é mais difícil do que se pensa

Uma das maiores dificuldades que o mercado imobiliário, de unidades avulsas, é o desencontro existente entre os requisitos de interesse dos proprietários, quanto ao valor de sua propriedade e o preço de mercado.

Ocorre, na maior parte dos casos, que o proprietário tem uma noção romântica e emocional de sua propriedade, já que o adquiriu com muito sacrifício financeiro, levou muitos anos para quitar, realizou obras de instalação ou reformas com muito trabalho e despesas, fazendo tudo ao seu gosto e de sua família, por este fato estima um valor, geralmente alto em relação aos preços praticados no mercado com boa liquidez e pronta venda.

Ora, quando um comprador busca a aquisição de uma propriedade residencial , tem as suas pretensões, ampliadas, pois é muito natural que as pessoas queiram dar aos familiares o que de melhor pretendem e gostam.

É assim que os compradores sempre procuram requisitos além de suas possibilidades financeiras.

Está no trabalho técnico de um profissional da corretagem a competência de análise desses fatores para que possa encontrar o equilíbrio entre as partes.

Por existir uma grande diferença entre valor do imóvel e o preço de venda (preço de mercado) desse imóvel é que é necessário que o profissional realize uma perfeita análise de mercado e não uma avaliação patrimonial.

É o mercado que comanda os preços, pois, para se encontrar este ponto de liquidez, é necessário que se leve em consideração muitos e variados fatores, que podemos relacionar a seguir:

 Localização / Ponto / Vizinhança / Distância da praia / Poluição.

 Segurança / Infra-estrutura de serviços e lazer, no bairro e no edifício

 Oferta de transporte e comércio nas proximidades.

 Facilidade de acesso / Estacionamento / Garagem.

 Andar / Posição no andar / Vista / Elevadores / Insolação.

 Idade do imóvel / Qualidade da construção / Especificações.

 Estado de conservação da unidade e do edifício

 Benfeitorias / Previsão de reforma / Instalações.

 Conformação física (layout / planta-baixa) / Funcionalidade.

 Infra-estrutura de serviços públicos e privados.

 Situação jurídica e fiscal / Taxa condominial e IPTU / Foro / Laudêmio.

 Forma de pagamento / Prazo de entrega / Poluição ambiental.

 Análise da atual conjuntura de mercado / Previsão de modernização.

 Análise da relação entre oferta e procura e de custo operacional.

 Pesquisas realizadas junto ao mercado imobiliário da região.

 Outros diversos fatores usuais na formação de preço.


Autor : Prof. Ari Travassos
Corretor de Imóveis, Gestor de Negócios Imobiliários, Pós graduado em Direito Imobiliário, diretor do CECOI - Centro de Estudos da Corretagem Imobiliária e Diretor do Instituto Ari Travassos de Marketing Imobiliário.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Corretagem de imóveis cresce como 2ª carreira

Com mercado em alta, profissionais de diversas áreas, como engenharia e medicina, adotam a venda de casas e apartamentos como nova atividade

Fernando Scheller - O Estado de S.Paulo

A aceleração do mercado imobiliário - em São Paulo, as vendas cresceram 75% no primeiro trimestre - se reflete na busca por corretores. Na Imobiliária Lello, na capital paulista, a área de vendas foi reforçada em 15% para fazer frente à busca por casas e apartamentos.

Oferecendo horário flexível e comissão de cerca de 3% a cada unidade vendida - em um imóvel de R$ 500 mil, por exemplo, o valor a ser recebido é de cerca de R$ 15 mil -, o setor atrai profissionais de diversas formações, da engenharia à medicina.

Segundo Roseli Hernandes, diretora da Lello, a possibilidade de fazer o próprio horário e de conciliar o trabalho com outras atividades - mesmo que seja cuidar da família - estão entre os atrativos da profissão. Os corretores de imóveis são o que se chama de "profissional-empresa": trabalham como prestadores de serviço para as imobiliárias, que em troca oferecem sua base de dados para venda e locação. O ganho depende inteiramente do que a pessoa vender. "O profissional fica com entre 40% e 50% do valor da comissão, de 6% do valor da venda", diz Roseli.

O requisito básico para o exercício da profissão, de acordo com o diretor de comercialização e marketing do Secovi-SP, Luiz Fernando Gambi, é o curso de Técnico em Transações Imobiliárias, o TTI, que pode ser obtido em cerca de seis meses.

Gambi conta que deixou a engenharia durante a época de "vacas magras" do setor, nos anos 80, para se dedicar à corretagem. Para prosperar na atividade, diz, é preciso deixar a "mentalidade de assalariado" para trás. "Você é uma empresa", resume. "É preciso trabalhar com planejamento de fluxo de caixa, saber que a venda de hoje te dá um horizonte para um período sem renda", explica o especialista.

Nova fase. O médico veterinário Roberto Moreira Filho, 52 anos, manteve uma clínica por mais de 20 anos. Em 2007, deixou o negócio que havia sido fundado pelo pai, em 1957, para se tornar corretor. "Fiquei 12 anos sem tirar férias. Trabalhava todos os dias, inclusive domingos. Na sexta-feira no fim da tarde, chegava um cachorro atropelado e eu não podia dizer ao dono desesperado que meu dia de trabalho tinha terminado."

Moreira Filho resolveu usar o bom relacionamento na Mooca, bairro onde vive desde criança, para exercer o "lado comerciante". Após tirar o registro profissional, especializou-se em oportunidades na Zona Leste da capital paulista.

Segundo ele, o trabalho de duas décadas na clínica ajudou na administração dos altos e baixos da nova profissão. "Sou um profissional autônomo. Sei que posso ganhar uma comissão de R$ 33 mil em um mês e não vender nada no outro."

Segundo o corretor, a nova atividade permite um esquema flexível de trabalho. "Às vezes, fico na empresa até as 22h esperando um cliente. Em outros, estou livre às 16h. Apesar da correria, é mais tranquilo (que a clínica)."

Fonte: Estadão On-line - 20/05/2010




domingo, 13 de dezembro de 2009

IBOPE Inteligência revela as tendências do mercado imobiliário em São Paulo e Rio de Janeiro


Pesquisa mostra que 22% das famílias cariocas e 27% dos paulistas têm intenção de comprar um imóvel

O IBOPE Inteligência apresenta ao mercado um novo levantamento da pesquisa Tendências Imobiliárias, que traz informações estratégicas para o mercado imobiliário. A pesquisa representa o universo de aproximadamente dois milhões de famílias residentes na Grande São Paulo e um milhão de famílias na Grande Rio de Janeiro pertencentes às classes A, B e C1, que são aquelas com maior potencial para adquirir imóveis.

Os resultados mostram que 22% das famílias do Rio de Janeiro e 27% das famílias de São Paulo - das classes A, B e C1 - têm intenção de adquirir um imóvel. Em São Paulo, 40% das famílias moram em imóveis alugados e outros 12% dividem o imóvel com pais e outros parentes. No Rio de Janeiro 38% pagam aluguel e 13% dividem a moradia.

Com relação ao tipo de imóvel desejado (casa ou apartamento), os consumidores se dividem claramente, de acordo com seu poder aquisitivo. Famílias de maior renda (classes A e B1) declaram-se mais interessadas em comprar apartamentos, enquanto os consumidores de renda média preferem casa.

A necessidade de mais espaço e liberdade são apontadas como as maiores razões para compra de uma casa. Há, contudo, grande preocupação com a questão da segurança. Dentre os interessados em adquirir apartamentos, a segurança figura como o fator de maior importância, com 81% de prioridade em São Paulo e 79% no Rio de Janeiro.

Apenas 9% dos consumidores paulistas e cariocas pretendem comprar um imóvel na planta. Os demais irão buscar imóveis prontos, usados ou recém-construídos.

Quanto às características do imóvel, a preferência das famílias é por imóveis com dois quartos (53% em São Paulo e 60% no Rio), dois banheiros (61% em cada cidade pesquisada) e uma vaga na garagem (47% em São Paulo e 68% no Rio de Janeiro).

Sobre as características do prédio, chama a atenção o fato de piscina e sauna não mais se destacarem entre as preferências para o consumidor. De acordo com a pesquisa, em São Paulo, piscina e sauna são valorizados por 34,5% e 21% das pessoas, respectivamente. No Rio, 32% das pessoas acham importante ter piscina no condomínio e 24% sauna.

Novidades do Tendências Imobiliárias 2010

O Tendências Imobiliárias 2010 traz informações detalhadas sobre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro e também os municípios de São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Santo André e Osasco, além de Nova Iguaçu e Niterói.

O estudo possui, ainda, instrumento para visualização e estimativa do número de compradores em cada subdistrito imobiliário definido pelo IBOPE. A íntegra da pesquisa Tendências Imobiliárias é fornecida para o mercado através de um software, facilitando a consulta e permitindo buscas temáticas, visualização dos mapas e impressão de relatórios.

O relatório detalha todos os atributos do imóvel e da região que os consumidores mais valorizam. Por ser uma pesquisa representativa da população, permite que os empreendedores trabalhem com os atributos e motivações que são efetivamente prioritários para o consumidor das diferentes classes e locais de residência.



Fonte: Notícias Ibope em 08/12/2009 >> http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&proj=PortalIBOPE&pub=T&nome=home_materia&db=caldb&docid=E104E11B18798324832576860050EB71


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sábado, 3 de outubro de 2009

Pesquisa revela mudança no perfil do corretor de imóveis e no mercado.

SÃO PAULO - Com mais mulheres atuando na corretagem de imóveis e o nível de escolaridade cada vez mais alto, o perfil do profissional da área mudou significativamente, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Cofeci (Conselho Federal de Corretores de Imóveis).

A mudança marca um novo momento para o mercado imobiliário, com a tendência ativa de relacionamento com os clientes.

Sobre a profissão
A profissão foi criada em 1962, com o reconhecimento do Congresso Nacional, que a regulamentou por intermédio da Lei nº 4.116/62. A partir daí, o diploma passou a ser exigido no mercado de trabalho.

Mais tarde, surgiram os cursos de nível superior nas áreas das Ciências e Gestão de Negócios Imobiliários. Além disso, o Cofeci passou a admitir a inscrição de formandos que se diplomarem nessa graduação nos CRECIs (Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis).

Conhecimento
Os profissionais que atuam nessa área ainda costumam ser formados em Publicidade, Marketing e Engenharia, possuem domínio de ao menos uma língua estrangeira e total conhecimento das redes sociais. A profissão tem mudado de forma contínua. Por exemplo, a internet tornou-se ferramenta fundamental nesse setor.

"Uma importante parte das vendas concretizadas inicia-se por intermédio da internet", explica Alexandre Melaão, sócio-diretor da Five, empresa que atua com planejamento imobiliário. "Por esse contato virtual, o cliente esclarece suas dúvidas com o corretor e conhece as dependências do imóvel que é oferecido. Somente na hora de concretizar o negócio é que acontece a visita ao local".

Ainda segundo ele, a prospecção pela internet alcança os clientes certos, com interesse justamente naquele padrão do imóvel à venda.

A internet é uma vantagem no que se refere ao tempo, uma vez que as pessoas têm cada vez menos tempo para visitar as propriedades e avaliá-las. Nesse caso, as redes sociais possibilitam o contato direto com o cliente, além de oferecer um canal eficiente de informações. Porém, é importante que o profissional tenha informações precisas sobre o produto que coloca no mercado. Estar atento às novas tendências do mercado também é fundamental, pois isso pode trazer grandes oportunidades de negócios para o mercado.

Fonte:InfoMoney
Por: Karin Sato
02/10/09

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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Mercado aposta em redes imobiliárias e Efetiva Imóveis associa-se à rede Imóvel Fácil.



Imobiliárias se unem em redes de negócios para movimentar a comercialização de imóveis e oferecer rapidez e comodidade no serviço aos clientes.
Tendência em expansão, as redes de imobiliárias têm se tornado uma das principais soluções para garantir a comercialização de imóveis e melhorar o atendimento aos clientes, afirmam empresários do setor.
Uma das que atuam na capital paranaense é a Rede Imóvel Fácil, que tem a participação de 15 empresas: A. Fortiori, Captare Negócios Imobiliários, Casaredo Imóveis, Ciro Imóveis, Costa Júnior Imóveis, Imobiliária Futura, Imobiliária Sérgio Luiz, Investbens Assessoria Imobiliária, J. Chaves Imóveis, Nodal Imóveis, Norvalpa Imóveis, Otimóveis imobiliária, Toyo Imóveis, TW Imóveis, além da mais nova associada, Efetiva Imóveis em Guaratuba.
Após três anos de funcionamento, a associação afirma que a união das empresas melhorou o atendimento ao consumidor. “Além de o cliente ter mais comodidade, temos uma análise de qualidade das participantes, que dá ainda mais eficiência ao nosso atendimento”, diz Dagoberto Pusch Neto, presidente da associação e diretor da Imobiliária Futura. A rede tem uma carteira com mais de 1,5 mil imóveis (para locação e venda),15 pontos de atendimento com imóveis em todas as regiões de Curitiba e Litoral e equipe com mais de 150 corretores”.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

INVESTIDORES INTERNACIONAIS QUEREM IMÓVEIS DO BRASIL



Pesquisa da Associação de Investidores Internacionais de Imóveis (Afire) mostra que os investidores estrangeiros estão interessados no setor imobiliário brasileiro, cuja atratividade só perde para os Estados Unidos

O Brasil é apontado por investidores internacionais de imóveis como o segundo melhor mercado para negócios, atrás apenas dos Estados Unidos. É o que mostrou a pesquisa da Afire,com 200 integrantes da entidade, que têm cerca de US$ 1 trilhão em investimentos no mercado imobiliário.

Segundo o levantamento, o Brasil subiu 10 posições no ranking e tomou da China o segundo lugar na preferência dos investidores, com 16% dos votos. Os Estados Unidos tiveram 37% dos votos como o maior mercado para a habitação do mundo, apesar do tumulto econômico enfrentado pelo país em 2008 e do doloroso impacto da crise de crédito sobre os imóveis comerciais. O Reino Unido saltou da nona para a quarta colocação, depois que os preços dos ativos do país caíram. A Índia caiu da terceira para a quinta posição.
Fonte:http://www.afire.org/foreign_data/2008/2opportunity.shtm

sábado, 18 de abril de 2009

Reality Show do Mercado imobiliário



Postado em 19 Agosto de 2008 por http://www.revista.vericia.com/
O programa Million Dollar Listing do canal de televisão norte-americano Bravo, uma espécie de “reality show” do mercado imobiliário é um sucesso entre os americanos, mostra a vida de três jovens corretores, que fazem negócios com os clientes mais sofisticados da Califórnia, vendendo propriedades milionárias. Josh Flagg, Madison Hildebrand e Chad Rogers são os protagonistas. Hildebrand tem apenas 25 anos, é autor de livros sobre sucesso nos negócios e vendeu sua primeira casa por quase três milhões de dólares, a uma celebridade hollywoodiana. Flagg administra os bens da família e acumula recordes na venda de imóveis. Para agradar seus clientes, ele envia carros com motoristas, aluga helicópteros e amarra uma fita vermelha em torno da casa, antes de entregar as chaves. Já o terceiro participante, Rogers, trabalha para a luxuosa corretora de imóveis Hilton & Hyland, em Beverly Hills e é responsável pela maioria das casas em Malibu e pelos aluguéis que começam com 100 mil dólares. A segunda temporada não está sendo exibida no Brasil, mas para conhecer os novos participantes e suas aventuras no mercado imobilário basta acessar o site http://www.bravotv.com/Million_Dollar_Listing/season/2//index.php
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