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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Como financiar um imóvel de acordo com sua renda

Após aumento de garantias dos bancos, até mesmo imóveis de milhões de reais já podem ser financiados


Julia Wiltgen, de EXAME.com
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29/07/2010 12:02
São Paulo - Foi-se o tempo em que financiar a compra da casa própria era coisa apenas de quem tinha boa situação financeira. O aumento das garantias para os credores possibilitou o acesso das camadas de baixa renda ao crédito e ampliou as possibilidades para os consumidores de imóveis de alto padrão. Hoje em dia já é possível financiar desde imóveis mais baratos, na faixa de até 130.000 reais, até aqueles que custam alguns milhões - o que era considerado uma loucura até certo tempo atrás.

O financiamento habitacional brasileiro mudou. A Caixa Econômica Federal, embora ainda detentora de 80% desse mercado, vem enfrentando a concorrência de bancos privados, principalmente nos segmentos de mais alta renda.
Nos últimos dez anos, a inadimplência foi reduzida de 12% a menos de 3%. A possibilidade de alienação fiduciária, em que o imóvel vira a garantia de que o empréstimo será pago, deu mais segurança aos credores.
E se em 2004 a média de mercado era financiar 46% do valor do imóvel, em 2010 essa fatia saltou para 61%. Mas o crédito imobiliário ainda tem muito que caminhar, pois representa apenas 3% do PIB brasileiro, ao passo que em outras nações emergentes, como México e China, já atingiu 10% do PIB.

Esse novo cenário vem acompanhado de forte valorização e aumento da liquidez dos imóveis, principalmente nos grandes centros urbanos. Também cresceram as possibilidades para quem sonha com o primeiro imóvel próprio ou mesmo para quem faz desse tipo de aquisição um investimento. Quem não costumava ter crédito na praça já pode se beneficiar das condições do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.
Trabalhadores com carteira assinada que buscam imóveis de médio padrão passaram a ter acesso aos recursos do FGTS para financiar a compra da primeira moradia. E mesmo aqueles que possuem renda mais elevada e só desejam diversificar os investimentos podem recorrer a financiamentos.O mercado de imóveis de luxo no Brasil está, inclusive, bastante esperançoso. Com condições semelhantes aos financiamentos de imóveis de médio padrão, bancos como o Itaú Unibanco e o Santander firmaram parcerias com imobiliárias - a Coelho da Fonseca e a Sotheby’s, respectivamente - para financiar casas e apartamentos de alguns milhões de reais.
Pode parecer loucura, mas um empréstimo desse porte tem razão de ser: em geral, os mutuários são empresários e altos executivos que preferem pagar a compra aos poucos a tirar dinheiro de seus outros investimentos. "No caso de empresários, vale mais a pena investir no próprio negócio do que pagar um imóvel à vista", explica Fabrizio Ianelli, superintendente de negócios imobiliários do Santander.
Confira, a seguir, como contratar um financiamento imobiliário e como funcionam as linhas de crédito para diferentes faixas de renda e objetivos de compra - do imóvel pronto para morar à construção da casa própria.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Bradesco eleva previsão para crédito imobiliário em 2010

Diante da boa demanda no primeiro semestre, banco eleva para 7,5 bilhões de reais a estimativa de contratações no ano



São Paulo - O bom momento do mercado imobiliário levou o Bradesco a elevar sua estimativa de liberação de financiamentos para o setor. Em teleconferência com analistas e jornalistas nesta quarta-feira (28/7) (leia a reportagem), o presidente do banco, Luiz Carlos Trabuco, afirmou que o banco espera encerrar o ano com 7,5 bilhões de reais em créditos imobiliários. A expectativa anterior era de 6,5 bilhões.

De acordo com Trabuco, a decisão de revisar o guidance (conjunto de metas para o ano) baseou-se no bom resultado do primeiro semestre. A instituição encerrou junho com 4,234 bilhões de reais em recursos destinados ao mercado imobiliário, entre aquisição e construção. O montante refere-se a 30.999 unidades financiadas.

Trabuco lembrou que o Bradesco encerrou 2009 com créditos contratados de 4,9 bilhões de reais no setor imobiliário. Assim, o volume de contratos do primeiro semestre já ficou muito próximo de tudo o que o banco havia obtido no ano passado, mostrando mais força que o esperado. "A demanda é evidente, por isso, revisamos as estimativas", disse.


Carteira


Não foi apenas o crédito imobiliário que impulsionou a carteira do Bradesco. O bom momento da economia e a melhoria da renda dos brasileiros também sustentaram o crescimento de outros tipos de operações. A carteira consolidado de crédito, no primeiro semestre, somou 244,789 bilhões de reais. A cifra é 15,05% maior que a do mesmo período do ano passado.

LAREIRAS ECOLOGICAMENTE CORRETAS

EcoFireplaces são lareiras ecologicamente corretas pois aquecem sem poluir o ambiente utilizando o Bio Fluido, produto obtido de fontes renováveis, que produz uma chama alta, consistente, amarela e duradoura. Veja alguns exemplos de ambientes:

lareira1

Marcia Leitão - Casa Cor Sorocaba 2009

lareira3

Maristela Grion Frias de Campos - Casa Cor Campinas 2009

lareira2

Walléria Teixeira - Casa Cor Brasília 2009

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Marco e Volmar Stancati - Casa Cor 2009

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Marco e Volmar Stancati - Casa Cor 2009

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Luiz Carlos Orsini - Casa Cor 2009

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Raquel Del Valle - Campinas Decor 2010

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Entrevista: Wellintgon Sendas

A arte de projetar e edificar o ambiente habitado pelo ser humano ou, simplesmente, arquitetura será o assunto da TV O Corretor. O arquiteto Wellington Sendas é o nosso convidado a dismistificar a avaliação de imóveis, o zoneamento da cidade de São Paulo e, principalmente, a peculiaridade dos imóveis atuais e também dos tombados.

Confira as novidades do mercado imobiliário no www.twitter.com/sciesp

terça-feira, 27 de julho de 2010

''Cirurgia plástica'' chega a dobrar preços de prédios

Chamada de retrofit, modernização de edifícios vira moda em imóveis mais baratos; retorno é dez vezes maior que investimento

27 de julho de 2010
Rodrigo Brancatelli - O Estado de S.Paulo

Foram exatos 17 meses e duas semanas aguentando o barulho de picaretas, de marteladas, de ladrilhos quebrando e de operários trabalhando de manhã até tardinha. Dona Carmem Castelo Domingues, médica aposentada de 68 anos, chegou a perder um prato de porcelana que pertenceu a sua mãe - por causa de uma megaobra de modernização em seu prédio na zona oeste de São Paulo, a parede de sua sala rachou e a tal lembrança da família espatifou no chão. Isso sem falar no elevador, que ficou intermináveis semanas sem funcionar. "Moro no quinto andar", resume ela, sem um pingo de ironia na voz.
Dona Carmem acabou se acostumando com as marteladas e, no fim da reforma, viu seu apartamento valorizar 40%. "Antes da obra falavam que meu imóvel valia R$ 200 mil. Agora, calculam pelo menos R$ 280 mil", conta ela, agora esboçando um sorriso. "Valeu a dor de cabeça." Para muitos outros paulistanos, também tem valido - tendência internacional, a técnica de revitalização de edifícios antigos, chamada de retrofit, já começa a tomar conta da paisagem de São Paulo e a valorizar prédios históricos da capital que estavam degradados.
Imóvel antigo, mas com cara de novo em folha. De dois anos para cá, a palavra retrofit definitivamente entrou no vocabulário do paulistano. A cena de prédios antigos envelopados com telas de proteção já virou chavão em bairros como Perdizes, Sumaré, Bela Vista, Barra Funda, Cerqueira César, Liberdade, Santa Cecília e Vila Buarque, onde boa parte dos edifícios foi construída entre 1960 e 1980 - além de começar a se tornar comum em imóveis de classe média e em regiões mais novas da capital, como Morumbi e Moema.
Retorno financeiro. Essa onda de retrofit explica-se basicamente pelo boom imobiliário e pela escassez de espaços urbanos, principalmente terrenos vagos. As reformas variam de uma simples cirurgia plástica na fachada até uma total troca de elevadores, sistema hidráulico e elétrico - pode-se ainda transformar prédios de escritórios em habitações de renda média ou instalar novos equipamentos de lazer (como espaço gourmet e piscinas). Passada a confusão da obra, que pode demorar de um a três anos, o retorno financeiro é garantido - uma reforma que custe R$ 5 mil para cada condômino pode valorizar o imóvel em cerca de R$ 50 mil

Em alguns casos, o retorno é até maior. O Edifício Marambaia, por exemplo, localizado nos Jardins, passou por uma enorme reforma e ganhou varandas em todos os apartamentos. Cada condômino teve de desembolsar algo em torno de R$ 175 mil na modernização. Resultado: as unidades que valiam até R$ 600 mil pularam para mais de R$ 2,8 milhões.
Competitivo. "Um projeto bem elaborado, apesar de poder parecer caro à primeira vista, traz grande rentabilidade para os moradores em longo prazo", afirma Angélica Arbex, gerente de Marketing da administradora de edifícios Lello Condomínios. Segundo ela, a iniciativa busca, além da modernização do condomínio, tornar o imóvel mais "competitivo e atrativo" no mercado em relação aos novos empreendimentos imobiliários.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

LOLA: QUATRO MÊSES

Fotos recentes da pequena Lola para aqueles que gostam de acompanhar seu crescimento. Esta semana ela visita a veterinária para a terceira e última dose da vacina.Lola6Lola9Lola brincando com sua amiguinhas: Júlia (minha sobrinha) e Marina.Lola7Marina, Júlia e Lola.

Bragança Paulista discute alterações da Lei do Inquilinato
Os corretores Manuel Pimentel, Nivalda Guidi, Luiz, Fernandes e Claudio
Corretores de Bragança durante o Encontro

O Encontro Imobiliário realizado pelo sindicato dia 21 de julho, no auditório da Secretaria Municipal de Trânsito e Segurança de Bragança Paulista, no Norte do Estado versou sobre as alterações da Lei do Inquilinato.
O conferencista Fernandes Carneiro de Araújo ressaltou alterações feitas nos artigos da Lei, tais como as multas pela devolução antecipada dos imóveis, dicas de locações, ações de despejo, entre outros. Para Nivalda Guidi, presidente da Acibrag, “o mercado de Bragança está aquecido, mas é preciso ter muito conhecimento para conquistar a confiança do cliente. Este foi o primeiro passo para propiciar crescimento aos corretores da região.”
O diretor do sindicato, Manuel Alberto Pimentel, representou a entidade e enfatizou que “a união dos corretores é essencial, afinal estes encontros também geram oportunidades de negócios. Com certeza, o corretor que participa de eventos como este estão mais bem preparados para exercer a profissão.”
O encontro realizado pelo Sciesp com o apoio da Acibrag entusiasmou os participantes como destacou Renato Jorge, corretor de imóveis da cidade: “gostei muito.”

XXIII Conaci

Os presidentes Antonio Moser, do Sindimoveis/SC;
Alexandre Tirelli, do Sciesp; e José Maria Cavalcante, do Sindimoveis/Ce.

Os corretores de imóveis do Estado de São Paulo juntamente com os profissionais da intermediação imobiliária de todo o país estiveram representados na reunião da Comissão Organizadora do XXIII Conaci - Congresso Nacional de Corretores de Imóveis 2010, realizada em Florianópolis, Santa Catarina.
Na oportunidade, os membros da comissão deliberaram quanto à programação de conferências, cursos e oficinas que serão realizadas entre os dias 08 e 11 de setembro, no Centro de Convenções de Florianópolis. O sindicato paulista está engajado com a organização do Congresso no intuito de que o Conaci alcance o sucesso esperado pelos congressistas.
“A intenção é melhorar cada vez mais a vida do corretor e trabalhar em cima do que o profissional necessita,” destacou José Maria Cavalcante, presidente do Sindimóveis/Ce, realizador da edição anterior.
A 23ª edição do Congresso terá como tema central “O Mundo é a nossa casa: sustentabilidade, perspectivas e ações” e discutirá o mercado imobiliário nacional e internacional, além de se aprofundar em questões como crédito imobiliário, loteamentos, perspectivas políticas para a próxima década, avaliação de imóveis, entre outros. Antonio Moser, presidente do sindicato realizador do congresso falou da sua expectativa: “um evento como este, para ser interessante e agregador é fundamental que esteja baseado no tripé conquista de novos conhecimentos, oportunidade de crescimento e também a possibilidade de negócios.”
O Sciesp convida os corretores de imóveis do Estado de São Paulo, estagiários e demais profissionais do mercado imobiliário para participarem do congresso. Maiores informações no site www.conaci.com.br

Corretor Cidadão
O sindicato desenvolve trabalhos voltados à responsabilidade social. No mês de julho, o Programa Corretor Cidadão está voltado à arrecadação de leite em pó a ser distribuído ao Amparo Maternal, uma entidade que presta assistência materno infantil (Atestado de Utilidade Pública Federal).
Durante a fase de gestação e amamentação, as mamães e os bebês ficam alojados no Amparo Maternal e recebem toda estrutura necessária para garantir o bom desenvolvimento e um futuro de qualidade.
Corretor, a sua participação é muito importante! Mobilize seus amigos e familiares e traga sua doação aos postos de arrecadação no sindicato, na UNISciesp e na Agência Regional da sua cidade.

IV Copa Corretores de Imóveis

Estão abertas as inscrições para o IV Campeonato Estadual de Futsal "Corretores de Imóveis - 2010" organizado pelo Sciesp com o objetivo de promover maior acercamento entre as regionais do sindicato, estreitar os laços de amizade, companheirismo e, porque não, fomentar parcerias para realização de negócios através do esporte.
A participação no campeonato estadual é totalmente gratuita e conta com a presença de equipes representantes da sede e das agências regionais do ABCD, Campinas, Guarulhos, Jundiaí, Osasco, Praia Grande, Santos, São José do Rio Preto, Sorocaba e Vale do Paraíba.
As inscrições para o campeonato vão até o dia 31 de julho e podem ser realizadas através dos telefones abaixo ramal 589 e pessoalmente na sede social ou na agência regional mais próxima.

domingo, 25 de julho de 2010

Corretores de imóveis podem conquistar nova fonte de renda mensal


 Os corretores de imóveis podem obter nova renda mensal redigindo um documento chamado “Escrito Particular de Venda”. Segundo o código civil, artigo 108, este documento pode substituir a escritura pública nos imóveis ou terrenos com valor menor ou igual a 30 salários mínimos. Os profissionais que moram em cidades pequenas são os mais beneficiados, pois ainda existem propriedades neste valor.


Este serviço é ainda pouco divulgado, então muitas vezes é desconhecido pelos registros de imóveis. Os profissionais devem conversar com os oficiais e alertá-los sobre a validade do documento que é garantido por lei. O contrato deve conter todas as exigências dos artigos 222 e 225 da lei 6.015/73, firmas reconhecidas, inclusive as das testemunhas, e ser enviado aos registros em duas vias.

O corretor de imóveis de Siqueira Campos, Rodrigo D. Teixeira, há um ano redige o Escrito Particular e afirma que é muito simples trabalhar com este sistema. “Descobri que este documento era válido em um livro de direito imobiliário e comecei a utilizá-lo, atualmente já produzi mais de 100 minutas”.

Teixeira comenta também que alertou o vice-presidente licenciado do Creci-PR, Junior Pucci, para que divulgasse esta informação para os outros corretores de imóveis do Paraná. “Muitos profissionais não trabalham com isso por que desconhecem o Escrito Particular, portanto achei interessante compartilhar a minha experiência com os meus colegas de classe”.

Junior Pucci relatou que este documento é muito interessante e que o profissional está de parabéns pela iniciativa. “Pessoas como Teixeira contribuem muito para a classe imobiliária, ajudam a profissão a evoluir”.


Fonte: http://www.crecipr.gov.br

ROSSI AMERICA O NOVO BAIRRO PLANEJADO DE PORTO ALEGRE


PENSANDO EM VOCÊ, A ROSSI ESTÁ DESENVOLVENDO UM DOS MAIORES PROJETOS QUE PORTO ALEGRE JÁ VIU:UM NOVO BAIRRO.
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sábado, 24 de julho de 2010

Eleitores que estão em situação irregular enfrentam uma série de dores de cabeça

Não é bom negócio ter pendências com a Justiça Eleitoral. Eleitores que estão em situação irregular enfrentam uma série de dores de cabeça, como não poder se inscrever em concurso público e nem tomar posse de cargo público. Para quem já é servidor público, o problema é ainda maior, pois não conseguirá receber o salário referente ao segundo mês depois das eleições. A situação irregular também impede a participação em qualquer tipo de concorrência com órgãos públicos, federais, estaduais e municipais.

A lista não para por aí. Há outras restrições para quem não está em dia com as eleições, como o impedimento em obter empréstimos de instituições públicas ou de economia mista; obter passaporte ou carteira de identidade; renovar matrícula em estabelecimento oficial de ensino ou fiscalizado pelo governo. E, ainda, solicitar qualquer tipo de quitação do serviço militar ou do imposto de renda.

Quem não conseguiu votar no primeiro ou segundo turno e quer evitar essas consequências deve apresentar a justificativa eleitoral em até 60 dias depois da eleição. Cada turno da disputa deve ser justificado separadamente, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
O formulário Requerimento de Justificativa Eleitoral é gratuito e pode ser obtido na página do TSE na internet, nos cartórios eleitorais ou nos tribunais regionais eleitorais de cada estado.

No dia da votação, o eleitor, portando o título eleitoral, deve entregar o formulário preenchido em qualquer local de votação da cidade onde vota. Se o requerimento for entre em outra cidade, caberá ao juiz eleitoral autorizar ou não a justificativa.

Caso não seja entregue no dia da votação, o eleitor tem prazo de 60 dias para encaminhar a justificativa ao juiz da zona eleitoral em que for inscrito. A entrega poderá ser feita em qualquer cartório eleitoral ou posto de atendimento eleitoral, ou ainda enviado pelo Correio à zona eleitoral de onde o eleitor for inscrito.

O pedido deve conter a qualificação completa do eleitor (nome, data de nascimento, filiação, número do título e endereço atual), o motivo da ausência à votação. Também devem ser apresentados documentos que comprovem a identidade e as razões alegadas para justificar a ausência às urnas. A aceitação ou não das alegações apresentadas ficará, sempre, a critério do juiz da zona eleitoral em que o eleitor estiver inscrito.

*com informações do Yahoo! Eleições

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sexta-feira, 23 de julho de 2010

NOVO FORMATO DO COOKTOP CRYSTAL 70

COOKTOP CRYSTALA Franke Brasil traz com exclusividade o Cooktop Crystal 70. O cooktop é produzido pela fábrica italiana da marca e trazido para o Brasil através da unidade brasileira que compõe o Sistema de Cozinhas criado pela Franke.

Este cooktop vai além com cinco queimadores, sendo um deles com tripla chama que proporciona melhor cozimento dos alimentos, este modelo possui grades em ferro fundido, válvula de segurança e base em vidro preto, marca registrada da linha Crystal, tradução do design diferenciado, da qualidade e do conceito singular Franke de produzir equipamentos para cozinhas exigentes.

Com 75 unidades no mundo, a Franke chegou ao Brasil em 1997, instalando a unidade brasileira em Joinville, SC. A Franke Brasil, além de abastecer o mercado nacional também exporta sua produção para outros países da América Latina.

Lançamento Oficial do Programa de Aquisição de Alimentos 2010/2011 em Curitiba


Programa Compra Direta reúne entidades e agricultores da Região Metropolitana de Curitiba

No dia 12 de julho de 2010, Eliandro Viana, presidente da Rede Solidária de Alimentos, juntamente com Leandro Henrique Nogueira, membro do Conselho Gestor da RESAL e servidor municipal da Secretaria Municipal de Abastecimento de Curitiba, participaram do lançamento do Programa de Aquisição de Alimentos na modalidade Compra Direta, na sede da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Promoção Social.

Confira abaixo a materia na íntegra sobre o evento:

O secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Tércio Albuquerque, participou nesta segunda-feira (12) de um encontro com agricultores e entidades da região metropolitana de Curitiba, que participam do programa de Aquisição de Alimentos (PAA) – Compra Direta. A reunião serviu para preparar as entidades para o recebimento do benefício em 2010.

O Governo do Paraná e o Governo Federal, através do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) têm R$ 23 milhões para a execução do programa, sendo R$ 18,4 milhões do governo federal e R$ 4,6 milhões de contrapartida do Estado.

De acordo como secretário, a Região Metropolitana de Curitiba possui um papel fundamental para o êxito do programa. “É importantíssimo o comprometimento de cada participante do processo, sejam agricultores, parceiros, entidades, prefeituras, secretários municipais, conselhos e Setp”. “O trabalho em conjunto sempre será o mais eficaz”, conclui.

O encontro também serviu para que as entidades tirassem suas dúvidas sobre o PAA e relatassem suas dificuldades. Estiveram presentes representantes de 14 municípios de Curitiba e região metropolitana. Além dos novos recursos, os participantes do último convênio terão ainda mais R$ 1,6 milhões, para continuar desenvolvendo o programa.

Tércio Albuquerque enfatizou a importância de todos os participantes do convênio anterior e afirmou que, graças ao empenho de todos, 60% dos municípios paranaenses foram atendidos. Ele destacou ainda o comprometimento da execução do programa. “A parceria entre o Governo Federal, através do presidente Lula e o Governo do Estado, através do governador Pessuti, tem sido eficaz de uma ponta a outra”.

Compra Direta – Desde sua criação, em 2003, já foram beneficiadas mais de 2.791.023 pessoas em situação de risco social, nutricional e alimentar. Nestes sete anos de programa, já foram investidos no Paraná R$ 42,7 milhões para a compra de 25,1 mil toneladas de alimentos destinados às pessoas em insegurança alimentar.

Fonte: http://www.setp.pr.gov.br/setp/imprensa/index.php?key=2574*41*6902&id=21

Uso do FGTS para habitação bate recorde e supera saque por aposentadoria

23/07/2010 - 08h35
EDUARDO CUCOLO
DE BRASÍLIA
O uso do FGTS para compra ou reforma da casa própria bateu recorde e superou, pela primeira vez na história, os saques motivados pela aposentadoria de trabalhadores.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, foram sacados R$ 3,3 bilhões para aquisição, construção, amortização e redução de prestações no primeiro semestre de 2010, 26% a mais do que no mesmo período de 2009.

Esse valor representa 14% do total de saques, acima dos 13% referentes a trabalhadores que se aposentaram e retiraram seu dinheiro do Fundo.
A demissão sem justa causa ainda responde pela maioria dos saques (64%), seguida pela habitação e aposentadorias.

O FGTS também pode ser sacado em caso de doença grave, morte do trabalhador, extinção da empresa, entre outros motivos, que representam cerca de 9% das retiradas.
A maior redução percentual no semestre se refere aos saques por calamidade (-80%). Houve aumento no valor de retiradas em 2009 por causa das chuvas em Santa Catarina, que superou o pagamento nas tragédias registradas neste ano.


EMPREGO


Devido ao aumento do emprego formal, no entanto, os saques por demissão caíram em relação ao ano passado e puxaram o total de retiradas para baixo (-4%). O aumento nas contratações ainda melhorou em 10% a arrecadação.

Também foram registrados, em junho, números recordes de empresas contribuindo (2,8 milhões) e de trabalhadores com o benefício depositado em suas contas (32,5 milhões).
Com esses resultados, a arrecadação do FGTS superou os saques em R$ 5,9 bilhões no semestre. O valor é recorde e equivale praticamente ao mesmo que foi aplicado pelo Fundo no programa Minha Casa, Minha Vida no período.

O número do semestre representa ainda 85% do resultado do Fundo em 2009. Isso levou a Caixa a projetar para o ano uma arrecadação líquida recorde de R$ 11 bilhões.

INVESTIMENTOS


O Orçamento do Fundo para investimentos chegou a R$ 64 bilhões. No primeiro semestre, foram liberados R$ 37,4 bilhões do FGTS.
Cerca de 65% dos recursos se referem a saques. O restante foi direcionado a investimentos em habitação, saneamento e infraestrutura, entre outros.

Cera de 82% dos recursos do Fundo para a casa própria estão sendo utilizados para financiar famílias com renda de até cinco salários mínimos.

"O FGTS tem sido utilizado para financiar famílias com menor renda, onde se concentra o deficit habitacional", disse o vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Wellington Moreira Franco.

A Caixa informou também que analisa parceiras e até a compra de participação em três empresas estaduais de saneamento por meio do Fundo de Investimento FGTS, no Mato Grosso do Sul, Maranhão e Pará.
Estão sendo realizados auditorias e planos de recuperação para essas companhias, que ainda dependem de negociações.

Uso do FGTS para habitação bate recorde

EDUARDO CUCOLO
Jornal Folha SP DE BRASÍLIA

O uso do FGTS para compra ou reforma da casa própria bateu recorde e superou, pela primeira vez na história, os saques motivados pela aposentadoria de trabalhadores.
De acordo com a Caixa Econômica Federal, foram sacados R$ 3,3 bilhões para aquisição, construção, amortização e redução de prestações no primeiro semestre de 2010, 26% a mais do que no mesmo período de 2009.
Esse valor representa 14% do total de saques, acima dos 13% referentes a trabalhadores que se aposentaram e retiraram seu dinheiro do Fundo.
A demissão sem justa causa ainda responde pela maioria dos saques (64%), seguida pela habitação e aposentadorias.
O FGTS também pode ser sacado em caso de doença grave, morte do trabalhador, extinção da empresa, entre outros motivos, que representam cerca de 9% das retiradas.
A maior redução percentual no semestre se refere aos saques por calamidade (-80%). Houve aumento no valor de retiradas em 2009 por causa das chuvas em Santa Catarina, que superou o pagamento nas tragédias registradas neste ano.
EMPREGO
Devido ao aumento do emprego formal, no entanto, os saques por demissão caíram em relação ao ano passado e puxaram o total de retiradas para baixo (- 4%). O aumento nas contratações ainda melhorou em 10% a arrecadação.
Também foram registrados, em junho, números recordes de empresas contribuindo (2,8 milhões) e de trabalhadores com o benefício depositado em suas contas (32,5 milhões).
Com esses resultados, a arrecadação do FGTS superou os saques em R$ 5,9 bilhões no semestre. O valor é recorde e equivale praticamente ao mesmo que foi aplicado pelo Fundo no programa Minha Casa, Minha Vida no período.
O número do semestre representa ainda 85% do resultado do Fundo em 2009. Isso levou a Caixa a projetar para o ano uma arrecadação líquida recorde de R$ 11 bilhões.
INVESTIMENTOS
O Orçamento do Fundo para investimentos chegou a R$ 64 bilhões. No primeiro semestre, foram liberados R$ 37,4 bilhões do FGTS. Cerca de 65% dos recursos se referem a saques. O restante foi direcionado a investimentos em habitação, saneamento e infraestrutura, entre outros.
Cera de 82% dos recursos do Fundo para a casa própria estão sendo utilizados para financiar famílias com renda de até cinco salários mínimos.
"O FGTS tem sido utilizado para financiar famílias com menor renda, onde se concentra o deficit habitacional", disse o vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Wellington Moreira Franco.
A Caixa informou também que analisa parceiras e até a compra de participação em três empresas estaduais de saneamento por meio do Fundo de Investimento FGTS, no Mato Grosso do Sul, Maranhão e Pará. Estão sendo realizados auditorias e planos de recuperação para essas companhias, que ainda dependem de negociações.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A Programação Neurolinguística estuda como o ser humano funciona, em relação às suas limitações e, principalmente, suas potencialidades. A PNL como é conhecida é fundamental nas estratégias de sucesso, aquelas que culminam no objetivo alcançado, seja emocional, de relacionamentos, comunicação, privado ou público. Edson Simões, diretor de loteamentos e litoral da Frema Brasil Brokers vai falar um pouco sobre o assunto.

Confira o Twitter do Sciesp - www.twitter.com/sciesp

IDÉIAS PARA DECORAR SUA COZINHA

Cozinha

Cozinha

Cozinha

Cozinha

Cozinha

Cozinha

Cozinha Fonte: Schoener Wohnen

quarta-feira, 21 de julho de 2010

COZINHAS PEQUENAS

Sei que muita gente procura idéias para pequenas cozinhas. Por este motivo, sempre que encontro imagens interessantes, coloco no blog. Esta primeira imagem faz parte de uma casa de madeira construída pela Domesi. Veja mais informações e imagens deste projeto aqui.

cozinha pequena
As demais são do famoso site Alvhem.
cozinha pequena2
cozinha pequena3
cozinha pequena4

Entrevista: Secretária Municipal da Habitação de São José dos Campos

A Secretária Municipal de Habitação de São José dos Campos, Irene Marttinen concedeu entrevista ao Sindicato. Confira abaixo:
Sciesp: Qual a sua análise em relação ao mercado imobiliário de São José dos Campos?
Secretária:
É, para a prefeitura analisar mercado imobiliário, ainda mais na minha área, é um pouco difícil. São José é uma região atípicas, embora o Brasil inteiro esteja assim, se você tiver um parâmetro de todas as cidades do tamanho de São José, as condições são as mesmas tudo o que você produz vende. É muito difícil você não vender o produto que você não faz então, o mercado está aquecido.
Eu acredito que em lugares de desenvolvimento como São José, região de localização estratégica, entre São Paulo e Rio de Janeiro, litoral e montanha, realmente a localização é excelente. A cidade é bem equipada e tem toda a infraestrutura, por conta disso, eu acho que tanto o mercado de locação quanto de venda de imóveis a situação é atípica, é diferente.

Sciesp: Qual segmento está mais aquecido, locação, lançamento...
Secretária:
Para mim não é possível afirmar isso, já que não acompanho a situação de locação, mas até posso dizer a você por um parâmetro, nós precisávamos fazer algumas remoções de 124 famílias de uma localização aqui, de uma área de risco, na qual as famílias não poderiam permanecer. Então, a prefeitura propôs pagar um aluguel de R$500,00 a cada família para procurar um imóvel para alugar e não foi possível, pois parte das famílias, 50%, conseguiram imóveis em condições não tão boas por R$ 500,00. O resto não conseguiu então, para a locação, creio que nosso mercado está necessitando de imóvel.

Sciesp: Quais são os projetos da secretaria de habitação?
Secretária:
Nós estamos com quatro conjuntos em fase de conclusão, já na entrega de unidades e temos dois conjuntos em andamento com projeto, um na CDHU e outro na Caixa Econômica Federal. Além desses temos ainda o nosso programa nos loteamentos que já enviamos para a câmara municipal já com possibilidade de regularização já tem a análise urbanística e ambiental. Eles tem a liberação de alvará de construção específico, isso também é um incentivo para habitação e condição de habitabilidade, de uma forma legal. Então além dos conjuntos nós temos esse programa em São José.
Sciesp: Qual o déficit habitacional da cidade?
Secretária:
Olha déficit habitacional, eu diga para você talvez agente tenha um déficit real de 10 mil unidades, isso deve fechar com o IBGE nessa pesquisa que eles estão fazendo. Nos temos 26 mil inscritos, mas nesse programa Minha Casa Minha Vida obrigou a qualquer pessoa primeiro vir fazer isso na prefeitura e com isso saltou o número foi muito alto e por conta dessa inscrição e tem muita gente também que já conseguiu casa e não deu baixa na sua inscrição.
Sciesp: Quantas unidades cada conjunto dessas vai entregar?
Secretária:
Nós temos um conjunto grande de 416 unidades que são casas térreas, tem um de 256 que fica na zona norte no Boa Vista , um de 132 no Putim, um de 110 na Vila São Geraldo e os dois que estão caminhando que pela análise que estamos fazendo chegue a cerca de 700 unidades.
Sciesp: Quer dizer dessas 10 mil unidades, cerca de 1500 já estão alocadas em moradias de qualidade?
Secretária:
Isso, com certeza!
Sciesp: Como está a questão da regularização de imóveis?
Secretária:
A regularização dos clandestinos tem um quadro de 94 loteamentos clandestinos, em pauta para regularização. Desses, eu tenho 28/29 já com a autorização legislativa para conclusão dessa legalização e temos 14 na corregedoria já em fase de análise entre cartório de registro, corregedoria, prefeitura, tentando uma finalização desses projetos. Temos também da cidade legal que temos 22 loteamentos que é pra análise ambiental e análise na parte do estado para uma celeridade de apreciação no processo.

Sciesp: Qual a importância da regularização dos loteamentos ?
Secretária:
Para prefeitura a ordenação do solo urbano, por que hoje a ocupação é toda desordenada, o viário não planejado, o núcleo todo destorcido pela legislação e com isso as pessoas começam a construir de uma forma correta, a se ocupar de maneira ordenada. Para mercado imobiliário há a liberação tanto para cartório, quanto para transição, já que as pessoas não param mesmo, cada hora estão em um lugar, trocando, vendendo, permutando e estando legal é muito melhor porque você consegue pedir um alvará, um financiamento.

Sciesp: Como vocês têm convivido com a escassez de terrenos?
Secretária:
Esse problema de escassez de terreno é sério, por que se a área é menos cara ela tem uma localização imprópria, ou está em área de preservação ambiental ou em área com declividade. Áreas planas o valor do metro quadrado acaba impossibilitando aquisição para fazer uma casa, num produto deste habitacional no custo que se queira fazer, já que a CDHU tem um valor limitado para poder construir imóveis com a qualidade que constroi hoje e a prefeitura com os recursos dela também, então ainda acaba tendo uma dificuldade nesse sentido.

Sciesp: E a questão da nova lei de zoneamento. Qual impacto que, se aprovada, ela teria para o meracdo imobiliário?
Secretária:
Essa questão é de competência da secretária do planejamento. O que eu vejo é em relação aos pilares que a prefeitura trabalhou para que a cidade tivesse um modelo de desenvolvimento melhor, com qualidade de vida. Eu acho que foi uma vitória, uma lei de zoneamento mais ousada que aconteceu nesse ano.
A resposta do mercado imobiliário ou dos setores que você afeta que é o da construção civil para eles a análise é um pouco diferente, por que quanto mais adensar no centro para eles, talvez seja melhor, eu não sei. Mas se você começar a analisar os núcleos que urbanizam e tem alto densamento em centros urbanos, depois você não consegue, andar, transitar, nem chegar ao comércio, acaba-se tendo que criar bolsões de estacionamentos para ir a esses lugares, ou seja, dificulta tudo, e hoje nos vemos que este modelo está ultrapassado. Existe países com problemas de trânsito por que a fabricação de automóveis foi tão grande e hoje você constroi uma unidade de apartamento, se lá morara um casal, eles levam dois automóveis, se tiver dois filhos adultos, são mais dois automóveis, então, qual é o calculo que se faz de uma demanda dessa, para que se faça conversar sistema viário e o sistema de habitação?
Sciesp: Tem que haver um planejamento?
Secretária
: Tem que ter um planejamento para que, futuramente, não tenhamos problemas de chegar e sair de casa, afinal, deve ser bastante desagradável para quem mora num grande centro e não conseguir transitar.
Sciesp: A prefeitura tem se preocupado com a questão do meio ambiente e da sustentabilidade?
Secretária:
Nossa secretaria, modesta a parte ela é bem equipada, que trabalha muito para o desenvolvimento e para a recuperação ambiental.

Assessoria de Imprensa Sciesp

terça-feira, 20 de julho de 2010

Crédito imobiliário deve subir de 3% para 11% do PIB até 2014, preveem bancos.

TATIANA RESENDE
DE SÃO PAULO
FONTE: FOLHA
O presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), Luiz Antônio França, prevê que, já em 2014, o financiamento imobiliário atinja 11% do PIB (Produto Interno Bruto) no Brasil.

A previsão está em linha com a estimativa de Jorge Hereda, vice-presidente de Governo da Caixa Econômica Federal, que projeta 10% no ano seguinte. Atualmente, a proporção é de apenas 3%.

Os sucessivos recordes estão levando o banco a começar a procurar fontes alternativas de financiamentofontes, além dos recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e da poupança. "Temos mais uns três anos para conseguir equacionar essa questão", disse Hereda ontem, ao anunciar o crescimento de 95% nos empréstimos no primeiro semestre.

Sobre a possibilidade de bolha imobiliária, França diz que a entidade encomendou um amplo estudo sobre o assunto, que será divulgado no próximo mês. "O trabalho indica que não há bolha, mas vamos explicar isso adequadamente. No "achismo", não funciona."

Leia trechos da entrevista do executivo concedida à Folha.

Ritmo de crescimento


Prevemos [a necessidade de fontes alternativas de financiamento imobiliário] para o final de 2012, mantido esse ritmo de crescimento. E não é improvável que se mantenha. O crédito imobiliário cresce na ordem de 50% ao ano, e a caderneta, 17,7%. O crédito imobiliário ante o PIB ainda é 3%. No Chile, por exemplo, chega a 15%.

Na atual situação macroeconômica, e com as alterações de regras nos últimos anos, como a alienação fiduciária [o imóvel é dado como garantia], temos um ambiente propício, com juro compatível.


Securitização

A securitização [da carteira] é apenas um dos instrumentos [para conseguir fontes alternativas de financiamento]. Em vários países que analisamos, a securitização tem importância relevante, mas diferente. Na Alemanha, por exemplo, é 18%. No Canadá, 31%. Na Espanha, 60%. Mas a securitização não é o único caminho. Temos que olhar outras formas.


"Covered bond"


Há um instrumento, o "covered bond", um título emitido por instituições financeiras. Esse papel traz uma determinada carteira pré-analisada pelos investidores que vai ser garantia, ou seja, se tiver um "default" [inadimplência], até insolvência da instituição, essa carteira é transferida aos detentores dos títulos.

Na securitização, o investidor pega o risco do tomador final. No "covered bond", há duas garantias: o banco e o tomador.

FGV prepara Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária

FGV prepara Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária
Indicador deverá entrar em vigor no segundo semestre e trará dados consolidados sobre a receita de investimentos no setor comercial
Mirian Blanco

Está em desenvolvimento, na Fundação Getúlio Vargas, a formatação do primeiro indicador dedicado à mensuração da receita de investimentos no setor imobiliário brasileiro. Trata-se do Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária - IBRI, que deve entrar em vigor no segundo semestre deste ano, e trará dados consolidados sobre a receita de investimentos no setor comercial, de shopping center, de escritórios comerciais, galpões industriais, garagens, entre outros. Futuramente, o indicador deverá agregar também o setor residencial.

"O índice vai aumentar a transparência, o nível de conhecimento sobre o setor imobiliário, além de facilitar a vida de quem investe nessa área", diz Paulo Pichetti, pesquisador da FGV-IBRE - Instituto Brasileiro de Economia. Segundo ele, o indicador será alimentado com informações concedidas, mês a mês, pelos agentes que detêm carteiras de investimentos em imóveis, como fundos de pensão.

"A ideia é que seja fornecido o valor de avaliação dos imóveis, o valor das receitas de aluguel e outras receitas correntes, e também das despesas, tanto na forma de capital - investimentos e benfeitorias -, quanto despesas operacionais, como propaganda, despesa de condomínio, contas de entidades públicas etc", afirmou Pichetti.


Fonte: Pini Web, 01/06/2010

Penhora online de imóveis avança


Penhora online de imóveis avança, mas ainda enfrenta carências
Usuários estão em fase de aprendizado e inexiste uma central de bens indisponíveis por ações judiciais; advogados opinam sobre o sistema.

15/07/10, São Paulo, SP - Completado um ano do seu funcionamento, o sistema de penhora online de imóveis soma por volta de 100 mil solicitações de localização de bens. Um sucesso - comemora a Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo, responsável pelo desenvolvimento e administração da ferramenta.

Porém, na comparação com tal desempenho, foi tímido o número de penhoras realizadas pelo método: 1.342, em doze meses. Os números são restritos ao uso pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, primeiro órgão a aderir ao sistema, em junho de 2009.

O presidente da Arisp, Flauzino Araújo dos Santos, diz que os escrivães e funcionários dos ofícios judiciais necessitam de tempo para aprender a utilizar a ferramenta. Argumenta também que o sistema ainda está em fase de descoberta pelos operadores do Direito; exibe tendência de crescimento; e que será ainda mais eficiente com a criação da Central Nacional de Indisponibilidades.

Para centralizar informações sobre todos os bens imóveis indisponíveis no país por decisão judicial, a Arisp e o Conselho Nacional de Justiça celebraram recente convênio, o qual tem extensão ainda maior, visando a ampla modernização dos cartórios brasileiros.

Advogados opinam - Utilizando o sistema online, os juizes podem determinar a averbação de penhora de determinado imóvel e realizar pesquisa para verificar a titularidade de bens imóveis, bem como requerer certidões.

Na avaliação do advogado José Guilherme Gregori Siqueira Dias, do escritório Duarte Garcia, Caselli Guimarães e Terra Advogados, "com a penhora online o Judiciário otimiza a procura aos bens de devedores em execuções judiciais, procedimento que anteriormente era demorado e, não raro, frustrante. Agora, com um mero click, o juiz do processo saberá se o devedor possui patrimônio imobiliário para saldar o débito existente".

Para Siqueira Dias, a boa aplicação do sistema faz prever melhorias na cobrança de dívidas no País. "O tempo para cobrança via papel é bem longo, e a demora só beneficia o devedor que, muitas vezes, aproveita o lapso de tempo para dilapidar seu patrimônio imobiliário, em detrimento do credor", destaca.

"Facilitador de recuperação de valores" - Para o advogado Luiz Gustavo de Oliveira Ramos, sócio do escritório Rayes, Fagundes e Oliveira Ramos, a modalidade de penhora online facilita o trabalho de recuperação de créditos. "Antes, para levantar os imóveis em nome do devedor, o credor tinha que recorrer a cada um dos Cartórios de Registro, ou providenciar um ofício à Receita Federal e aguardar o retorno com a informação dos bens declarados no Imposto de Renda do devedor, o que demanda até 90 dias", explica.

"Dupla utilidade" - Na avaliação do dr. Igor Mauler Santiago, sócio do escritório Sacha Calmon & Mizabel Derzi Consultores e Advogados, a averbação online de penhora é favorável para todas as partes. "Para o credor, porque agiliza o andamento das execuções, impedindo a procrastinação do executado; e para o devedor, porque serve como alternativa à penhora online de dinheiro (contas bancárias, dividendos a pagar etc.), modalidade anteriormente implementada pelo Judiciário", comenta.

"Cerco ao devedor deve ser aplicado com responsabilidade" - A dra. Laís Pontes de Oliveira, da Advocacia Celso Botelho de Moraes, elogia o sistema, mas ressalta que o cerco ao devedor deve ser aplicado com responsabilidade.

“ O que vem ocorrendo no Judiciário paulista é que, mesmo em processos nos quais existem penhoras validadas, aceitas pelo credor, há juízes com o entendimento de que a ordem de penhora imposta pelo artigo 655 do Código de Processo Civil (que enumera preferencialmente dinheiro em espécie; ou em depósito; ou aplicação financeira) não está respeitada, determinando o bloqueio de contas bancárias do suposto devedor", diz a advogada.

“Assim - continua Pontes de Oliveira, existindo bens penhorados nos processos, com aceite do credor, não se justifica qualquer outro procedimento de penhora, quer de numerário, quer de imóveis, vez que impera no nosso ordenamento jurídico o princípio de menor onerosidade ao devedor. Não deve ocorrer a penhora online de todos os imóveis de um devedor, mas somente daquele que garanta o débito", sugere a advogada, lembrando que, no caso da penhora online de contas bancárias, todas as contas do devedor são bloqueadas.

fonte: imovelweb.com.br

No Paraná, crédito cresce mais de 96%

O Paraná deve ser um dos primeiros estados do Brasil a zerar, ou ao menos reduzir drasticamente, o déficit imobiliário. Dados divulgados ontem pela Caixa Econômica Federal, responsável por cerca de 80% dos financiamentos imobiliários do país, revelam que essa modalidade de crédito cresce em ritmo acelerado, tanto no Paraná como no país. Como o estado tem um dos menores déficits habitacionais do Brasil – atualmente em 315 mil moradias – a tendência é de que seja um dos primeiros a eliminá-lo. No entanto, a Caixa não tem uma estimativa de quando isso ocorrerá.

No Brasil, a Caixa fechou o primeiro semestre com um total de R$ 34,1 bilhões em sua carteira de crédito imobiliário, com a assinatura de 575 mil contratos. Isto representa um aumento de 95,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Os números paranaenses são proporcionais: até o fim de junho, 29.063 pessoas haviam conseguido o crédito para a compra da casa própria, emprestando da Caixa um total de R$ 2,1 bilhões. O crescimento em relação ao primeiro semestre de 2009 é de 96,3%.

Para Hermínio Basso, superintendente regional da Caixa para Curitiba, o crescimento vigoroso nos contratos de empréstimo é consequência do desempenho da economia brasileira na última década. “Tivemos no Brasil um aumento na renda e do emprego, que resulta em menos inadimplência e, consequentemente, taxas de juros mais baixas”, explica.

Basso também ressalta como ponto positivo as mudanças na formatação dos empréstimos realizados pela Caixa. “O tempo de financiamento é mais longo e as formas de comprovação de renda são mais flexíveis, a burocracia diminuiu, os juros são pré-determinados e o valor da parcela tende a diminuir com o tempo. Com isso, os usuários estão com muito menos medo de fazer um financiamento”, relata.

*com informações publicadas na Gazeta do Povo

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Recursos para casa própria serão insuficientes em três anos, diz Caixa

Os sucessivos recordes do crédito habitacional estão levando a Caixa Econômica Federal a começar a procurar fontes alternativas de financiamento, além dos recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e da poupança. "Temos mais uns três anos para conseguir equacionar essa questão", disse Jorge Hereda, vice-presidente de Governo do banco, ao anunciar o crescimento de 95% nos empréstimos no primeiro semestre nesta segunda-feira.

Por lei, os bancos são obrigados a destinar 65% dos depósitos em poupança para o crédito habitacional, mas há o temor de que o crescimento da caderneta não acompanhe o dos empréstimos nesse setor.

O montante (R$ 34,1 bilhões) contabilizado nos primeiros seis meses de 2010 já ultrapassou o valor registrado em todo o ano de 2008 (R$ 23,3 bilhões), levando à preocupação com o crescimento sustentável. Até dezembro, a Caixa deve fazer a emissão do primeiro pacote de securitização de sua carteira de crédito, que chegou a R$ 81,7 bilhões em junho.

A estimativa inicial de R$ 500 milhões para o CRI (Certificado de Recebível Imobiliário), "para testar o mercado" neste ano, nas palavras de Hereda, está sendo reavaliada.

De acordo com o executivo, R$ 20 bilhões já estariam prontos para a securitização, sem detalhar quais contratos ocupariam a maior parte da emissão. "Haverá um mix", disse, referindo-se a empréstimos antigos e novos, com taxas de juros diversificadas, de acordo com a época da assinatura do contrato.

A securitização consiste na transformação da carteira de crédito em um ativo financeiro. A instituição divide a carteira em partes e as vende como títulos no mercado. O comprador é remunerado no longo prazo com uma taxa de juros que varia de acordo com o papel. O banco, por sua vez, consegue, ao vender esses títulos, antecipar o recebimento dos recursos dos financiamentos.

Atualmente, a relação entre a carteira de crédito imobiliário e o PIB (Produto Interno Bruto) no Brasil é de cerca de 3%, patamar que, na opinião de Hereda, pode atingir 10% até o final de 2015.

No acumulado deste ano até maio, a Caixa contabilizou 55% dos empréstimos, em valor, feitos com recursos da poupança, patamar semelhante ao registrado em todo o ano de 2009 (57%), que teve forte elevação ante 2008 (31%) devido ao temor dos outros bancos durante a crise econômica mundial.

Sobre a valorização dos imóveis, o vice-presidente do banco diz acreditar que não se trata de uma bolha porque os preços estavam baixos e os bancos são rigorosos na análise de crédito. A inadimplência acima de 90 dias subiu de 1,4% da carteira em dezembro para 1,5% em janeiro e se manteve nesse nível até junho.

*com informações publicadas na Folha de São Paulo

Financiamentos da Caixa quase dobram em 2010

A Caixa Econômica Federal emprestou R$ 34,10 bilhões de crédito para a compra da casa própria no primeiro semestre deste ano, ou seja, a cada mês de 2010, o banco financiou em média R$ 5,68 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo vice-presidente do banco, Jorge Hereda.

De acordo com informações do banco, o montante de recursos emprestados neste primeiro semestre representa crescimento de 95,1% em relação ao mesmo período do ano anterior e já é superior ao dinheiro emprestado durante todo o ano de 2008, quando foram emprestados R$ 23,3 bilhões.

“O desempenho da Caixa, em financiamento habitacional, é compatível com o atual ciclo de desenvolvimento econômico e de inclusão social do País”, afirmou a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho.

*com informações publicadas no Jornal da Tarde

TRANSFORMAÇÃO DE UM CELEIRO

Um antigo celeiro foi transformado nesta bela e diferente residência, com ampla cozinha e sala onde os proprietários podem relaxar e receber amigos.Celeiro1Projeto de MAXWAN ARCHITECTS + URBANISTS

Celeiro2

Celeiro3

Celeiro4 Celeiro5
Celeiro6 Celeiro7

Crédito imobiliário da Caixa cresce 95,1% no semestre

Banco concedeu R$ 34,10 bilhões nos primeiros seis meses de 2010. Destes, R$ 16,48 bilhões foram para programa "Minha Casa, Minha Vida"

No primeiro semestre de 2010, a Caixa Econômica Federal concedeu R$ 34,10 bilhões de crédito para financiamento habitacional. No período, foram feitos cerca de 575 mil contratos, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (19) pela instituição.

O volume de recursos para financiamento da casa própria no primeiro semestre registrou um crescimento de 95,1% em relação ao mesmo período de 2009.

Deste total emprestado, R$ 16,48 bilhões foram para o programa “Minha Casa, Minha Vida”.

De acordo com a Caixa, o volume é maior que todo o crédito concedido para moradia em 2008. Naquele ano, foram liberados R$ 23,3 bilhões.

O número já chega a "quase sete vezes o que foi emprestado em 2006", segundo o banco.

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Workshop do Segmento Imobiliário
Corretores de imóveis e interessados em participar da VII edição do Workshop Especialistas em Consultoria Imobiliária – ECI dia 28 de julho, na sede do sindicato,poderão adquirir novos conhecimentos através de discussões e troca de ideias sobre os múltiplos aspectos da intermediação imobiliária.
A universidade do corretor promoverá o evento destinados a todos os corretores do Estado de São Paulo o que é possível através da TV O Corretor, a partir das 8h30, com painéis que abordarão os conhecimentos básicos para a prática da corretagem. Confira abaixo a programação:
8h30 - Credenciamento
9h - 12h – Painel I

Gestão de Empresas Imobiliárias, Marketing Imobiliário e as Técnicas de Vendas e Negociação
12h - 12h30 – Intervalo
12h30 - 15h30 – Painel II
Incorporação Imobiliária, A Sustentabilidade e o Mercado Imobiliário, Matemática Financeira aplicada e Avaliação de Imóveis
16h30 – 17h – Coffee break
17h - 20h – Painel III

Administração Imobiliária; Loteamentos e Direito Imobiliário
Inscrições Abertas
A participação é gratuita mediante a doação de leite em pó para a Campanha Corretor Cidadão, que visa conscientizar a categoria sobre a importância da responsabilidade social. Informações e inscrições através dos telefones (11)3889-5899 e 0800-176817, ramal 589 ou pelo e-mail: inscricoes@sciesp.com.br - Vagas limitadas.

Corretor de Imóveis, profissão de sucesso
O desenvolvimento do mercado imobiliário atrelado aos incentivos ao segmento habitacional coloca em alta a profissão de corretor de imóveis, porém faltam profissionais para atender a demanda do mercado.
A profissão é vantajosa por oferecer oportunidades de realização profissional. Segundo a tabela de honorários regulamentada pelo sindicato e homologada pelo Conselho da 2ª região, o corretor deve receber comissão entre seis e oito por cento do valor de venda para imóveis urbanos. Para ingressar na profissão, no entanto, é indispensável habilitação de Técnico em Transações Imobiliárias, curso que garante o exercício legal da profissão.
A Escola Técnica Ebrae, referência nacional e internacional, assegura formação de qualidade através do método de ensino a distância com grande flexibilidade de horários. A escola ainda oferece a formação integral do aluno ao possibilitar a participação no programa Banco de Talentos com o intuito de aproximar os estudantes à prática imobiliária e ampliar suas chances de ingressar no mercado.
“O corretor de imóveis que exercer a sua atividade com comprometimento, ética e dedicação, certamente alcançará resultados positivos. As oportunidades são muitas,” destacou o professor doutor Paulo Nathanael.
Informações e matrícula através dos telefones (11)3889-5899 e 0800-176817 ramal 589.

Corretor Cidadão
O sindicato desenvolve trabalhos voltados à responsabilidade social. No mês de julho, o Programa Corretor Cidadão está voltado à arrecadação de leite em pó a ser distribuído ao Amparo Maternal, uma entidade que presta assistência materno infantil (Atestado de Utilidade Pública Federal).
Durante a fase de gestação e amamentação, as mamães e os bebês ficam alojados no Amparo Maternal e recebem toda estrutura necessária para garantir o bom desenvolvimento e um futuro de qualidade.
Corretor, a sua participação é muito importante! Mobilize seus amigos e familiares e traga sua doação aos postos de arrecadação no sindicato, na UNISciesp e na Agência Regional da sua cidade.
Sciesp na Feiccad de Jundiaí
Começa no próximo dia 22 de julho a 7ª Feira do Imóvel, Construção e Condomínios, Arquitetura e Decoração, que ocorrerá no Maxi Shopping Jundiaí. O Sciesp promoverá no dia 24, a partir das 13h, o Workshop do Mercado Imobiliário com painéis que abordarão os temas: “Aspectos Jurídicos Relevantes do Novo Mercado Imobiliário” com Ricardo Monteiro e “O Mercado Imobiliário como alavanca de todos os outros” com Edson Simões.
“O sindicato reservou, durante toda a duração do evento, um espaço especial para os corretores de imóveis a fim de garantir ao profissional da intermediação imobiliária toda a assistência necessária para o desenvolvimento dos trabalhos de forma digna e confortável. Participe!,” afirmou Alexandre Tirelli, presidente do Sciesp.

domingo, 18 de julho de 2010

ARTE FEITA COM PAPEL

JEFF NISHINAKA, com suas esculturas em papel, ganhou reconhecimento internacional nos últimos quinze anos, através de sua exclusiva forma de arte.c1

Paciência é primordial neste tipo de trabalho feito com perfeição pelo artista, vale a pena dar uma olhada no site: www.jeffnishinaka.com

AC3

C2

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