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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

COBERTURA NA BARRA DA TIJUCA



COBERTURA NA BARRA DA TIJUCA












































































(21)7700-7464


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Revista Clichê



Acontece amanhã o lançamento da revista Clichê, projeto executado para divulgar a produção acadêmica na área de design. O evento acontece, a partir das 19h, na loja Endossa

Criada por estudantes de Design da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), a Clichê é aberta a todos os estudantes de design de Curitiba, que podem participar com seus trabalhos de design gráfico, produto, moda, mobiliário ou qualquer outra área do design.

Lançamento da revista Clichê
Local: Endossa (Av. Vicente Machado, 1.047 – Batel)
Data: 1/9 (quinta-feira), a partir das 19h


Homemade Blockbuster + Colorphonic

 
A James Sessions desta semana recebe as bandas Homemade Blockbuster e Colorphonic em noite que também terá duo Drunk Disco e o DJ Felipe Gollnick (do blog www.defenestrando.com). As atrações começam a partir das 22h, nesta quinta-feira (01.09), no bar James, em Curitiba.


SERVIÇO:
JAMES SESSIONS com Homemade Blockbuster e Colorphonic.
Discotecagem com Drunk Disco e Felipe Gollnick (Defenestrando).
Nesta quinta-feira (01.09), a partir das 22h, com degustação de chopp Xingu até as 23h, no James (Av. Vicente Machado, 894), em Curitiba.
Ingressos a R$ 10, com meia-entrada para quem for de bicicleta ou confirmar o nome na lista amiga (lista@barjames.com.br) até as 18h.
www.barjames.com.br

Justin Timberlake e Jessica Biel sobre duas rodas...


Mais fotos em  Pop Sugar

Festa das Bicicletas Voadoras


via  http://bicicletadacuritiba.wordpress.com/

Toro y Moi - How I Know

Internet se transforma em aliada na compra da casa própria

Construtoras e imobiliárias oferecem ferramentas para facilitar escolha de imóvel; veja os riscos e conheça seus direitos

Já pensou em comprar uma casa ou apartamento pela televisão? Esse é o novo hábito que a Tecnisa, construtora e incorporadora sediada em São Paulo, espera estimular a partir de setembro, quando algumas “smart TVs” – aquelas que contam com dispositivos que permitem acessar conteúdos na web – passarão a ser vendidas com aplicativos para navegar por seu website. “Será mais um canal de relacionamento com os clientes”, resume Romeo Busarello, diretor de E-business e Relacionamento com Clientes da Tecnisa.
A novidade visa atrair o público para o site da Tecnisa, que já oferece diversos aplicativos compatíveis com tablets e smartphones e está presente nas principais redes sociais. O investimento em novas tecnologias vai ao encontro dos resultados já obtidos pela empresa. A cada 100 pessoas que compraram apartamentos da Tecnisa no ano passado, 97 chegaram ao imóvel pela web. “A internet é o principal canal de vendas e de construção da nossa marca”, afirma Busarello.
O esforço de fortalecer a presença na internet não é uma exclusividade da Tecnisa. Há dois anos, a MRV, construtora sediada em Belo Horizonte, investiu na criação de uma equipe de corretores que permanece online 24 horas por dia. “Notamos que 20% dos clientes acessavam nosso site fora do horário comercial”, justifica Rodrigo Resende, diretor de marketing da MRV. E a construtora tem apostado nesse tipo de atendimento. Afinal, 30% das vendas do ano passado – que totalizaram 36 mil imóveis – foram iniciadas com essa interação virtual. Nesse ano, Resende diz que espera elevar essa parcela para 35% das vendas.

Já a Lopes, empresa paulista de comercialização de imóveis, tem ampliado a oferta de aplicativos. Neste mês passou a oferecer a ferramenta para iPhone, após ter lançado, em junho, a versão mobile de seu portal. No dia do lançamento do aplicativo, de acordo com Adriana Sanches, gerente de marketing da Lopes, foram contabilizados mais de 300 downloads. “Todas as iniciativas relacionadas à internet são bem recebidas pelos clientes”, acredita. “Uma empresa do mercado imobiliário não pode deixar de dar atenção a isso”, enfatiza.
Essa concorrência virtual entre as empresas, na avaliação de Luciano de Souza Godoy, professor de Direito Civil da Faculdade de Direito Fundação Getulio Vargas (FGV), é bastante positiva para quem quer comprar um imóvel. “A grande vantagem da internet é o acesso à informação”, afirma. “É um benefício pesquisar preços, condições de pagamento, qualidade e localização sem despender um dia de trabalho ou o fim de semana”.
Internet substituiu classificados
A opinião é compartilhada por Gerson Rolim, consultor da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. A internet, afirma, é de grande ajuda para a pesquisa de imóveis prontos, substituindo os antigos classificados de jornais. Mas as muitas ferramentas que hoje são disponibilizadas pelos sites das construtoras são especialmente úteis para imóveis na planta. “Permitem a experimentação do imóvel sem que ele exista”, diz.
As facilidades não param aí. A expansão do crédito para os imóveis, nos últimos anos, aliada ao aumento de oferta de casas e apartamentos, refletiu-se em um processo de compra menos burocrático e mais acessível. Godoy comenta que as exigências de documentos, por parte das construtoras, são menores que tempos atrás. Para alguns empreendimentos, basta apresentar CPF, RG e certidão de casamento, quando for o caso, com o único intuito de checar o regime de comunhão. Comprovante de renda, obrigatório em qualquer compra em um passado não muito distante, nem sempre é pedido, principalmente em empreendimentos voltados à classe C.
“Muitos não têm como comprovar a renda, o que inviabilizaria a transação”, diz Godoy. Para levantar informações sobre os compradores, as construtoras acabam recorrendo a bancos de dados, como os da Serasa e do SPC (Sistema de Proteção ao Crédito). “Com tanta concorrência, quem é mais burocrático, perde o negócio”.
A adesão aos sites das corretoras tem sido crescente. Porém, comenta Godoy, são poucos os que sabem que os sites das construtoras são uma espécie de pré-contrato, sob a ótica jurídica. “O site da construtora ou incorporadora é uma proposta”, explica Godoy. Por isso, ao concordar os termos, o comprador deve assinar um documento pessoalmente, saindo do contato virtual com a construtora, etapa que também é viabilizada sem maiores complicações. Muitas construtoras ou incorporadoras levam o documento até o comprador, para colher a assinatura.
Direitos dos clientes
Comprar um imóvel pela internet – ou apenas iniciar os contatos para essa negociação - envolve cuidados e direitos similares às transações do mundo real. É preciso verificar a existência, solidez ou idoneidade da construtora ou imobiliária. Essa prática, no caso de imóveis na planta, deve ser acrescida ao acompanhamento e supervisão da obra.
Já em relação aos direitos, o cliente tem assegurado o cumprimento da proposta. No caso de atraso da entrega do imóvel, o comprador tem direito a ser ressarcido com a multa que recai sobre a construtora. Mas quem compra pela internet, ainda que tenha apenas iniciado os contatos pelos portais dos imóveis, tem um direito adicional, que é o de se arrepender. Previsto no Código de Defesa do Consumidor, permite que o comprador desista da compra até sete dias corridos após a assinatura do contrato, sem ter de justificar as razões e com a segurança de ter a devolução dos valores pagos. “Comprar um imóvel em casa, pela internet, deixa o comprador em uma condição vulnerável”, justifica Godoy. “Por isso, a lei prevê que ele pode se arrepender”.
Por um lado, o comprador encontra uma burocracia mais branda na compra de imóveis. Mas as construtoras e incorporadoras também estão mais seguras, pois houve uma melhora das garantias para que retomem os imóveis dos inadimplentes. Godoy explica que, caso o comprador acumule três prestações em atraso, poderá ser cobrado e correrá o risco de ter de desocupar o imóvel em até seis meses. “Apesar das facilidades, as pessoas precisam ter consciência do nível de endividamento”, alerta. Depois de devolver o imóvel à construtora, ele será encaminhado a leilão. Nessa etapa, já será tarde para se arrepender.

Soraia Duarte
Publicado por iG | 31/08/2011 05:24

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Bancos são mais vantajosos na hora de financiar a casa própria

Na hora de financiar a compra da casa própria, os bancos podem ser melhores opções do que os financiamentos oferecidos pelas construtoras. Ao menos esta é a avaliação do diretor-executivo do Grupo PAR e consultor de finanças pessoais, Marcelo Maron.

De acordo com o consultor, o financiamento de construtora custa 125% mais caro do que o de banco, já que os juros do primeiro chegam a 27% ao ano, contra 12% ao ano praticados pela maioria dos bancos.
“Muitos se enganam com a facilidade de um financiamento feito por construtora. Como sempre digo, quanto mais fácil o crédito, mais caro ele é”, diz.

Prós e contras

Ainda segundo Maron, existem atualmente no mercado três tipos de financiamento disponível para quem quer comprar a casa própria: o da construtora, o do banco e uma mescla das duas modalidades.

De modo geral, diz ele, quem procura segurança tem no financiamento bancário a melhor opção. Isso porque, explica, neste sistema há a garantia de que a prestação não subirá, além da existência do seguro, que é acoplado à prestação e quita o imóvel para a família em caso de morte do mutuário.

A desvantagem do sistema, observa o consultor, é o elevado nível de burocracia e a retomada rápida do imóvel, na ocorrência de inadimplência.

“Financiar direto com a construtora é bem mais caro e, sobretudo, incerto. A correção pós-fixada traz a incerteza se haverá condição do cliente continuar arcando com as prestações ao longo do tempo. Para quem busca segurança, a melhor alternativa é o financiamento bancário. A garantia de que as prestações não subirão é um fator importantíssimo a se considerar. Não correr o risco da construtora falir no meio da obra é outro. Mas, se a pessoa fizer as contas direitinho, verá que em 20 anos pagará quase que o valor de três imóveis”, finaliza.

Fonte: Infomoney

Como vender mais a preços cada vez mais altos? Diminui o tamanho e afasta das áreas nobres, ora bolas

Seguindo a sugestão do leitor Frank neste post anterior, estou "promovendo" um ótimo comentário do Iconoclastas, com um relatório do Safra:

"Facts & Insights #3: Newly-built Homes Are Shrinking for the Sake of Affordability


Fact: There has been a prominent downsizing in new homes launched by Brazilian homebuilders.

When revisiting EMBRAESP’s numbers for the past five years, we found a piece of data that officially endorsed what anecdotal evidence has indicated: the average size of homes launched by homebuilders in São Paulo (in both the city and metro area) is shrinking every year.

Although our investigation encompassed just the data for São Paulo, as this is the only reliable source of statistics available, we believe this trend can be spanned elsewhere in the country (MCMV program launchings aside).

Insight:
Although on a price/square meter ratio, prices have skyrocketed in recent years, with the average unit launched in the city of SP in 7M11 priced at R$6,200/sqm vs. R$3,458 in 2006, the average price of launched units has risen at a much slower pace, and stood at R$473,000 (vs. R$392,000 in 2006). The caveat is that consumers are paying roughly the same price today (in real terms) for a house that is 32% smaller than what this amount could purchase in 2006 (76 vs. 113 square meters).

Conclusion: In our conversations with investors, the issue of rising home prices (and how sustainable this is) comes up more often than not. But most of the time, investors are looking at the price per square meter and
questioning how this new price reality can fit in the pockets of the average middle-class Brazilians whose financial condition, though better than 5-6 years ago, has not followed the pace with rising prices. We believe the answer to the affordability equation lies in three pillars:




(i) Credit: longer and cheaper – in the past five years, there has been a reduction in interest rates on mortgages and an extension in tenors to 30 years, bringing down the monthly installments.
(ii) Location: in the main cities, new homes have been increasingly launched farther from major neighborhoods, and homebuilders tend to rename previously-disliked areas to make them more attractive.
(iii) Size: new homes are shrinking every year, so that the same average-priced home is now 35% smaller than it was five years ago.

By selling smaller, farther-away homes with 30-year installment plans, homebuilders have managed to couple with the rising costs of land and labor while keeping profitability. At the same time, the first home has become affordable to an increasing number of Brazilian families. In a country with such a pent-up demand for homes as Brazil, it comes as no surprise that most people’s new homes are the ones that fit their budgets, not
necessarily the one that the average family would desire in terms of size and location. However, the downward trend in unit size has a limit – as shown by the relative stability seen in 7M11 vs. 2010 –, and it will be
harder for builders to push even smaller homes for customers from now on.

Just for the curious readers, the average new house size in Australia increased by 51% in the past 25 years, to 245.3 square meters¹; in the US, the average new home built today has 251 sqm, up by 93% in relation to the
past four decades². According to a survey held by the Commission for Architecture and the Built Environment³, newly-built homes in the UK were the smallest in Europe as of 2009, at just 76 square meters (vs. 113 in
France and 137 in Denmark). It is interesting to bear these figures in mind when comparing price-to-income ratios for different countries."



Sobre o ponto de ir afastando os lançamentos p/ continuar "cabendo" no bolso do consumidor:
Campo Grande supera Jpa e Barra em número de lançamentos em 2009.


Abs

Loft em Barcelona












terça-feira, 30 de agosto de 2011

Invista melhor com Ricardo Amorim

Invista melhor com Ricardo Amorim

Capacitação de educadores

Rosana Picolli, especialista do Procon, realiza palestra para educadores
O Procon-SP realizou no dia 29, no Hotel Braston, uma capacitação para 105 educadores do Programa Escola da Família promovido pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) da Secretaria Estadual de Educação.

O objetivo é fortalecer as ações do programa, apresentando o projeto Saber Consumir da Fundação Procon-SP, o qual pretende levar instrumentos para escolas estaduais de todo o Estado, que permitam aos educadores trabalharem com diversos temas de consumo, tanto transversalmente às disciplinas obrigatórias, quanto em atividades voltadas à comunidade do entorno das escolas.
  
A diretora do Procon, Valéria Garcia, durante palestra em auditório com 105 espectadores
Durante a exposição foi apresentada a trajetória do consumo no Brasil, a história do Procon-SP, que completou 35 anos em maio, e também os novos desafios que a cada dia surgem como forma de demonstrar a importância de levar o tema consumo para as crianças e jovens. Ao final foi apresentado o material elaborado para o projeto Saber Consumir, que permite aos educadores trabalhar o tema consumo abordando vários aspectos, tais como, educação financeira, saúde e segurança, compra de produtos e contratação de serviços.
  
O projeto Saber Consumir deverá iniciar-se com a assinatura de um termo de parceria entre a Fundação Procon-SP e a Secretaria da Educação.

O evento contou com a participação das Diretorias de Ensino da Grande São Paulo (Guarulhos Norte, Guarulhos Sul, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Suzano, Diadema, Mauá, Santo André, São Bernardo do Campo, Caieiras, Carapicuíba, Itapecerica da Serra, Itapevi, Osasco e Taboão da Serra) e das professoras Maria Helena Berlinck Martins (coordenadora do programa Escola da Família) e Ana Maria Stuginski (coordenadora-executiva do Programa Escola da Família).


Imóveis usados podem ser financiados em até 100%


A compra financiada de imóvel usado não tem os subsídios previstos pelo programa Minha Casa, Minha Vida, no entanto, a partir de critérios seletivos semelhantes aos do programa habitacional, é possível financiar a compra em até 100% do valor de avaliação, com juros diferenciados, situados entre 4,5% a 8,16% ao ano.

Para candidatar-se, é necessário que a renda familiar mensal mínima seja de R$ 465 reais, e a máxima não ultrapasse a R$ 4.900, quando se trata de moradores nas Regiões Metropolitanas.

Esta linha de crédito para imóveis usados pode ser contratada também por pessoas que não moram em Regiões Metropolitanas, desde que a cidade tenha população igual ou superior a 250 mil habitantes.

Nos dois casos, o valor de avaliação do imóvel pode chegar a R$ 500 mil. As condições de financiamento são as mesmas, sendo progressiva a tabela de juros. Para imóveis avaliados entre R$ 70 e R$ 80 mil, os juros são de 4,5% ao ano e, gradativamente, podem chegar, no máximo, aos 8,16%, dependendo do valor da avaliação da casa ou do apartamento pretendido.

O diretor da Di Lucca Imóveis de Curitiba, Luiz Pedro Di Lucca comenta ainda que o escalonamento de juros representa a parte social do financiamento da casa própria. “Esta linha de financiamento é praticada pela Caixa Econômica Federal, com recursos originados no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), permitindo juros bem inferiores aos financiamentos com origem no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que podem chegar, e até ultrapassar, 12% ao ano”, finaliza o diretor Di Lucca.

Venda de imóveis novos cai 31,1% no 1º semestre em SP, diz Secovi

No total, foram 11.680 unidades vendidas na capital.
Número de lançamentos no mercado cresceu 3%.

As vendas de imóveis novos residenciais na capital paulista caíram 31,1% no primeiro semestre deste ano na comparação com igual período de 2010, aponta levantamento do Sindicato da Habitação (Secovi) divulgado nesta terça-feira (30). No total, foram 11.680 unidades vendidas, contra 17.005 unidades no primeiro semestre do ano passado. “A finalização de avanço da inflação e consequentes medidas de contenção de crédito contribuíram para o clima de desaquecimento (no semestre)", afirmou o Secovi em comunicado.
Com relação aos lançamentos, foram 13.992 novas unidades, mostra o Secovi com base em dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), um aumento de 3% sobre as 13.581 unidades lançadas no primeiros seis meses de 2010.
O segmento de dois dormitórios repondeu por 40,3% do total das vendas acumulado no semestre, com 4.708 unidades. Imóveis de 3 quartos ocuparam a segunda colocação, com 3.441 unidades e 29,5% dos negócios realizados.
Na véspera, dados do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP) mostraram que, em dois anos, o preço médio geral de casas e apartamentos usados subiu 88,16% na cidade de São Paulo e o aluguel médio inicial está 60,23% mais caro.
"Quando fechamos o balanço de 2010, o mundo estava bem melhor do que está hoje", afirma Celso Petrucci, economista-chefe do sindicato, lembrando a crise na zona do euro e nos Estados Unidos.
"Tem muito economista na Europa chamando esses anos de década perdida na Europa", afirmou, lembrando, contudo, que a situação no Brasil não é a mesma e que o mercado imobiliário "continua bastante saudável no Brasil".
Vendas na região metropolitana
Os dados do Secovi mostram que na região Metropolitana de São Paulo, composta por 39 municípios (incluindo a capital), o comportamento de recuo foi parecido com o da cidade de São Paulo.

A venda de imóveis na região caiu 28%, para 24.178 unidades vendidas no primeiro semestre sobre o mesmo período de 2010, ante 33.576 unidades.
AInda segundo o Secovi,  foram 24.739 unidades lançadas, uma queda de 9% frente o primeiro semestre de 2010 (27.187 unidades).
De acordo com o estudo divulgado pelo Secovi, a participação da capital no total de vendas da região sofreu redução “considerável” em relação ao primeiro semestre do ano passado. A cidade contribuiu com 48,3% do total de vendas da Grande São Paulo, sobre os 50,6% do mesmo período de 2010.
"Não estamos mais na exuberância de 2010 (...), mas numa época boa de vendas, acontecendo ainda nos primeiros seis meses [após o lançamento]", afirma João Crestana, presidente da entidade, em evento de divulgação dos dados na capital.
Preço dos imóveis
De acordo com média ponderada realizada na capital (levando em conta as zonas da cidade e a quantidade de dormitórios), os preços do metro quadrado dos imóveis subiram 8,6% no acumulado deste ano na cidade. No mesmo período, a variação pelo IPCA (infação oficial do país, medida pelo IBGE), aponta alta de 3,9%, de acordo com o Secovi.
Foi a maior alta nos preços para um primeiro semestre desde o primeiro semestre de 2007, desde quando o sindicato possui os dados. “A tendência de valorização deste ano é ficar mais próxima dos indices de inflação (...), apesar de ainda estar mais alto”, diz Petrucci.

Gabriela Gasparin em São Paulo
Publicado por G1 - Economia
 
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Registro


Coleção verão 2012 da marca de roupas underwear Thais Gusmão que será lançada, em Curitiba, na próxima quinta-feira no ParkShoppingBarigüi. 

Alta de imóvel usado em 2 anos é de 88%

Preço médio do m² dos imóveis em uso em São Paulo passou de R$ 2.137,93 para R$ 4.022,83

Nos últimos dois anos, o valor do metro quadrado de imóveis usados na capital subiu 88,16%. Em 2009 ele era vendido a R$ 2.137,93 e agora atinge R$ 4.022,83, conforme pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo).

O levantamento leva em conta a média dos valores no primeiro semestre deste ano em igual período de 2009.

O valor médio dos aluguéis também aumentou, indo de R$ 799,65 no primeiro semestre de 2009 para R$1.281,31 nos primeiros seis meses deste ano (60,23%).

O maior aumento ocorreu em 2009, já que no comparativo dos primeiros semestres de 2011 e 2010 o preço médio de casas e apartamentos usados subiu 30,26%. Em 2010, o valor do metro quadrado era R$ 3.088,36. Em 2010, o preço havia subido 44,46% em comparação com o primeiro semestre de 2009.

A explicação para essas altas está relacionada à especulação movida pela alta do preço dos imóveis vendidos na planta desde 2008.

"À medida que sobe o preço dos imóveis vendidos na planta, o dos usados tende a subir junto, mesmo que em proporção diferenciada, porque compradores potenciais passam a ver e procurar os usados como opção mais econômica e vantajosa", afirma José Augusto Viana Neto, presidente do conselho, em nota.

Financiamento e fiador

O crédito oferecido pelos bancos no financiamento dos imóveis usados respondeu por 21,22% no primeiro semestre deste ano. Trata-se de uma evolução de 263,98% ante 2009. A situação é reflexo direto de abertura de linhas proporcionada por bancos privados, e não somente pela CEF (Caixa Econômica Federal).

Em relação a aluguéis, o fiador continua respondendo pela maioria das formas de garantia oferecidas, embora venha apresentando quedas percentuais ano a ano. O fiador representava 49,38% no primeiro semestre de 2009, oscilou para 48,96% em 2010 e agora está em 45,75%.


Maior parte da alta dos imóveis na cidade aconteceu em 2009

Fonte: http://www.destakjornal.com.br/readContent.aspx?id=13,107575

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