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terça-feira, 31 de maio de 2011

A divisão do mercado de financiamento imobiliario

Segundo o Press Release 1T2011 da Caixa, pag 14, o saldo do credito habitacional foi 108 bi em 2010, sendo 56 bi relativos ao SBPE, e 51 bi c/ recursos do FGTS.

O primeiro numero nos leva a crer que a CEF é a única operadora de financiamento habitacional c/ recursos de caderneta, pois foi exatamente este o valor no ano passado, segundo a ABECIP.

Neste gráfico enviado pelo José, vemos q a CEF responde por 69% do mercado:

Numa conta rápida, temos q o saldo total de financiamento imobiliário em 2010 foi de 156 bi.

Abs

Alugar x Financiar, eterna polêmica

Acho q esse assunto ainda não foi esgotado e ficaram algumas duvidas no ar (pelo menos pra mim).

Segundo o José, financiando um imovel vc ficaria "ativo em inflação e passivo em tr".

Ou seja, traduzindo, vc teria um ativo (a casa) "indexado" à inflação e um passivo (o saldo devedor) reajustado pela TR (que é quase nada). Lembrando q o ativo é maior q o passivo, pois tem a entrada.

O fato de ter uma prestação reajustada pela TR (1 ou 2% a.a.) seria muito melhor do que um aluguel reajustado pelo IGPM (10% a.a. atualmente).

Só que tem um porém: os aluguéis não tem obrigação de ser reajustados pelo IGPM, isso vale dentro do contrato, geralmente de 30 meses. Nas viradas de contrato, vale a lei de mercado, ultimamente, tem sido BEM acima do IGPM.

Mas nada impede q no futuro, com uma crise, os aluguéis sejam reajustados p/ baixo.

Está correto meu raciocínio?

Abs

Dica de Leitura

capa do livro Pedro Compra Tudo e Aninha dá Recados
No livro infantil “Pedro compra tudo e Aninha dá recados” (Editora Cortez, 2007), a autora Maria de Lourdes Coelho aborda uma questão séria e atual: o consumismo. Pedro é um garoto que quer comprar tudo o que vê e vive fugindo dos conselhos de sua amiga Aninha, uma consumidora consciente. 

Com ilustrações de Silvia Aroeira, as 24 páginas de  “Pedro compra tudo e Aninha dá recados", traz em uma linguagem simples e direta, várias informações sobre os direitos do consumidor.

Decoração temática



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imagens:wunderweib

Educação para o Consumo em Mato Grosso

O Procon de Mato Grosso promoverá, entre os dias 08 e 10 de junho, o 1º Seminário Matogrossense de Educação para o Consumo,  com o tema Consumo Sustentável. O evento será realizado no auditório da OAB-MT.

O evento é voltado para os Procons Municipais, Estaduais, Instituições governamentais e não governamentais, Secretarias Estaduais e Municipais do Meio Ambiente, Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, Professores, Acadêmicos da área de Geografia, Pedagogia, Psicologia, Turismo, Direito e a sociedade em geral.

O seminário oferece 240 vagas e o valor da inscrição é (01) uma sacola retornável em lona ecológica 100% algodão.

Mais informações sobre o evento podem ser obtidas através do site http://www.procon.mt.gov.br/ e pelos telefones: (65) 3613-8500 / 8506/ 8512.

Do Procon de Mato Grosso

Encontro Imobiliário

   

    A Universidade Corporativa Sciesp (UNISciesp) mantida pelo Sindicato realiza o Programa Encontro Imobiliário toda terça-feira às 19h30. O Encontro Imobiliário objetiva informar o corretor de imóveis sobre diversos assuntos relacionados ao mercado de imóveis.

    No último dia 24, o auditório Newton Bicudo recebeu a corretora de imóveis e advogada especialista em Direito Imobiliário, Elaine Rodrigues que proferiu conferência sobre "Documentação Imobiliária".

    De acordo com o presidente do Sindicato, Alexandre Tirelli, a busca pelo aprimoramento profissional deve ser constante na vida do corretor. Para isso, envidamos esforços para trazer os melhores profissionais do setor para dividir conhecimento com os corretores.

    Os Encontros são transmitidos ao vivo pela TV O Corretor que disponibiliza um acervo de conferências no site do Sindicato. Acesse e confira na integra as entrevistas com diversas personalidades do segmento. http://www.youtube.com/Sciesp1

Confira a programação:

07/06 - "A Arquitetura do Dia a Dia do corretor do Imóveis" com Wellington Sendas.

14/06 - "Desmestificando o Seguro de Fiança Localítica" com Maria Cristina Caldeiras Dias.

21/06 - "Tudo que o Corretor de Imóveis Precisa Saber Sobre Condomínios" com Márcio Rachkorsky.

28/06 - "O Futuro dos Negócios no Brasil" com Marcos Troyjon.

Mais informações e inscrições pelo site do Sindicato http://www.sciesp.org.br/, pelos telefones (11) 3889-6299 e para outras localidades 0800-176817 ou então envie um e-mail para inscricoes@sciesp.org.br.

Conhecer regras do condomínio evita atrito com síndico e moradores

Regras antigas nem sempre agradam a moradores novos. Antes de assinar o contrato é importante verificar a convenção do condomínio.



O espaço é amplo, a vista é boa e fica bem perto de tudo. Mas e as normas do condomínio, você conhece? Antes de fechar negócio, é bom se informar. Regras antigas nem sempre agradam a moradores novos.

O sonho do imóvel ideal enche de planos a cabeça de muita gente. “A gente está atrás de segurança”, diz a microempresária Jéssica Campos. “Piscina, uma churrasqueira, um playground... ai que delícia! Tudo de bom!”, sonha a garçonete Helenita Moreira.

O sonho da casa própria ou de alugar aquele apartamento pode se transformar em um pesadelo se depois da mudança você descobrir que as regras de convivência não são bem do jeito que você imaginava. Além do preço, da localização e do tamanho, antes de assinar o contrato é importante verificar a convenção do condomínio.

Reunir os moradores não é fácil. No prédio da síndica Ieda Maria Iage Resende, foram mais de 20 anos de brigas até adequar a convenção. Hoje, as regras são rígidas. Por isso, a síndica faz questão de entregar o regulamento aos novos moradores.

“Na piscina, o condômino tem direito a trazer um convidado e acabou. Na quadra, o horário é até 22h. Até seis pessoas não pode acender os holofotes”, conta a Dona Ieda.

A enfermeira Thaisa Brandão Mendes estudou a convenção antes de se mudar. Bichos de estimação só dentro do apartamento. Nas áreas comuns, nem pensar. “Para você ter até uma boa convivência com todo mundo no prédio”, resume.

“Quando você adquire um apartamento, você está comprando a convenção, e ela que vai decidir sua vida no condomínio. As regras já estão estipuladas lá. Já estão registradas e, para fazer uma mudança, precisa de dois terços dos moradores presentes em assembleia”, explica Marcelo Duarte, especialista em condomínio e diretor do Sindicato da Habitação (Secovi) de São Paulo.

Especialista em condomínios ressalta importência de seguir regras



O Bom Dia Brasil conversou com o advogado Márcio Rachkorsky, especialista em condomínios, para falar sobre a importância de conhecer as regras estabelecidas por síndicos e moradores. Ele explicou que há vários tipos de regulamentação.

“A convenção é a lei interna. Além disso, tem o regulamento interno, que faz as normas do dia a dia, como as relacionadas à churrasqueira, piscina e quadra. E tem a ata da assembleia para saber o que os moradores decidiram”, disse.

O advogado contou que mudar a convenção é muito difícil, pois é preciso ter a presença de dois terços dos moradores em assembleia. Segundo ele, a dica para mudar uma norma é modificar o regulamento interno, que precisa apenas de maioria simples.

Sobre possíveis problemas causados pela presença de animais em imóveis, o especialista afirmou que há convenções que proíbem bichos, mas o Judiciário entende que isso não é válido. “Acaba-se autorizando bichos pequenos, desde que os donos cumpram as regras”, apontou Márcio Rachkorsky, que ressaltou ainda que, caso um morador desrespeite as regras, é possível aplicar uma punição: “Todo regulamento tem uma norma e penalidade. O síndico vai mexer na parte mais sensível do morador: o bolso.”

Ele esclareceu também as diferenças entre convenção e regulamento interno. “A convenção é o que vem pronto pela construtora. É mais difícil de alterar. O regulamento interno é mais maleável e é fácil de usar. O síndico e o zelador precisam andar com ele debaixo do braço. O regulamento é complementado pelas atas da assembleia, que é quando os moradores se reúnem para tomar decisões”, disse.

Rachkorsky concluiu alertando que um dos principais motivos para confusões em condomínios é a garagem. “Verifiquem se seu carro cabe na garagem. Senão, terá problemas.”

*com informações do Bom Dia Brasil

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Quarto de casal com closet e home office


imagens:wunderweib

Radl & Fashion Show 2011

Alguns momentos do Radl & Fashion Show 2011 , realizado no dia 21 maio em Munique, fazendo parte da programação do "Radlschau und Radlnacht 2011" , um dos eventos mais importantes sobre ciclismo da cidade.









Confira o vídeo completo dos desfiles do evento. É longo mais vale a pena!

Cartão de crédito: conheça as novas regras

Cartões
Foto: SXC
A partir de 1º de junho, quarta-feira, entram em vigor as novas regras dos cartões de crédito, determinadas pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) do Banco Central através da Resolução 3.919. Segundo as novas determinações, as instituições financeiras não poderão mais emitir cartões de crédito sem a solicitação do cliente - prática considerada abusiva há 20 anos pelo Código de Defesa do Consumidor.

As administradoras serão obrigadas a ofertar o cartão de crédito básico - modalidade não pode possuir programas de recompensa ou benefícios ao consumidor. Este tipo de cartão deverá ter anuidade menor em relação aos cartões nacionais e internacionais.

Ainda de acordo com a nova Resolução, as administradoras de cartão poderão cobrar apenas cinco tarifas: anuidade (que deve ser), pagamentos de contas, fornecimento de 2ª via, utilização para saques e pedido de urgência na análise para aumento do limite. Diminuindo assim o elevado número de tarifas existentes hoje, que dependendo da instituição, pode  ultrapassar a 40.

No  entanto, as  novas regras tarifárias só valem para quem adquirir o cartão a partir de 1º de junho, para  os cartões emitidos até 31 de maio, as normas entrarão em vigor somente em 1º junho de 2012. 

Também a partir de 1º de junho, o valor mínimo para o crédito rotativo passa de 10% para 15%.

Outra novidade é que as informações da fatura devem ser mais claras, agora as administradoras serão obrigadas a demonstrar o Custo Efetivo Total (CET) das operações de crédito que poderão ser contratadas no próximo período; discriminar os encargos cobrados em cada operação; todos os gastos realizados com o cartão, inclusive os parcelados; além de constar as tarifas cobradas e os limites de crédito total e individual de cada operação (saques e compras).

Para mais informações sobre as novas regras, acesse a cartilha elaborada pelo Banco Central, clicando aqui.

Análise do Procon-SP

Na avaliação do Procon-SP as mudanças são positivas na medida em que padronizam as tarifas e ajudam o consumidor a controlar melhor o pagamento da fatura. Mas é preciso ter certeza de que, com essas alterações, haverá de fato uma conquista para os consumidores com a efetiva redução dos valores das tarifas.


DF tem metro quadrado mais caro do Brasil

DF tem metro quadrado mais caro do Brasil

Crédito da casa pelo FGTS é mais barato

Para quem pretende financiar um imóvel de até R$ 500 mil o melhor crédito é o que empresta a grana do fundo geral do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Chamado de Pró-cotista, esse tipo de financiamento garante uma entrada menor do que em relação ao SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), que usa a grana da poupança que os bancos são obrigados a reservar para financiar imóveis.

A diferença fundamental no valor da entrada é que os juros do Pró-cotista são mais baixos. No entanto, para pegar esse tipo de crédito, que só é oferecido pela Caixa Econômica Federal, é preciso ter três anos de conta no FGTS e não ter outro imóvel residencial.

Delícias da Ariana - Sopa de abóbora, gengibre e especiarias

A partir desta semana publicaremos aqui no blog da Deluxe receitas exclusivas da chef de cozinha Ariana Lenti. Em sua estreia, a nossa gourmet predileta nos indica uma sopa muito fácil de fazer e perfeita para as noites de inverno.

Sopa de abóbora, gengibre e especiarias

Você vai precisar de:
500 g de abóbora pescoço
½ dente de alho
1 colher (sopa) de gengibre ralado
1 canela em pau
1 anis estrelado
Raspas de noz moscada
Raspas de laranja
Sal
Cebolinha para decorar


Modo de preparo:
Lave, descasque e corte a abóbora em pedaços grandes. Coloque para ferver em uma panela a abóbora e o alho com pouca água, o suficiente para cobrir. Tampe a panela e deixe que cozinhe em fogo baixo até que a abóbora esteja macia, aproximadamente 15 minutos. Lembre-se de cuidar para a água não secar. Bata a abóbora e o alho no liquidificador com um pouquinho da água do cozimento, reserve o restante da água, a consistência é parecida com a de um purê. Coloque a abóbora batida na panela, em fogo baixo, e acrescente os outros ingredientes. Deixe cozinhar por 10 minutos para que todos os aromas se soltem. Coloque a água do cozimento aos poucos se achar que tem necessidade. Verifique o sal. Corte a cebolinha, prefira usar a parte branca, perto da raiz que é mais aromática e coloque-as diretamente no prato por cima da sopa servida.

Serve duas pessoas
Dica: Quem quiser incrementar essa sopa, pode acrescentar um pouquinho de nata. Cabe também queijos macios como um brie ou camembert.

Além de ser leve e super aromática ela também tem propriedades que ajudam a prevenir a gripe, por conta do anis, desintoxicantes vindas do gengibre e afrodisíacas deixadas pela a canela.


Virada Sustentável

Foto: SXC
Durante o final de semana do Dia Mundial do Meio Ambiente, 04 e 05 de junho, será realizada, na cidade de São Paulo, a primeira edição da Virada Sustentável. Estão programadas mais de 300 atividades culturais e educativas, ligadas aos temas da sustentabilidade.

O objetivo do evento é ampliar a informação sobre sustentabilidade, usando a arte e a cultura como principais ferramentas de comunicação.

Mais de 60 espaços e parques da capital paulistana receberão atividades de ioga, meditação, filmes, oficinas, workshops, peças teatrais e shows de música, sempre com conteúdo ligado ao meio ambiente, biodiversidade, direitos humanos, mudanças climáticas, mobilidade urbana, lixo, qualidade de vida, entre outros temas ligados à sustentabilidade.

Todas as atrações são gratuitas. No sábado, dia 04, as atividades irão das 08h às 24 horas. No domingo, dia 05, começam às 08h e terminam às 20 horas.


Mobilização

A Virada Sustentável tem o apoio da da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo.

Conta ainda com o apoio institucional da Rede Nossa São Paulo e do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, além de parcerias com a agência de publicidade Lew’Lara/TBWA,Farah Service, Lead Comunicação e Sustentabilidade, Globo São Paulo, Rádio Eldorado, Trip Editora e Green CO2 (empresa responsável pelo inventário e neutralização das emissões de gases de efeito estufa de todo o evento).

A programação completa poderá ser acessada no site http://www.viradasustentavel.com/

Da Agência Imprensa Oficial

LOFT EM AUSTIM – TEXAS

LOFT1

Projeto: Studio D+FORM

LOFT2

LOFT3

RESIDÊNCIA EM NEW YORK

Apto5

Projeto da empresa Alexander Gorlin Arquitetos. (via Architizer)

apto2

apto1

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apto4

domingo, 29 de maio de 2011

Quarto nas cores rosa, branco, chocolate

imagens:1bijoukaleidoscope,2pinterest

A alta dos imóveis explicada



A alta dos imóveis explicada pelo alongamento de prazos e aumento de renda, enviado pelo Jose...

Segundo ele o aumento real de renda no período 2008-2011 e o alongamento dos prazos de financiamento explicam um aumento de preços de quase 100%, que corresponde ao aumento no Rio no período.

O que eu não entendi ainda é: e a queda nos juros? Onde entra nessa conta?

Abs

Índice de Basiléia

Temos q ficar de olho na saúde de nossos bancos...

A fonte oficial:

Prestação de Contas
Lei de Responsabilidade Fiscal
05 de Maio de 2011
http://www.bcb.gov.br/pec/appron/apres/CMO%20Site.pdf, Pág 17

Notícia do Estadão:
http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios+setor-financeiro,bancos-medios-pagam-mais-para-captar-recursos-e-tem-de-segurar-o-credito,not_66995,0.htm


“O Índice de Basileia mede quanto uma instituição financeira pode utilizar para crédito sem comprometer sua solidez financeira.”
“Dados do Banco Central mostram que treze bancos estão com níveis apertados ou insuficientes de capital. Um levantamento com base nos balanços dos bancos enviados ao BC mostra que três instituições, entre elas os bancos Matone e Schahin, recentemente envolvidos em negócios com outros bancos, estavam com índice de Basileia abaixo do mínimo exigido pela autoridade monetária, de 11%. Outros dez estão acima, mas muito próximos do porcentual exigido. Com isso, qualquer crescimento maior das operações de crédito pode comprometer a estrutura de capital dos bancos.”
“O mínimo exigido no Brasil está acima da média internacional, de 8%.”
“O executivo destaca que o Índice de Basileia médio do sistema financeiro brasileiro está na casa dos 16%, bem acima do mínimo exigido pelo BC.”
Abs

Novas regras para o programa Minha Casa, Minha Vida 2




O governo federal anunciou, no último dia 12/5, novas regras para o programa Minha Casa, Minha Vida 2, que contará com investimentos, até 2014, de R$ 71,7 bilhões – R$ 62,2 bilhões do Orçamento Geral da União e R$ 9,5 bilhões do FGTS. A segunda fase do programa foi aprovada no dia 10/5 pelo Senado Federal, na forma de Projeto de Lei de Conversão (PLV 10/2011), originado na Medida Provisória 514/10, que agora segue para sanção presidencial. A meta é contratar, num período de quatro anos, dois milhões de unidades habitacionais.

Em entrevista coletiva concedida em Brasília, a secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, informou que 60% das unidades habitacionais serão destinadas a famílias com renda mensal de até R$ 1.395,00, com o subsídio do governo podendo chegar a 95% do valor do imóvel. Para adquirir a casa própria, essas famílias deverão arcar com 10% da renda, com limite mínimo de R$ 50,00, por 120 mêses. Nessa modalidade, o imóvel não poderá ser vendido antes de dez anos, a não ser que as famílias quitem o valor total, incluindo o subsídio. O objetivo, segundo Inês, é evitar a venda prematura do empreendimento.

“A pessoa que decidir vender vai ter que pagar o valor total, sem o subsídio do imóvel. Caso a família tenha a venda como um fato, ela só pode vender o imóvel depois de quitá-lo”, informou.

Outra mudança da segunda versão do programa habitacional é o fim do limite de cinco pavimentos para os prédios residenciais populares em áreas urbanas centrais e regiões metropolitanas e a possibilidade de instalação de comércio no térreo destes imóveis. A secretária explica que o objetivo da verticalização é ampliar a oferta de imóveis à população de baixa renda. Ainda de acordo com ela, ao liberar a exploração comercial no térreo dos empreendimentos, o governo possibilita uma saída ao custeio do condomínio.

O Minha Casa, Minha Vida 2 prevê que mulheres separadas podem adquirir um imóvel mesmo sem a outorga do cônjuge ou no caso em que não houve divórcio judicial. Essa modalidade é limitada às famílias com renda mensal de até R$ 1.395,00.

Uma nova regra permite, ainda, a aquisição de imóveis, por meio do programa, nas áreas em processo de desapropriação, em operações de urbanização de favelas e assentamentos precários. Nesses casos, é possível a aquisição e cessão dos direitos de posse. Ao final do processo de desapropriação, o direito de propriedade do imóvel será transferido às famílias beneficiárias.

Cadastro nacional - Uma das novidades incluídas na nova fase do programa é a instituição de um cadastro de beneficiários de programas habitacionais ou rurais. O objetivo – explica a secretária – é imprimir maior controle no processo de concessão de subvenções. A partir do cadastro, o governo terá maior controle e monitoramento dos benefícios, evitando que alguém receba o subsídio mais de uma vez.

“Um desafio nosso é gradativamente consolidar num único instrumento os benefícios financiados pela União, estados e municípios. É um instrumento que vai permitir maior controle dos processos”, explicou.

Como aderir ao programa – As famílias que se encaixam nas regras do Minha Casa, Minha Vida 2, que tiverem interesse em adquirir um imóvel, devem procurar a prefeitura municipal. A partir dessa manifestação, as famílias serão inseridas em um cadastro nacional. Se selecionadas, serão chamadas pela Caixa Econômica Federal para assinatura de contrato, informou Inês Magalhães.


Fonte : Blog do Planalto

Real Estate Economics

Tirado de:
http://en.wikipedia.org/wiki/Real_estate_economics

Características do mercado imobiliário, fundamental saber isso p/ entender que maluquice estamos vivendo...

Durability - Real estate is durable. A building can last for decades or even centuries, and the land underneath it is practically indestructible. Because of this, real estate markets are modeled as a stock/flow market. About 98% of supply consists of the stock of existing houses, while about 2% consists of the flow of new development. The stock of real estate supply in any period is determined by the existing stock in the previous period, the rate of deterioration of the existing stock, the rate of renovation of the existing stock, and the flow of new development in the current period. The effect of real estate market adjustments tend to be mitigated by the relatively large stock of existing buildings.

Heterogeneous - Every piece of real estate is unique, in terms of its location, in terms of the building, and in terms of its financing. This makes pricing difficult, increases search costs, creates information asymmetry and greatly restricts substitutability. To get around this problem, economists (beginning with Muth (1960)) define supply in terms of service units, that is, any physical unit can be deconstructed into the services that it provides. Olsen (1969) describes these units of housing services as an unobservable theoretical construct. Housing stock depreciates making it qualitatively different from a new building. The market equilibrating process operates across multiple quality levels. Further, the real estate market is typically divided into residential, commercial, and industrial segments. It can also be further divided into subcategories like recreational, income generating, area, historical/protected, etc.

High Transaction costs - Buying and/or moving into a home costs much more than most types of transactions. These costs include search costs, real estate fees, moving costs, legal fees, land transfer taxes, and deed registration fees. Transaction costs for the seller typically range between 1.5 - 6% of the purchase price. In some countries in Continental Europe, transaction costs for both buyer and seller can range between 15 - 20%.

Long time delays - The market adjustment process is subject to time delays due to the length of time it takes to finance, design, and construct new supply, and also due to the relatively slow rate of change of demand. Because of these lags there is a great potential for disequilibrium in the short run. Adjustment mechanisms tend to be slow, relative to more fluid markets.

Both an investment good and a consumption good - Real estate can be purchased with the expectation of attaining a return (an investment good), or with the intention of using it (a consumption good), or both. These functions can be separated (with market participants concentrating on one or the other function) or can be combined (in the case of the person that lives in a house that they own). This dual nature of the good means that it is not uncommon for people to over-invest in real estate, that is, to invest more money in an asset than it is worth on the open market.

Immobility - Real estate is locationally immobile (save for mobile homes, but the land underneath them is still immobile). Consumers come to the good rather than the good going to the consumer. Because of this, there can be no physical market-place. This spatial fixity means that market adjustment must occur by people moving to dwelling units, rather than the movement of the goods. For example, if tastes change and more people demand suburban houses, people must find housing in the suburbs, because it is impossible to bring their existing house and lot to the suburb (even a mobile home owner, who could move the house, must still find a new lot). Spatial fixity combined with the close proximity of housing units in urban areas suggest the potential for externalities inherent in a given location.

Abs

'O corretor de imóveis estará entre as cinco melhores profissões do futuro'

sábado, 28 de maio de 2011

Uma fachada grafitada! ARTE 3D

VENDO APARTAMENTO NA FREGUESIA@@@



ESTRADA DOS TRÊS RIOS - 5 MINUTOS DA BARRA




































































VENDAS - (21) 3795-9446

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