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domingo, 31 de julho de 2011

Sobrado Curitiba










Sobrado triplex em Curitiba. Próximo Extra supermercado da av.Kennedy , Rua Montese, 170

Três sobrados Geminados, individuais, contendo:Hall de entrada, sala de estar, sala de jantar, cozinha, lavabo, lareira, área de serviço,central de gás, 3 dormitórios sendo 1 suite com closet e hidro, bwc social ,garagem com 2vagas. Área:223m2 cada sobrado.  Vendo ou troco por imóvel de igual ou menor valor.
Preço:R$ 420.000,00 na Troca, R$ 380.000,00 na compra .

Delícias da Ariana - Brownie de castanhas

Desde que começou a publicar suas receitas aqui na Deluxe, a chef Ariana Lenti apresentou pratos fáceis de fazer. A partir desta semana, Ariana avisa que vai passar para um estágio mais elaborado. Uuuu, que medo! Antes disso, ela nos oferece uma delícia que a maioria das pessoas só degustou em cafés e restaurantes. Que tal aprender a fazer?

Ingredientes

4 ovos
200 g de manteiga – 1 tablete
1 xícara (chá) beeem cheia de açúcar
1 xícara ( chá) beeeem cheia de cacau em pó
1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo
½ colher (chá) de sal
Baunilha
150g de castanhas ( caju, pará, nozes, macadâmia, amêndoas, pistache....escolha a que mais te agrada, ou misture tudo mesmo)


Modo de preparo

Aqueça o forno a 180 graus. Em uma batedeira, bata o açúcar e o ovo até ficar uma mistura branca. Acrescente a manteiga e bata até incorporar bem todos os ingredientes. Em outro recipiente, coloque o sal, o cacau e o trigo peneirados e quando estiverem bem misturadinhos, coloque na batedeira. Bata tudo mais um pouquinho. A massa vai ficar bem pesada, não se preocupe, é assim mesmo. Por último coloque um pouco de baunilha, e as castanhas quebradas.

Coloque a massa em uma forma untada e enfarinhada, tente distribuir da forma mais uniforme que conseguir. Fácil né! Agora é só colocar no forno e esperar uns 15 minutos. Assim que fizer uma casquinha em cima já está pronto. Tire do forno, espere esfriar um pouco e corte os pedaços . Hummmm, vai ficar bem denso dentro. Pode ser guardado na geladeira, bem embaladinho por até uma semana. Pode congelar também.

Sirva quentinho com sorvete de creme.

Dica
: Se quiser substitua a baunilha por rum ou um licor.  

A proporção de imóveis próprios e alugados no BR

http://www.painelpolitico.com/Editorias/Noticias/CRESCE-PERCENTUAL-DE-IMOVEL-ALUGADO-E-CAI-O-DE-CASA-PROPRIA.html
Imóveis próprios, alugados e outras situações
Dados do IBGE de 2010.

42 milhões (ou 73%) de imóveis próprios (ocupados pelos próprios donos).

10,5 milhões (ou 18%) de casas de aluguel.

O restante se divide entre outras espécies de uso: casas onde as pessoas moram de favor ou em troca de serviços (residências cedidas por parentes ou empresas), residências alugadas que dividem espaço com lojas ou oficinas, estabelecimentos agropecuários arrendados ou imóveis invadidos.

O total de imóveis foi 57,3 milhões.

"O Rio de Janeiro fica acima da média nacional, com 74,88% de imóveis próprios. Com relação a aluguéis, também fica acima do número nacional, apontando 19,37% de casas alugadas."

Abs

A região mais cara será cada vez mais comercial - Economia - Gazeta do Povo

A região mais cara será cada vez mais comercial - Economia - Gazeta do Povo

O que fazer quando o imóvel é entregue com defeito


Proprietário pode pedir indenização por problemas estruturais mesmo após os 5 anos de garantia da obra

Se, ao receber o imóvel, o proprietário notar defeitos aparentes, como portas quebradas ou paredes mal pintadas, ele tem até 90 dias, após a entrega da chave para solicitar reparo junto à construtora. Já para defeitos estruturais do imóvel, o Superior Tribunal de Justiça entende que o prazo para entrar com ação contra a construtora prescreve 20 anos após a constatação técnica do problema por um perito.

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Antes de procurar a Justiça, no entanto, Marco Aurélio Luz, presidente da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (Amspa), aconselha tentar um acordo com a construtora. Caso não obtenha resultado satisfatório, o proprietário pode entrar com uma ação chamada “Obrigação de Fazer”.

A jurisprudência estabelecida pelo STJ significa que, mesmo passado os 5 anos de garantia da obra, os mutuários podem entrar na Justiça para pedir reparo ou indenização quando o imóvel apresentar problemas estruturais. “Com isso, as construtoras deixam de se eximir de culpa, em virtude de prática de atos dolosos ou culposos durante a construção, mesmo que os efeitos sejam reconhecidos depois do prazo de garantia”, explica Luz. “Antes (da jurisprudência), se o período fosse superior a cinco anos da entrega do imóvel, o dono perdia o direito de indenização contra a construtora”.

O presidente da Associação orienta que os proprietários verifiquem vícios ou defeitos que possam comprometer a construção antes mesmo de receber as chaves, verificando a utilização de materiais inadequados, as deficiências no projeto ou falhas na execução na obra que possam trazer dor de cabeça futuramente. Algumas das falhas são aparentes, outras estão ocultas: rachaduras, descolamento de cerâmica, problemas na rede elétrica ou hidráulica, entre outros.

Após a entrega do imóvel, Luz considera conveniente que o síndico faça uma vistoria geral nas áreas comuns da edificação e que cada proprietário faça a vistoria no interior de sua unidade e vaga de garagem. “Para facilitar o contato com a construtora, o síndico deve organizar uma lista dos problemas das áreas comuns e cada condômino da sua área privativa para encaminhar à empresa”, ressalta. “Mesmo assim, o dono do imóvel pode fazer suas reclamações diretamente ao responsável pela obra”, acrescenta.

Outros cuidados, como consultar se a empresa registrou o Memorial Descritivo da obra no Cartório de Imóveis, checar se existem ações na Justiça contra a construtora e acompanhar a construção da propriedade devem ser tomados. Esses cuidados ajudam a evitar problemas após a entrada no imóvel. O presidente da Amspa alerta também que obras de melhoria no prédio, durante os cinco anos iniciais, podem tirar a validade da garantia da reforma, por alterar os itens assegurados.

Para mais esclarecimentos, entre em contato com a Amspa pelo telefone (11) 3292-9230 ou site www.amspa.org.br

Fonte: ImovelWeb

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Os prós e contras dos consórcios de imóveis no Brasil


Por dispensar o pagamento de juros, consórcios são interessantes para quem não tem pressa para comprar imóvel, possui dinheiro suficiente para dar um lance ou tem sorte

São Paulo – A constante valorização dos imóveis residenciais tem deixado muita gente mais longe do sonho da casa própria. Uma das formas de concretizar a aquisição sem ter todo o dinheiro necessário no bolso têm sido os consórcios. De acordo com números da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio), a modalidade de compra de imóveis cresceu cerca de 16% no primeiro semestre do ano e já representa quase 15% das vendas de imóveis no país.

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Consórcio é a reunião de um grupo de pessoas físicas ou jurídicas que se autofinanciam. Cada cotista paga uma mensalidade por mês e nas assembleias mensais do grupo são realizados sorteios para definir qual participante será contemplado com a carta de crédito. Nos mesmos encontros, também é possível que outras pessoas deem lances para ter acesso a outras cartas de crédito, que ficará disponível a quem estiver disposto a fazer a melhor oferta.

Para quem pensa que esses consórcios são opção para a aquisição de imóvel de baixa renda, é bom ficar de olhos abertos. De olho no mercado de alto padrão, o Consórcio Itaú de Imóveis, por exemplo, oferece cartas de crédito que podem atingir até 700.000 reais – voltadas, portanto, ao segmento de alta renda.

Conrado Navarro, consultor financeiro do Dinheirama, considera a alternativa do consórcio interessante pois é uma maneira mais barata e menos burocrática de adquirir um imóvel. Segundo ele, mesmo colocando na ponta do lápis todas as taxas embutidas nas parcelas de um consórcio, as mesmas tendem a pesar menos no bolso dos consumidores que os juros praticados pelos financiamentos. E mais: quando contemplado com a carta de crédito, o consumidor tem o poder de barganha de quem paga à vista um imóvel.
Outra vantagem é que é possível usar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para completar o valor da carta de crédito e adquirir um imóvel de valor mais alto, quitar as parcelas que estão por vir, ou usar o fundo para oferecer lances na assembleia de contemplação. Entretanto, para ter acesso ao fundo, é preciso atender certas exigências como ser contribuinte há no mínimo três anos e usar na aquisição de imóvel residencial (veja as regras para o uso do FGTS).

O ponto que merece maior ponderação na hora de definir se vale a pena embarcar em um consórcio é com relação ao prazo para encerramento do grupo, que pode ser de até 15 anos, dependendo da administradora. O especialista alerta que o consumidor tem que estar ciente das condições para o acesso a carta de crédito e que podem acontecer em três cenários diferentes: através do sorteio em assembleia, ao dar o maior lance em um leilão por outra carta de crédito ou, na pior das hipóteses, quando o grupo for encerrado. Portanto, quem tem pressa em adquirir um imóvel e não tem dinheiro para dar o lance deve procurar outra alternativa de financiamento.

Como escolher a administradora

O primeiro passo, aconselha Paulo Rossi, presidente-executivo da Abac, é conhecer a empresa. Para que uma administradora possa atuar no mercado, ela tem de ser devidamente registrada e aprovada pelo Banco Central (BC).

Além de verificar a idoneidade da administradora junto ao BC, vale a pena checar nos órgãos de defesa do consumidor se constam reclamações contra a empresa. “Reclamações com relação a prazo de entrega da carta de crédito podem sinalizar a falta de saúde financeira do consórcio”, alerta Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da ProTeste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor).
Deve-se ter em mente que a administradora também escolhe seus cotistas. Isso acontece com base em avaliações do perfil de quem se inscreve para participar. “É preciso assinar uma proposta de adesão e se a administradora aprovar o cadastro, o consumidor estará apto para participar das assembleias, dar lances e realizar os pagamentos”, explica Rossi.
Escolha com cuidado, pois, a chave do imóvel que funciona como garantia de um financiamento ainda não existe para a maioria dos consorciados. “A única garantia que o consumidor tem é a solidez da gestora do grupo”, lembra o consultor Conrado Navarro.

Cuidado com promessas

Uma tática muito usada por vendedores de cotas de consórcio é o comprometimento de que o consorciado será contemplado antes do encerramento do grupo ou meses depois da adesão. A promessa não tem qualquer relação com a realidade. O próprio presidente executivo da entidade que reúne grandes administradoras de consórcios, Paulo Rossi, deixa o alerta: “Ninguém pode dizer quando uma pessoa será contemplada ou não.”

Renata Rios, especialista em direito do consumidor do Procon-SP, diz que essa é a queixa número um dos consumidores quando o assunto é compra de cotas em consórcio. “Sempre ouvimos reclamações de vítimas de vendas enganosas, que prometiam a liberação de valores em prazos inferiores ao fixado em contrato”, diz a especialista. “Vendedores de consórcio não têm como controlar nem assegurar que a cota vai sair para aquele consumidor”, afirma.
Apesar de não embutirem juros, os consórcios incluem custos administrativos. Segundo Rossi, há despesas com o fundo comum, pago por todos os cotistas e que propicia a formação das cartas de crédito, e taxa de administração. No entanto, o consumidor pode ter outras despesas cuja cobrança depende da administradora e como a mesma gere o consórcio.

Dentre as possíveis estão o pagamento de fundo de reserva, que será usado para cobrir eventuais insuficiências do fundo comum; seguro prestamista, que quita a dívida no caso de morte ou invalidez do consorciado; e taxa de adesão ou antecipação da taxa de administração.

É importante entender todas as cláusulas do contrato antes de assiná-lo. “Leia o contrato com atenção, principalmente cláusulas de desistência, prazo de encerramento do grupo e como é a participação nas assembleias”, recomenda Rossi. “É preciso identificar claramente quem são os contratantes, a descrição do crédito, valor de adesão, amortização mensal e taxa de administração”, diz Maria Inês. Ainda segundo ela, é bom saber em detalhes como é o processo de antecipação e quitação das parcelas, além das garantias que devem ser oferecidas pelo consorciado na ocasião de ser contemplado com a carta de crédito.

Caso as regras não estejam claras o suficiente no contrato, o Procon-SP recomenda que o consumidor exija que a empresa inclua tudo por escrito, principalmente o ponto que fala sobre o perfil que o consumidor tem de atender e que será exigido pela administradora caso ele seja contemplado.
Um dos pontos de maior polêmica em relação a participação em um consórcio é com relação ao tempo, que o consumidor pode ter de esperar antes que possa ter as chaves do imóvel em mãos. A maioria dos consórcios têm prazos que giram em torno de 100 meses, podendo atingir os 180 meses. Ou seja, antes de assinar qualquer contrato, o consumidor deve ter em mente que poderá levar até 15 anos para ter sua chance de comprar o imóvel.

E se o participante quiser desistir de participar por qualquer motivo? Nos contratos assinados até 6 de fevereiro de 2009, a devolução da importância já paga no consórcio é realizada apenas quando o grupo for encerrado, algo que pode demorar vários anos. Já nos contratos posteriores a essa data, o consorciado que desiste continua a participar do sorteio e, se contemplado, receberá na ocasião a importância já paga, corrigida e descontada de eventuais encargos e multas.

Contudo, órgãos de defesa do consumidor, como o Procon-SP por exemplo, entendem que quem optar por desistir de participar tem o direito de receber o dinheiro de volta de forma imediata, independente de sorteio ou prazo de encerramento do grupo, segundo explica Renata Rios, especialista em direito do consumidor da entidade. “Taxas de administração futura não podem ser cobradas e, caso ainda sim sejam cobradas, a pessoa pode procurar os órgãos de defesa do consumidor ou o Poder Judiciário”, alerta a especialista.

Outra solução para quem desiste de participar antes da contemplação é procurar uma segunda pessoa para assumir os pagamentos. De acordo com Rossi, essa pessoa será avaliada pela administradora, que vai verificar seu perfil. Em caso de aprovação, essa pessoa pode então entrar no consórcio no lugar de quem desistiu, assumindo as cotas e participando das assembleias como qualquer outro participante.

Fonte: Texto de Gabriela Ruic De Exame.com

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Sobrado frente ao Mar, Praia de Perequê






O sobrado localiza-se de frente para o mar, praia de Perequê, Porto Belo, S.C. tem aproximadamente, 230 m2 de área total; sendo três suites, um lavabo, cozinha, área de serviço, churrasqueira, sala ampla de estar e jantar e garagem p/ quatro carros. Valor: 750.000,00 R$

Apartamentos Bombinhas, 300 mts da Praia






Esse edificio é lançamento, está com todos os documentos em dia, escritura pública e habite-se. Excelente acababendo, sacadas revestidas com pastilhas, gás central com medidor para cada apartamento, 1 suite, 1 quarto, 1 banheiro externo, sala e cozinha juntos, churrasqueira, interfone, 1 vaga de garagem. 1 apartamento terreo, 2 no primeiro andar e 1 no segundo andar, todos medindo 70 m2. Localiza-se a aproximadamente 300 mts da praia de bombinhas, bairro centro, rua está toda calçada.

A partir de 190.000,00 R$ Térreo, 210.000,00 R$ primeiro andar, 220.000,00 R$ no segundo andar.

Obs: tabela sujeita a alteração sem aviso prévio.

Parceria de vendas, Corretora Maria Emilia

Os imóveis preferidos dos brasileiros em Miami


Quem compra uma segunda residência na cidade mais latina dos EUA geralmente desembolsa a partir de 700.000 dólares

São Paulo – Dólar em baixa e preços cada vez mais altos para a compra de imóveis em território nacional são os principais fatores que impulsionam o aumento da presença brasileira entre os estrangeiros que mais compram residências em Miami. Números da Associação de Corretores local revelam que, em 2010, brasileiros representaram cerca de 10% dos compradores de imóveis na cidade.

E a expectativa do setor local é que essa porcentagem continue a crescer pelos próximos dois anos. Pelo menos é o que afirma Mark Pordes, presidente da Pordes Residential, empresa que há 20 anos atua na venda de imóveis para estrangeiros, brasileiros principalmente.

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A cidade é conhecida por oferecer excelentes restaurantes, baladas e lojas sofisticadas, além de um clima ameno o ano inteiro. Essa combinação de imóveis de luxo a preços acessíveis com um estilo de vida que agrada os brasileiros fazem de Miami uma cidade magnética.

“Os brasileiros têm grande facilidade para chegar a Miami do que a outras cidades americanas devido à enorme oferta de voos diretos. Também conta a facilidade em se comunicar, pois grande parte da população local é de origem latina”, explica Pordes. Famílias com dois ou três filhos são o perfil mais comum de clientes em Miami, e vêm geralmente de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Cerca de 10 famílias brasileiras procuram a empresa de Pordes toda semana em busca de imóveis amplos, com 300 e 400 metros quadrados e que tenham entre 3 e 4 dormitórios. Para ele, brasileiros são objetivos em relação ao que desejam e querem usufruir em Miami de uma segunda ou terceira residência. “A maioria vem atrás de apartamentos, pois não existe a preocupação com manutenção. Também preferem um imóvel não apenas mobiliado, mas bem decorado.”

Fãs de empreendimentos grandes e com infraestrutura que inclua complexo de serviços, spa, atividades na praia e programas de saúde também são considerados bem atrativos. A faixa de valor no qual se enquadram os imóveis favoritos dos brasileiros em Miami começa em 700.000 dólares e pode atingir facilmente os 2 milhões de dólares. Pordes faz questão de lembrar que os valores pagos atualmente são até 40% menores que nos anos anteriores à crise que começou em 2008.

Fonte: Texto de Gabriela Ruic, de Exame.com

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Apartamentos Florianópolis, ao lado da ufsc


Apartamentos novos, nunca habitados,excelentes para moradia e para investidores. Ótima localização, Investimento garantido! Apartamentos de 3 e 2 Dormitórios, sala,sacada,churrasqueira,cozinha,área serviço e garagem.Edifício revestido com cerâmica,aquecimento a gás,elevador,persianas nos quartos, playground. bairro carvoeira,ao lado da Universidade Federal de Santa Catarina.
Apartamento de 2 dorm. 112 m2 a partir de 280.000,00 R$.
Apartamento de 3 dorm. 136 m2 a partir de 303.000,00 R$. Estes valores poderão sofrer alterações sem aviso Prévio.

Interessados, favor entrar com contato








Parceria de vendas, Corretora Maria Emilia

Um terço dos imóveis de alto padrão já são financiados


Maior parte dos milionários demonstra intenção de financiar seus imóveis, segundo levantamento de imobiliária

São Paulo – O financiamento de imóveis milionários já não é mais raridade e vem crescendo, como mostram números da imobiliária Coelho da Fonseca, especializada em imóveis de alto padrão. Mais de um terço dos imóveis de mais de 1,5 milhão de reais comercializados pela empresa no primeiro semestre foram financiados, alta de 7% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Segundo um levantamento feito pela imobiliária, no ano passado, 80% dos compradores de imóveis novos acima de 1,5 milhão de reais demonstraram intenção de financiar as unidades. Em contrapartida, no mercado de usados, apenas 40% adquiriram crédito para compra de imóveis de alto padrão.

De acordo com Cláudio Costa, gerente de financiamento da Coelho da Fonseca, os clientes de alto poder aquisitivo optam pelo financiamento para preservar sua liquidez. Eles até dispõem dos recursos necessários para quitar o imóvel à vista, mas preferem o crédito para manter o dinheiro aplicado. Muitos inclusive investem na ampliação de seus negócios.

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Os clientes de alta renda da Coelho da Fonseca financiam em média 60% do valor do imóvel, e costumam comprometer cerca de 30% da renda. A faixa etária desses mutuários é de 25 a 45 anos e, na imobiliária, a média de idade de quem adquire os financiamentos é de 40 anos.

Os valores financiados podem ser bastante altos. Segundo Cláudio Costa, é relativamente comum ver clientes simulando financiamento para compra de imóveis acima de 2 milhões de reais. Mas no ano passado, um empreendimento no bairro paulistano de Moema, teve 70% de suas unidades vendidas por cerca de 4,5 milhões de reais, e todos os compradores indicaram que optarão pelo financiamento após a entrega das chaves.

Fonte: Texto de Julia Wiltgen, de Exame.com

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sábado, 30 de julho de 2011

Bom domingo para você!

Reaching Beyond The Gold - The Impact of the Olympic Games on Real Estate Markets

Todo mundo concorda q o "fator olímpico" não é o preponderante no boom imobiliário carioca. Mas não custa dar uma olha no que ocorreu em outras cidades sedes.
Reaching Beyond The Gold - The Impact of the Olympic Games on Real Estate Markets
Este paper é bem antigo (2001), antes de Atenas:

http://iocc.ca/documents/OlympicImpactOnRealEstate.pdf

Algumas passagens interessantes:

"This paper examines these legacies for four recent Olympics hosts - Seoul  (1988), Barcelona (1992), Atlanta (1996) and Sydney (2000) - and anticipates potential impacts for Athens (2004)."

"The hosting of the Olympics (and other major world events) has a significant and varied impact on the
real estate market, but these impacts are largely indirect and are experienced over a long timeframe.
More direct, short-term impacts, are largely focused on the hotel and tourism sector. Real estate impacts tend
to be a consequence of decisions driven by other motivations, such as image and self-promotion, which provide indirect benefits to the sector."

"The motivation for hosting the Olympics clearly varies between cities. More established cities (eg Atlanta,
Sydney or Paris) are less concerned with geo-political considerations than less developed cities (Seoul,
Barcelona or Beijing"

"The direct real estate implications of hosting major events depend upon the size and relative maturity of the
local property market. These impacts appear greater on smaller and less mature market"

"As might be expected, the greatest consistency lies within the hotel industry, with all four host cities
approaching the peak of their market cycle in their respective Olympic years. Hotel markets have tended to
slip over the crest relatively quickly following the Games, reflecting a softening of performance as a result of the artificial peak created in the Olympic year. However, the markets tend to recover quickly, creating a strong growth position for the years following the Games in which general market cycle influences prevail."

"In the residential market, while Seoul and Barcelona experienced rapid increases in housing prices and
rentals in their respective Olympic years, Atlanta and Sydney experienced little or no Olympic related boost.
The true “Olympic-effect” on the residential sector is not in prices, but in the development of new districts within the Olympic precinct"

"Of the four recent host cities, the impact on the residential market was most pronounced in Barcelona, where the Olympics is cited as a major contributor to increases in residential values of between 250% and 300% over the period 1986 – 1993."

Abs

Decoração que cabe no bolso

Garimpar e customizar são alternativas para ter a decoração dos sonhos a um preço mais baixo.

 

Produtos garimpados no mercado de BH, projeto AKinteriores.


Muita gente acredita que decorar a casa é um luxo que não cabe no orçamento. A boa notícia é que existem várias opções para deixar o lar criativo, chique e, o melhor, gastando pouco. Os profissionais do segmento estão de olho no aumento pela busca por recursos de decoração com um custo mais baixo e oferecem dicas e ideias que atendem a todos os públicos.
Para a designer de interiores Carla Fontoura, a grande procura por uma decoração mais acessível se deve ao boom imobiliário, que gerou um número significativo de consumidores que adquiriram a casa própria. Após a realização deste sonho, vem o segundo passo: deixar a casa mais bonita: “As pessoas querem ter o lar mais aconchegante de forma a valorizar o empreendimento. Isso é possível quando o profissional consegue descobrir produtos de design e qualidade para ambientar os espaços”, destaca.
Contudo, como fazer para não errar na hora de decorar a casa e ainda gastar pouco dinheiro? A resposta é simples. A contratação de um profissional da área é indispensável! E isso não significa gastar mais, pelo contrário, é o arquiteto ou designer que vai desenvolver um projeto a um custo menor, além de avaliar as prioridades e o que exatamente deve ser feito. Segundo Carla, é este o atual objetivo dos profissionais: “Tornar a decoração acessível e realizável”.
Para que isso seja possível é necessário customizar móveis e objetos. Outra opção é mudar o layout dos móveis, a fim de proporcionar novos ares ao ambiente, sugerem Ana Karina Chaves e Klazina Norden, da AKinteriores. Porém, a grande sacada é garimpar peças: “Buscar objetos em feiras, mercados e antiquários usando a criatividade e bom gosto alivia no orçamento do projeto, além de conferir originalidade”.
 

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Curiosidades sobre bolhas pelo mundo

"Nos anos 20, a Flórida vivenciou um grande boom imobiliário. A população estava crescendo e havia uma escassez de habitações. Notícias de que investidores tinham dobrado ou até triplicado seu capital começaram a atrair mais especuladores. Facilidades de crédito estimulavam ainda mais o processo de alta. Há casos de terrenos que custavam US$ 800 mil em 1923 e que foram vendidos por US$ 1,5 milhões em 1924 e por US$ 4 milhões em 1925. No topo do boom, havia 75.000 corretores de imóveis em Miami, ou seja 1/3 da população da cidade. Evidentemente, a festa terminou. Em 1926, já não podiam ser encontrados novos compradores. Os especuladores se desesperaram e começaram a baixar os preços. Um colapso aconteceu. 

No Japão, entre 1955 e 1990, o valor dos imóveis aumentou mais de 75 vezes. Em 1990, o valor de todas as propriedades era estimado em quase 20 trilhões de dólares, mais de duas vezes o valor de mercado de todas as ações em Bolsa no mundo. Os Estados Unidos são 25 vezes maiores do que o Japão, mas o conjunto de imóveis japoneses chegou a valer 5 vezes o conjunto total de imóveis americanos. Teoricamente, se alguém vendesse Tóquio inteira, poderia apurar quantia suficiente para comprar todos os imóveis dos Estados Unidos. Só o valor atribuído ao Palácio Imperial japonês era suficiente para comprar todos os imóveis da Califórnia. Em 1990, se você vendesse todos os campos de golfe do Japão, teria condições de comprar a Austrália inteira. O que alimentou isso? A crença de que nunca se perde dinheiro com imóveis. E os que têm interesse em promover essa lenda são capazes de elaborar vários tipos de argumentos para sustentar os preços. Mas só por algum tempo. O colapso aconteceu em 1990, quando o Banco do Japão aumentou as taxas de juros para conter a inflação. A lei da gravidade de Isaac Newton voltou a funcionar no mercado de imóveis japonês." 

Fonte: livro de Mauro Halfeld



Abs

VENDO APARTAMENTO EM LARANJEIRAS



VENDO APARTAMENTO EM LARANJEIRAS CENÁRIO LARANJEIRAS
















































































































































































































MELHOR DESCONTO PESSOAL DO MERCADO DO RIO - 


(21)9346-9446


O MAIA

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