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quarta-feira, 30 de junho de 2010
Imóvel vazio no centro pagará mais IPTU
Após nove anos de discussões, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou, por 45 votos - e nenhum contra -, em segunda discussão, uma lei que estabelece o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) progressivo para imóveis ociosos. Pela proposta, o proprietário terá de comprovar o uso de seu apartamento ou casa na região central. Caso contrário, vai pagar um aumento sucessivo de até 15% do IPTU e ainda poderá ser desapropriado.
Apontado como um grande avanço para minorar o déficit habitacional de São Paulo e frear a especulação imobiliária, o projeto vale para todos os imóveis e terrenos localizados em zonas centrais voltadas para habitação social. Essas áreas, chamadas de Zona Especial de Interesse Social (Zeis 2 e 3) pelo Plano Diretor de 2002, estão espalhadas pela Sé, República, Santa Cecília, Barra Funda, Cambuci e Mooca. Segundo estudo da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), 420.327 casas e apartamentos do centro estão atualmente ociosos.Líder do governo na Câmara e autor da proposta, o vereador José Police Neto (PSDB) considera que a progressão do imposto sobre terrenos ociosos é um instrumento que pode ajudar a frear a explosão dos preços dos imóveis na capital, aumentar a oferta de residenciais no centro e melhorar a mobilidade - uma vez que os imóveis ociosos no centro estão em uma área com grande infraestrutura, servida por quatro estações do Metrô e quatro terminais de ônibus. "Com maior oferta de terrenos, a tendência daqui a dois ou três anos é o preço dos apartamentos diminuírem", diz o vereador.
A partir do momento em que o prefeito Gilberto Kassab (DEM) sancionar a lei, o que deve ocorrer nos próximos 15 dias, os proprietários dos imóveis atingidos serão notificados pela Prefeitura para promover o adequado aproveitamento dos imóveis. Esses proprietários então terão um ano para comprovar o uso do terreno ou protocolar um alvará de aprovação de um novo imóvel - obras de parcelamento do solo ou de novas edificações podem durar no máximo cinco anos.
Em caso de descumprimento das condições e dos prazos impostos pela nova lei, será aplicado o IPTU progressivo, mediante o aumento anual e consecutivo da alíquota pelo prazo de 5 anos, até o limite máximo de 15%. Por fim, a Prefeitura poderá desapropriar o imóvel com o pagamento em títulos da dívida pública, que serão resgatados no prazo de até dez anos.
Na prática, o IPTU progressivo pressiona aquele proprietário que aguardava, por exemplo, uma mudança de zoneamento. "O tributo faz acelerar aquelas parcerias entre empreiteiras e construtoras que estavam em stand by, esperando um melhor momento de determinada região", afirmou o vereador Milton Leite (DEM).
PERGUNTAS & RESPOSTAS
Imposto progressivo
1.
Quais imóveis poderão pagar mais IPTU?
Serão atingidos os imóveis e terrenos localizados em áreas da região central destinadas à moradia popular ou social. Essas regiões, chamadas de Zeis 2 e 3, estão previstas no Plano Diretor de 2002. Todos os proprietários serão notificados por carta ou por edital.
2.
Como o proprietário vai provar o uso do imóvel?
Ele poderá apresentar contrato de aluguel, contas de serviço público, como água ou luz, ou dar entrada com um projeto de aprovação e execução de nova edificação.
3.
Em caso de espólio, o IPTU progressivo vale?
A lei também prevê a aplicação do novo imposto sobre imóveis que estão na Justiça por brigas. Esses imóveis podem ser alugados para evitar a ociosidade.
4.
Em que caso o imóvel será desapropriado?
Se o proprietário não cumprir as determinações da nova lei, ele passará a ter aumentos progressivos do IPTU em um prazo de cinco anos, até o máximo de 15%. Se o terreno ou imóvel continuar ocioso, a Prefeitura poderá desapropriar o imóvel com pagamento em títulos da dívida pública. Esses títulos serão resgatados no prazo de até dez anos.
30 de junho de 2010 | 0h 00
Diego Zanchetta, Rodrigo Brancatelli - O Estado de S.Paulo
Imóvel vazio no centro pagará mais IPTU
Diego Zanchetta, Rodrigo Brancatelli -
Após nove anos de discussões, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou, por 45 votos - e nenhum contra -, em segunda discussão, uma lei que estabelece o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) progressivo para imóveis ociosos. Pela proposta, o proprietário terá de comprovar o uso de seu apartamento ou casa na região central. Caso contrário, vai pagar um aumento sucessivo de até 15% do IPTU e ainda poderá ser desapropriado.
Apontado como um grande avanço para minorar o déficit habitacional de São Paulo e frear a especulação imobiliária, o projeto vale para todos os imóveis e terrenos localizados em zonas centrais voltadas para habitação social. Essas áreas, chamadas de Zona Especial de Interesse Social (Zeis 2 e 3) pelo Plano Diretor de 2002, estão espalhadas pela Sé, República, Santa Cecília, Barra Funda, Cambuci e Mooca. Segundo estudo da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), 420.327 casas e apartamentos do centro estão atualmente ociosos.
Líder do governo na Câmara e autor da proposta, o vereador José Police Neto (PSDB) considera que a progressão do imposto sobre terrenos ociosos é um instrumento que pode ajudar a frear a explosão dos preços dos imóveis na capital, aumentar a oferta de residenciais no centro e melhorar a mobilidade - uma vez que os imóveis ociosos no centro estão em uma área com grande infraestrutura, servida por quatro estações do Metrô e quatro terminais de ônibus. "Com maior oferta de terrenos, a tendência daqui a dois ou três anos é o preço dos apartamentos diminuírem", diz o vereador.
A partir do momento em que o prefeito Gilberto Kassab (DEM) sancionar a lei, o que deve ocorrer nos próximos 15 dias, os proprietários dos imóveis atingidos serão notificados pela Prefeitura para promover o adequado aproveitamento dos imóveis. Esses proprietários então terão um ano para comprovar o uso do terreno ou protocolar um alvará de aprovação de um novo imóvel - obras de parcelamento do solo ou de novas edificações podem durar no máximo cinco anos.
Em caso de descumprimento das condições e dos prazos impostos pela nova lei, será aplicado o IPTU progressivo, mediante o aumento anual e consecutivo da alíquota pelo prazo de 5 anos, até o limite máximo de 15%. Por fim, a Prefeitura poderá desapropriar o imóvel com o pagamento em títulos da dívida pública, que serão resgatados no prazo de até dez anos.
Na prática, o IPTU progressivo pressiona aquele proprietário que aguardava, por exemplo, uma mudança de zoneamento. "O tributo faz acelerar aquelas parcerias entre empreiteiras e construtoras que estavam em stand by, esperando um melhor momento de determinada região", afirmou o vereador Milton Leite (DEM).
PERGUNTAS & RESPOSTAS
Imposto progressivo
1.
Quais imóveis poderão pagar mais IPTU?
Serão atingidos os imóveis e terrenos localizados em áreas da região central destinadas à moradia popular ou social. Essas regiões, chamadas de Zeis 2 e 3, estão previstas no Plano Diretor de 2002. Todos os proprietários serão notificados por carta ou por edital.
2.
Como o proprietário vai provar o uso do imóvel?
Ele poderá apresentar contrato de aluguel, contas de serviço público, como água ou luz, ou dar entrada com um projeto de aprovação e execução de nova edificação.
3.
Em caso de espólio, o IPTU progressivo vale?
A lei também prevê a aplicação do novo imposto sobre imóveis que estão na Justiça por brigas. Esses imóveis podem ser alugados para evitar a ociosidade.
4.
Em que caso o imóvel será desapropriado?
Se o proprietário não cumprir as determinações da nova lei, ele passará a ter aumentos progressivos do IPTU em um prazo de cinco anos, até o máximo de 15%. Se o terreno ou imóvel continuar ocioso, a Prefeitura poderá desapropriar o imóvel com pagamento em títulos da dívida pública. Esses títulos serão resgatados no prazo de até dez anos.
terça-feira, 29 de junho de 2010
A evolução da publicidade imobiliária.
O brasileiro compra, em média, apenas dois imóveis ao longo da vida. Um investimento tão representativo deveria ser feito com base em informações. Entre os fatores mais importantes estão a segurança e valorização da região, proximidade a pontos de interesse do comprador como escolas, academias ou shopping centers , trânsito local, valor do imóvel e formas de financiamento.
Antes de tentar vender um imóvel, uma incorporadora, construtora ou imobiliária deveria entender as necessidades de seu público de interesse e oferecer as informações pertinentes para que o comprador tome a decisão acertada. Curiosamente, a publicidade imobiliária raramente aborda esses temas. Homens-flecha apontando para a localização do novo empreendimento e anúncios que falam de aspectos subjetivos como conforto e tranqüilidade são mais comuns no setor. Essas formas ultrapassadas de publicidade apelam para a emoção do comprador, que pode ceder influência e realizar uma compra precipitada e mal-sucedida.
Um livro que pretende ensinar os corretores norte-americanos a anunciar chega a propor que os profissionais nunca divulguem o endereço do empreendimento. Na página 33, a razão: A verdade é que a maioria dos compradores está buscando um motivo para não comprar. Mencionar o endereço no anúncio pode dar esse motivo antes que eles se deem a chance de conferir se o imóvel é o certo ou não.
Esconder informações estratégicas tem sido a tática da publicidade imobiliária há décadas. Mas, por sorte, atualmente os investidores já podem obter esses dados online. A web 2.0 oferece a chance de análise de uma determinada vizinhança com base nas necessidades de quem pretende morar ou investir ali. Ferramentas simples como o Google Maps permitem que as pessoas entendam melhor a região e confiram a proximidade de escolas, hospitais, supermercados ou paradas de ônibus. Outras tecnologias mais sofisticadas oferecem detalhes mais interessantes, como qual a faixa etária ou a renda média dos vizinhos, como é o trânsito nos arredores e quanto essa região tende a se valorizar ou desvalorizar a curto, médio e longo prazos.
Anunciar é caro, e, justamente por isso, uma ação que deve ser bem pensada e planejada. A propaganda mal feita custa dinheiro, custo que, a longo prazo, as empresas vão repassar para o futuro comprador. Mas não é só o público final que pode se prejudicar. A corporação deve responder à questão: que imagem meus clientes terão de mim com base nas informações que eu ofereço? Ela quer ser lembrada como a empresa que acha que um imóvel deve ser comprado porque um homem-flecha conquistou a atenção do comprador enquanto ele passeava de carro? Por que o panfleto impresso antecipa uma vida de felicidade ao lado da família? Por que as mocinhas que atendem o potencial comprador são mais bonitas que as da concorrência?
As empresas só têm a ganhar quando são transparentes e oferecem dados reais que possam valorizar um imóvel. Quando as partes envolvidas no negócio valorizarem o que realmente importa na hora de oferecer ou comprar um imóvel, essa transação terá mais chances de sucesso.
Fonte: imovelnolitoral@ig.com.br
CAMPANHA: FICA LÔLA!
Lôla está com quase três meses e cresceu bastante, já está pesando três quilos. Ontem esteve novamente na clínica veterinária para tomar a segunda dose da vacina múltipla. Sendo uma SRD(sem raça definida), fica difícil prever seu tamanho. Espero que ela não fique muito grande…![]()
Tomando o sol da manhã no jardim…
Quando ela está com frio fica com um soluço danado, é por isso que está toda agasalhada nesta foto.
Índice que reajusta aluguel já acumula variação de 5,68% em 2010
29/06/10 - InfoMoney
Em junho, o IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou desaceleração, passando de 1,49% para 1,09%, enquanto o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) apresentou aumento de 0,93% para 1,77%. A categoria de mão-de-obra chegou a 2,59% na medição atual, enquanto o índice que capta o custo de materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 1,02%.
Altas e baixas
No que diz respeito ao IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, este apresentou deflação no período estudado, ficando em -0,18%, contra 0,49% um mês antes.
A principal contribuição puxando o índice para baixo veio do grupo Alimentação (0,56% para -1,36%).
Os grupos Habitação (0,60% para 0,40%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,80% para 0,46%), Educação, Leitura e Recreação (0,24% para 0,10) e Transportes (-0,11% para -0,17%)também apresentaram recuos, contribuindo para o resultado do índice.
Por outro lado, Vestuário (0,81% para 0,93%) e Despesas Diversas (0,10% para 0,39%) registraram avanços no sexto mês do ano.
IGP-M
O cálculo do IGP-M é composto pelo IPA, IPC e INCC. Os indicadores medem itens como bens de consumo (alimentos) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção), além dos preços de aluguéis, condomínios, transportes, dentre outros.
O IGP-M mede os níveis de inflação para toda a população, envolvendo todos os níveis de renda. Esse índice é utilizado para reajustes de contratos de aluguel, tarifas públicas e planos de saúde (no caso dos contratos mais antigos).
Dívidas monstruosas – como evitá-las e algumas ideias para livrar-se delas
Confesso que a coluna de hoje é uma das mais difíceis que eu já escrevi. Não por qualquer razão técnica, mas pelo desafio de obter a atenção de um público com muito pouca disposição para o tipo de assunto que recheia esta página. Que tema eu deveria abordar para que você, leitor, desse uma passadinha por aqui antes ou depois de ver tantos textos e fotos com a repercussão do jogo de ontem? Que força teria a economia diante das mágicas trocas de passes de Kaká e Robinho?
Há assuntos, entretanto, que têm um apelo quase universal para os brasileiros. Um deles – hoje em dia, pelo menos – é o da dívida impagável. Esse é o problema que aflige a Alessandra, leitora de Londrina que viu seus débitos dobrarem nos últimos meses.
“Eu devo aproximadamente R$ 4 mil, e estou desesperada na verdade pelo juros, porque eu não gastei tudo isso”, resume. “Fiz um empréstimo no Banco Santander e devo no cartão e agora eles estão irredutíveis para fazer um acordo ou parcelamento. Na verdade eles não querem nem diminuir os juros, já fiz um acordo com eles mas não consegui arcar porque fiquei sem emprego.”
Ela diz que chegou a essa situação por causa de “falta de planejamento e também de responsabilidade”, movida pela sua vontade de concluir o curso superior. Sem emprego há dois anos, ela fez empréstimos pessoais para custear as mensalidades. E não conseguiu pagá-los.
Mal da idade? Com 24 anos, Alessandra faz parte de uma geração de quem vem sendo cobrada grande responsabilidade financeira, mas que não foi educada apropriadamente nessa área. E é justamente a fase da vida em que somos mais propensos a fazer bobagem, levados por um entusiasmo juvenil – o mesmo, sublinhe-se, que nos faz acreditar em grandes e utópicas ideias e serve de motor para todo tipo de inovação.
O problema é que a taxa de juros brasileira não dá margem a pequenos erros. Quando você tem de pagar 283% ao ano (taxa média do cheque especial, em maio, segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças), qualquer deslize tem potencial para provocar consequências desastrosas nas finanças de uma pessoa ou de uma família. E é fácil cometer esse tipo de deslize, porque os bancos e cartões de crédito abrem linhas de crédito automáticas, sem uma verificação criteriosa sobre a capacidade de pagamento do cliente. É mesmo cruel e injusto, e não conheço nenhum outro país onde isso aconteça. Considero que esse é o maior problema da economia brasileira atual, e corrigir essa distorção exige ação do governo e da sociedade.
Livrar-se da dívida, no estágio em que ela está, não é tarefa simples e vai exigir concentração. Contei a história da Alessandra para o consultor Friedbert Kroeger, da Financonsult, que é membro do Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF). Ele diz que, pelo que a leitora conta, dificilmente os credores irão optar por fazer a execução judicial da dívida. “Os valores não compensariam, e não haveria bens para tomar em garantia”, observa. Assim, resta a eles o instrumento da pressão: colocar seu nome nos cadastros de maus pagadores e pôr no telefone pessoas treinadas para fazer pressão e despertar medo no devedor. Alessandra deve, então, tentar manter a calma e fazer propostas que se limitem ao que pode pagar. Essas propostas devem ser feitas por escrito, incluindo o valor original da dívida (ou seja, sem os juros monstruosos das cobranças atuais), um acréscimo pelos juros e a proposta de parcelamento. A dívida do banco – que, segundo o e-mail de Alessandra, era de R$ 1800 e virou mais de R$ 3 mil agora – poderia ser revista mais ou menos assim (atenção! Isso é apenas um exemplo e não deve ser entendido como uma orientação profissional):
• Dívida original: R$ 1.800;
• Juros: R$ 200
• Parcelamento: 10 x R$ 200.
Mas como ter certeza que você vai conseguir arcar com essas parcelas de R$ 200? Para isso é muito importante ter um controle das suas despesas. Isso pode ser feito em uma planilha de computador ou mesmo num caderno. Anote todas as despesas fixas que você tem atualmente (aluguel, condomínio, mensalidade escolar, contas de água, luz, telefone, por exemplo) e também as variáveis (alimentação, supermercado, transporte) e compare com a receita. Tente enxugar as despesas ao máximo. O que sobrar é a sua capacidade de pagamento. E continue fazendo esse controle: ele vai ser muito útil para manter seus gastos na rédea curta.
Quando for entregar a proposta de parcelamento ao banco, não esqueça de levar duas vias. Exija numa delas um protocolo do banco, e guarde essa com você.
Inflexível
Kroeger observa que os devedores (isso inclui tanto bancos quanto lojas) costumam ser inflexíveis quando as dívidas são mais ou menos recentes. Quando o atraso é muito grande, eles tendem a aceitar acordos mais facilmente. A ideia é que receber pouco é sempre melhor do que não receber.
Que o leitor não entenda isso como uma sugestão de que adiar mais ainda o pagamento pode ser positivo. Não – o seu cadastro fica sujo e só quem já deveu sabe o que é ser pressionado pelas empresas de cobrança. Mas esse comportamento é real e não deve ser ignorado.
Antes
O que Alessandra poderia ter feito para evitar a armadilha? Primeiro, conhecer os instrumentos disponíveis para o seu caso. Muitas instituições de ensino têm sistemas de crédito que permitem ao aluno pagar menos durante o curso e financiar a diferença, pagando depois da formatura. E há programas públicos que permitem reduzir o valor das parcelas, como o Prouni. Se não há outra alternativa, sempre é possível trancar disciplinas e cursar menos matérias, de modo a reduzir o valor da mensalidade. Vai atrasar a conclusão do curso, mas ficar inadimplente também não vai ajudar em nada.
Depois
Os Procons podem ajudar na renegociação. Antes de ir ao escritório mais próximo, reúna todos os documentos possíveis sobre a dívida – extrato, faturas, cartas de cobrança etc. O Tribunal de Justiça do Paraná tem em Curitiba um programa-piloto de atendimento a pessoas superendividadas. Para saber mais sobre ele, ligue para 41 3234-3605.
| Fuja delas Dicas do projeto-piloto para tratamento de situações de superendividamento do consumidor, do TJ-PR. 1 Não gaste mais do que você ganha. 2 Tenha cuidado com o crédito fácil. 3 Não assuma dívida antes de refletir e conversar com sua família. 4 Leia o contrato e os prospectos. 5 Exija informações sobre as taxas de juros mensais e anuais. 6 Exija o cálculo do valor total e veja se é compatível com sua renda. 7 Compare as taxas de juros dos concorrentes. 8 Não assuma dívidas em benefício de terceiro. 9 Não assuma dívidas e não forneça seus dados por telefone ou pela internet. 10 Preserve parte de sua renda para as despesas de sobrevivência. |
Franco Iacomini escreve às terças-feiras na Gazeta do Povo
O que querem os bancos?
A "farra" do crédito nos últimos anos entre consumidores e mutuários dos países desenvolvidos está na origem da atual crise global.
Os bancos até hoje correm atrás de capital novo (vendendo ações ou participações em empresas) para cobrir rombos de um tsunami de inadimplência.
Nos países avançados, o volume de crédito a consumidores e mutuários é maior do que 100% como proporção do PIB. No Brasil, o estoque total de empréstimos equivale a R$ 1,5 trilhão, ou 45% do PIB. Na área imobiliária, a proporção em relação ao PIB é de pouco mais de 4%.
É pouco, principalmente no setor imobiliário. Para um país como o Brasil, onde o grosso da população não tem casa própria ou mora em situação muito precária, o aumento do crédito imobiliário e dos preços pode não redundar em problemas.
É preciso lembrar que nos países avançados a chamada "bolha imobiliária" se deu apoiada na especulação, com famílias refinanciando imóveis com preços em alta para pagar férias ou comprando uma segunda casa para investir.
No Brasil, é provável que, no aperto, uma família venda o carro e corte uma série de despesas antes de entregar os pontos e deixar de pagar um financiamento imobiliário.
O problema aqui é outro.
O forte crescimento da economia nos últimos meses está amplamente apoiado em mais crédito ao consumo. As pessoas antecipam a compra de geladeiras ou fogões financiados, o que faz a economia crescer mais rápido.
O risco é que os juros cobrados no Brasil continuam pornográficos. É diferente de uma situação vivida nos países desenvolvidos, onde, mesmo quando altíssimos, eles não passam de 6% ao ano, com todas taxas e custos embutidos.
No Brasil, o juro médio para as pessoas físicas ainda é de 42% ao ano. Em casos de atrasos, vai a 230% no cartão de crédito e a 180% no cheque especial.
Esse alto custo não apenas limita muito a capacidade de endividamento (e o crescimento econômico) como pode ser devastador para um devedor que eventualmente perca o emprego ou tenha uma grande despesa inesperada.
Em questão de meses, a dívida vira uma bola de neve. Daí para o calote é um pulo.
Apesar de todos os progressos recentes, ainda temos no Brasil a velha pergunta "Tostines" sobre um sistema bancário, que parece custar em aderir aos novos tempos:
"Os bancos cobram juros muito altos porque temem grandes calotes, ou temem grandes calotes porque ainda cobram juros altos demais?"
Fernando Canzian escreve às segundas-feiras na Folha.com.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Uem estiver na jaguara tem que arrumar um lugar para ver o jogo por aqui...esta tudo parado.
Encerramento das atividades
Estamos encerrando nossas atividades de hoje.
Equipe GDS Imóveis
Confira a programação:
30/06 – às 13h - Cidade das Abelhas - conhecer a anatomia das abelhas, suas movimentações dentro de uma colméia de vidro e também, a Casa do Mel, onde são expostos pratos, meleiras e canecas.
14/07 – às 12h30 - Estação Ciência - exposições e atividades nas áreas de Astronomia, Meteorologia, Física, Geologia, Geografia, Biologia, História, Informática, Tecnologia, Matemática e Humanidades.
21/07 – às 14h - Museu do Catavento – Apresentar a ciência, a história do Brasil e os problemas sociais através de uma metodologia atraente e participativa.
30/07 – às 12h30 - Zoológico de São Paulo - uma viagem fascinante com visitas ao Núcleo de Educação Ambiental, setor de alimentação animal, trilha ecológica cercada pela Mata Atlântica e visita a alguns animais.
Participe! Informações e inscrições através do telefone (11)3889-5899, ramal 578 ou pelo e-mail agendacultural@sciesp.com.br - Vagas limitadas.
Corretores aptos a negociar imóveis no exterior

O presidente em exercício da Fenaci, Joaquim Ribeiro, abriu o curso avaliando a relevância da capacitação do profissional nas atividades internacionais: “é extremamente importante que o corretor desenvolva novas habilidades e amplie seus horizontes. O Brasil é a bola da vez e o corretor brasileiro, por ter características peculiares está à frente dos profissionais que desenvolvem a mesma atividade no exterior e por isso, serão muito procurados para prestar assessoria imobiliária.”
Durante todo o dia, os corretores de imóveis debateram assuntos relevantes ao exercício da profissão e receberam informações para acessar e consultar, diariamente, os colegas dos países participantes do Icrea, sigla em inglês para Consórcio Internacional de Associações Imobiliárias.
O TRC ministrado por Thijs Stoffer, CEO do Icrea e Angel Munhoz, diretor para as relações com o Brasil da Aegi - Associação Empresarial de Gestão Imobiliária da Espanha, contou com a participação de mais de cinqüenta corretores, o que representa um recorde de público em todo o país.
Ao finalizar as atividades, Alexandre Tirelli, vice-presidente do Sciesp, destacou que “o mercado imobiliário internacional vive um momento único, afinal alguns imóveis no exterior, estão incrivelmente baratos o que atrai investidores. Os corretores necessitam estar preparados para, quando acionados tenham todas as ferramentas e conhecimentos necessários para realizar todas as facetas que a atividade requer.”
Encontro Executivo ECI - “Fatores que influenciam para a evolução na carreira de corretor”
“Fatores que influenciam para a evolução na carreira de corretor” será o tema abordado por Luiz Fernando Gambi, corretor de imóveis e diretor do Secovi/SP. Os corretores que não assistiram o curso e têm interesse em participar, devem entrar em contato com o sindicato e assegurar sua presença através do telefone (11)38895899, ramal 589.
Corretor Cidadão
Durante a fase de gestação e amamentação, as mamães e os bebês ficam alojados no Amparo Maternal e recebem toda estrutura necessária para garantir o bom desenvolvimento e um futuro de qualidade.
Corretor, a sua participação é muito importante! Mobilize seus amigos e familiares e traga sua doação aos postos de arrecadação no sindicato, na UNISciesp e na Agência Regional da sua cidade.
HOM UM NOVO JEITO DE VIVER

Apresento aqui o novo empreendimento da construtora Melnick Even. Depois do sucesso absoluto do VIDA VIVA MOINHO (100% vendido antes do lançamento), chega a Porto Alegre um novo estilo de viver.
O HOM (home, office, mall), onde a praticidade e a qualidade de vida são únicas para pessoas especiais.
Condomínio de alto padrão de construção e acabamento, em localização mais que especial, Av. João Wallig, a poucos metros dos shoppings Iguatemi, Bourbon Country e futuro shopping Bourbon Wallig, próximo as melhores escolas da região, Achieta, Farroupilha, Província, e de fácil acesso a todas as regióes da cidade.
Serão 2 torres com arquitetura de vanguarda.
Uma torre residencial, com apartamentos de 2 e 3 dormitórios, com suíte e churrasqueira e infraestrutura completa.
Outra torre comercial, com salas a partir de 28m², contemplando desde o profissional liberal em inicio de carreira até a empresa efetivamente estabelecida no mercado, já que existe a possibilidade de unificação das unidades. com toda a estrutura necessária para o sucesso profissional.
Unindo as 2 torres um MALL, com os serviços necessários para as facilidades do dia-a dia.
As duas torres com entrada independente. Garagem na torre residencial e na torre comercial, garantindo uma vaga para cada unidade e um estacionamento rotativo que poderá ser utilizado por clientes e visitantes das 2 torres.
Venha para este novo estilo de viver, HOM - TRABALHE AO LADO DE SUA CASA, MORE AO LADO DE SEU TRABALHO.
Att, Fabiane Cidade.
CRECI 37492
www.twitter.com\fabianecidade
www.cidadedoimovel.blogspot.com
51-98524144
domingo, 27 de junho de 2010
Bancos que financiam a aquisição de imóvel comercial, novo ou usado: lojas, escritórios, consultórios, salas e conjuntos comerciais
| A CEF financia a aquisição através do plano Carta de Crédito SBPE que é uma linha de crédito disponível com juros Pós-fixado. Clique aqui para a simulação Limite de financiamento - O percentual máximo de financiamento é de 60%, do menor dos valores, entre o valor de avaliação feita pela engenharia da CAIXA e o valor de compra. Taxas de juros 13,5% ao ano + TR por mês. Prazo de amortização · mínimo de 72 meses · máximo de 120 meses A soma da idade do financiado mais o prazo de financiamento não pode exceder o limite de 80 anos. Garantia - Alienação fiduciária do imóvel. | O HSBC financia a aquisição através do plano Taxa de Mercado Comercial Clique aqui para a simulação Limite de financiamento - O percentual máximo de financiamento é de 50%, devendo este ser calculado com base no menor dos valores, (ou de avaliação ou valor de venda. Valor máximo do imóvel a ser financiado: R$ 600.000,00 Mínimo: R$ 60 mil Valores do financiamento Valor mínimo: R$ 20 mil. Taxas de juros Taxa de juros nominal: 11,3866% ao ano. Prazo de amortização Tempo máximo de 60 meses. Garantia - Alienação fiduciária do imóvel. Renda necessária O comprometimento máximo da renda do financiado é de 25% da renda bruta mensal. A composição da renda familiar é permitida apenas entre cônjuges. Renda mínima: R$ 1.500,00. |
| SANTANDER Clique aqui para a simulação O plano SuperOffice do Santnader, financia até 60% do valor da sala comercial e o cliente pode optar por parcelas fixas ou atualizáveis mensais. Principais características: - Parcelas Fixas: 17,50%2 a.a. | BRADESCO Principais características: |
sábado, 26 de junho de 2010
VENDO CASA BAIRRO TRISTEZA!!!




REVISTA LUSH – JUNHO 2010
10 DICAS PARA VIVER SÓ
1. Pense nas vantagens que morar só traz. Lembre que ninguém reclamou quando você largou a toalha molhada em cima da cama
2. Invista em você o tempo que dedicaria a outra pessoa
3. Aproveite para tomar decisões de última hora. O compromisso é só consigo
4. Quando sair sozinho, orgulhe-se da sua independência. E não se deixe levar pela fantasia de que os outros estão se divertindo. Isso é ilusão
5. Faça da sua casa um lugar muito pessoal. Pinte as paredes da sua cor preferida, redecore, reinvente. Quanto mais personalizada for, melhor
6. Organize as obrigações. Ponha as contas no débito automático, arrume suas coisas. Evite motivos para ficar culpando-se
7. Um bichinho de estimação pode ser uma ótima companhia, se você estiver preparado para assumir a responsabilidade
8. Perceba como a relação com quem você morava antes melhora, agora que vocês não discutem questões cotidianas e supérfluas.
9. Lembre sempre que você está sozinho por opção e que pode sair, badalar ou receber gente em casa quando quiser
10. Nunca enxergue a casa como um lugar de reclusão, mas sim de aconchego
Fonte: Revista Vida Simples
ARTESTUDIO
Hoje recebi um e-mail da arquiteta Márcia Barreiros divulgando a revista ARTESTUDIO. Como gostei muito do trabalho, estou divulgando a revista entre os leitores deste blog. O endereço: www.artestudiorevista.com.br.
Belíssimas imagens, diagramação primorosa, ótimo conteúdo. Parabéns a toda equipe da revista! Clique nas capas das revistas e confiram…
Impressões sobre o o jogo: Brasil 0 × 0 Portugal: medo de atacar e pouco futebol
Parece que todo mundo apostava na zerada dos cartões nas quartas-de-final. Só que antes tem as oitavas…
Cristiano Ronaldo só serve pra fazer pose e chutar de longe. O cara é um "fominha", deviam ter dado uma Jabulani só pra ele. Se limitava a esperar faltas e cobrá-las como tiro de meta. Lúcio e Juan parecem ter combinado de deixar ele de castigo e não o deixaram pegar na bola, e quando pouco pegou, ele chutou de qualquer lugar e mal.
Pra mim foi um jogo "adormecido". Lúcio tentou acordá-lo, indo à frente. Mas foi em vão. O 0 a 0 previsível num jogo de compadres não estva estampado no placar pelo "compadrio", mas na verdade, por incompetência. O jogo foi tão violento quanto ruim. A partir dos 35 minutos do 2º tempo, os dois times desistiram da partida.
Sem emoção, a torcida passou a fazer ôla na arquibancada e a se divertir assoprando suas milhares de vuvuzelas, em uma orquestra infernal. Era mais divertido. Os torcedores que lotaram o estádio não escondiam o gosto de frustração. Largaram as suas vuvuzelas e vaiaram com vontade ao final do jogo.
Falta também um jogador de criação. Michel Bastos? Este deveria se chamar "Michel Basta".
Dunga é mais torcedor no banco, não sabe mexer e não tem reservas bons. Parece um animador de auditório no banco. Não soube convocar, não soube escalar, não sabe substituir e agora está provado que não sabe nem ler o jogo
Os brasileiros tiveram mais a bola, nada menos do que em 64% do tempo, fazer o que com ela é a questão.
Que triste, nesse time do Brasil, a a arte do passe está quase tão esquecida como a arte do drible.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Financiamento de imóveis já supera R$ 100 bi
SÃO PAULO - O saldo de crédito direcionado para financiamento de imóveis, segundo dados do Banco Central (BC), já ultrapassou R$ 100 bilhões, e cresceu 3,5% somente em maio. Em 12 meses, os recursos direcionados a habitação cresceram 51,1%. O panorama divide a opinião de especialistas. Uma parte acredita em bolha no longo prazo; a outra, não.
Um terceiro ingrediente para apimentar as discussões fica com os bancos. As instituições olham com carinho para este público porque em praticamente todos bancos grandes o crédito imobiliário é o que mais cresce.
Um exemplo é o banco Bradesco, que somente na comparação entre o primeiro trimestre de 2010 contra o de 2009 cresceu 180%. A projeção é romper a barreira dos R$ 7 bilhões em dezembro. No concorrente Itaú Unibanco, a comparação entre 31 de março de um ano e do outro revelou o crescimento de 41,7% da carteira imobiliária. A instituição projeta chegar a R$ 10 bilhões no final de 2010.
Um dos motivos de os bancos abrirem os cofres para financiar imóveis é o loan-to-value (LTV). A sigla mede a relação do saldo devedor contra o valor de avaliação do imóvel financiado. Segundo o superintendente executivo de crédito imobiliário do Bradesco, Cláudio Borges, além de não financiar o valor total do imóvel, o saldo devedor sempre fica abaixo do valor avaliado do imóvel. "É uma relação de 60 para 100, na maioria dos casos."
Borges explicou que nos EUA o LTV estava abaixo de 1 e, por isto, houve devolução de imóveis e o início da crise. "Hoje os contratos são fechados em 20 dias. Há 10 anos era acima de 90 dias."
Em 2005, o banco emprestou R$ 700 milhões. "Em um mês deste ano, emprestamos R$ 800 milhões. O Brasil vive um momento ímpar na história de crédito imobiliário", define o executivo. Para ele, a justificativa são prazos mais flexíveis, taxas de juros mais baixas e emprego e renda em alta.
Segundo ele, a garantia dos bancos é a alienação fiduciária. "Quando havia a hipoteca, a inadimplência era de 10%; hoje é de
1,5%. O risco é menor." Borges descarta falta de crédito. "O funding da poupança é o suficiente."
Contudo, o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Luiz Antônio França, acredita que em um prazo de três anos a poupança não consiga mais atender toda a demanda por crédito imobiliário. "Haverá déficit de R$ 20 bilhões, pois o País necessita de R$ 50 bilhões. Temos captação de R$ 30 bilhões na poupança", afirmou.
França disse que as famílias preferem comprar imóveis com financiamento. "Antes, os consumidores preferiam poupar a maior parte dos recursos para adquirir uma casa. Agora, financiam cerca de 60% do valor."
Bolha
Os especialistas consultados pelo DCI não acreditam em "bolha" similar ao que aconteceu nos EUA. Para eles, o perigo está nos preços.
Um dos que defendem que não há comportamento de bolha é Alcides Leite, economista da Trevisan Escola de Negócios. Ele não se assusta com o fato de o balanço do BC apontar aumento de R$ 60, 877 bilhões em 2009 para R$ 102, 4 bilhões destinados ao financiamento de imóveis. "Não faz sentido falar em bolha quando se empresta tão pouco em relação ao PIB. Não ultrapassamos a barreira de 10%."
Para o economista há uma demanda reprimida por causa dos problemas históricos do Brasil, como inflação alta. "Existe muito espaço para crescer."
Contudo, ele não descarta uma "microbolha instantânea" nos preços. "Pode-se falar em bolha quando 80% do PIB está comprometido. Temos apenas 5%." Segundo Leite, mesmo que haja uma disparada de preços por falta de imóveis, as empresas acabam respondendo no médio e longo prazo. "Os preços vão se equilibrar. O mercado está aquecido, temos até falta de mão de obra".
O economista-chefe da Korus Investimentos, Marcelo de Faro, vê uma pequena bolha no preço dos imóveis. Para isto, relata o que acontece no Rio de Janeiro. Segundo ele, em alguns lugares da capital fluminense, os preços inflacionaram 200% em apenas 2 anos. "Copa, Olimpíadas e obras como o trem-bala valorizaram os imóveis, acima da média nacional."
Mesmo com esse panorama, o economista acredita em equilíbrio de preços no médio prazo. Faro também não acredita em desabastecimento de crédito nos bancos. "São instituições criativas. Podem recorrer à recapitalização e venda de dívida."
Segundo ele, o Brasil sofre um represamento de 30 anos na demanda de venda de imóveis. Com o preço dos aluguéis mais barato, o tomador de crédito paga por um imóvel próprio. "Os aluguéis eram cerca de 3% do valor do imóvel. Hoje são de 0,5%. Há substituição."
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Mais uma conquista da GDS Imóveis

No intuito de agilizar o atendimento aos clientes e estreitar o relacionamento a GDS imóveis fechou parceria com a Caixa Econômica Federal.
Desde o mês passado somos correspondentes bancários da Caixa e com essa nova atribuição os financiamentos imobiliários serão finalizados com mais agilidade.
Além de ter melhorado o atendimento nos financiamento imobiliários a GDS pode oferecer produtos da Caixa em nome dela.
Mais uma conquista
A sede nova da GDS
Participação do gasto com imóveis subiu de 4,8% para 5,8%
RIO
A participação dos gastos com aquisição, ampliação e reforma de imóveis no orçamento das famílias cresceu entre 2003 e 2009. Denominado "aumento do ativo", esse item representava 4,8% dos gastos das famílias em 2002/2003 e passou para 5,8% no ano passado, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para o economista José Márcio Camargo, da PUC-RJ, a elevação da participação da aquisição de imóveis se deve ao aumento da oferta de crédito para o setor. "A expansão do crédito para o setor imobiliário começou no início dos anos 2000, quando se criou a figura da alienação fiduciária. A partir daí, houve um aumento sistemático da oferta de crédito, relacionado principalmente a grupos de renda média", explica.
Entre as famílias que adquiriram imóveis no período em que a última POF foi realizada está a arquiteta Letícia Medeiros, 29. A aprovação em um concurso público foi o impulso que faltava para ela e o marido comprarem um apartamento de dois quartos na zona sul do Rio em abril de 2009. "Juntamos nossas economias, demos uma entrada e parcelamos o resto em 20 anos", conta. A família espera, no entanto, quitar o imóvel até o ano que vem com recursos do FGTS e do 13.º salário.
A compra do apartamento, porém, não acabou com as preocupações da família com a casa própria. Letícia teve gêmeos no ano passado e o imóvel ficou pequeno. "Vamos terminar de pagar este apartamento e já começaremos a procurar outro maior", diz. O financiamento e a chegada dos bebês fizeram com que a família revisse seu orçamento. "Gastamos menos com lazer e com viagens e cancelamos planos de reforma no apartamento", explica Letícia.
Embora o aumento do ativo tenha crescido de 2003 para 2009, a participação desse item no orçamento das famílias brasileiras ainda é inferior ao verificado em 1975. Naquele período, as famílias designavam 16,5% das suas despesas para aquisição e reforma de imóveis.
Ofertas de serviços. Segundo o gerente da POF, Edilson Nascimento Silva, a queda dos gastos com o aumento de ativos da década de 70 para cá está "provavelmente" relacionada ao forte aumento na disponibilidade de serviços para as famílias desde a década de 70. "Houve muitas mudanças de ofertas de serviços, como disponibilidade de telefonia, celular, internet, TV a cabo", exemplificou.
Para o presidente do IBGE, Eduardo Nunes, o crescimento da participação do aumento de ativos é reflexo de um melhor padrão de renda da população. "Isso porque ela já foi capaz de com sua renda consumir todos os bens de consumo correntes ? e ainda tem um saldo que é a sua poupança ? que ela pode adquirir na compra de ativos ou recorrer a créditos para ampliar ativos", disse Nunes. / G.G. e J.F.
Horário de atendimento dos bancos nos jogos do Brasil na Copa 2010
Cada banco deverá fixar avisos ao público sobre os horários em suas dependências com 48 horas de antecedência, segundo a Febraban.
O Banco Central autorizou cada a banco a escolher e reduzir seus horários de atendimento nessas datas. De acordo com o BC, o tempo mínimo de atendimento ao público nas agências será reduzido de cinco para quatro horas em dia de jogos da seleção.
Veja a programação dos horários de funcionamento divulgada pela Febraban:
Brasil X Portugal
Data e horário do jogo: 25 de junho, sexta-feira, às 11h (horário de Brasília)
- Horário de atendimento dos bancos:
Interior: das 8h às 10h30 e das 13h30 às 15h30 (horário de Brasília)
Capitais e regiões metropolitanas: das 8h às 10h30 e das 14h às 16h (horário de Brasília).
Caso o Brasil avance na classificação para as fases seguintes da Copa do Mundo, a Febraban divulgou também um horário padrão ,
Caso a partida seja realizada às 11h (horário de Brasília):
- Horário de atendimento dos bancos:
Interior: das 8h às 10h30 e das 13h30 às 15h30 (horário de Brasília)
Capitais e regiões metropolitanas: das 8h às 10h30 e das 14h às 16h (horário de Brasília).
Caso a partida seja realizada às 15h30 (horário de Brasília):
- Horário de atendimento dos bancos
Interior: das 8h às 14h (horário de Brasília)
Capitais e regiões metropolitanas: das 8h às 14h (horário de Brasília).
Crédito da casa própria vai sair em 2 dias
De 20 dias para até 48 horas. Essa é a agilidade que a Caixa Econômica Federal pretende ganhar no processo de aprovação de crédito com a implantação de um novo modelo de correspondente imobiliário feito em parceria com as imobiliárias. Com a estratégia, a oferta dos empréstimos ocorrerá além dos horários dos bancos, inclusive nos finais de semana.
O projeto piloto foi concluído recentemente em oito Estados, incluindo São Paulo, e será avaliado pela Caixa. A expectativa é que o novo modelo seja implantado até o final do ano.
Nesse sistema, o comprador encontra o imóvel desejado e vai até a imobiliária parceria da Caixa, que faz o atendimento, montagem do processo e inserção dos dados no sistema via web para dar entrada no processo de aprovação de crédito e confecção do contrato. As informações são enviadas para a Caixa. Após as análises cadastral, de risco de crédito e de capacidade de pagamento, o crédito é aprovado em até 48 horas.
O 6º Feirão da Casa Própria da Caixa, realizado em maio na capital, já registrou contratos de financiamento por meio do novo modelo. O evento contabilizou movimento recorde de negócios: R$ 1,862 bilhão. O valor é 24,1% maior do que de 2009, quando o Feirão totalizou R$ 1,5 bilhão.
Os números nacionais também mostram o aquecimento do mercado imobiliário: 4,3 mil contratos são fechados por dia. Só até 11 de junho, a Caixa atingiu R$ 29 bilhões de volume contratado, com expectativa de fechar o ano na casa dos R$ 60 bilhões.
Com a nova estratégia, a Caixa pretende melhorar e acelerar o processo de atendimento aos clientes, ampliar os canais de negócios e reduzir custos que possibilitem a oferta de menores taxas de juros.
O correspondente imobiliário executará exclusivamente atividades operacionais e não terá nenhuma interferência sobre os aspectos que impactam na concessão do crédito, como as análises de risco de crédito e de capacidade de pagamento.
Inicialmente, o modelo contemplará apenas os processos envolvendo imóveis de até R$ 130 mil que se enquadram no “Minha Casa, Minha Vida”. Como os imóveis do programa do governo federal já foram avaliados pela Caixa, a situação facilita o processo de análise.
*com informações publicadas no Jornal da Tarde
quarta-feira, 23 de junho de 2010
TERRENO PARA CONDOMÍNIO
Crédito da casa própria vai sair em 2 dias
por Gisele Tamamar Fonte: Jornal da Tarde
O projeto piloto foi concluído recentemente em oito Estados, incluindo São Paulo, e será avaliado pela Caixa. A expectativa é que o novo modelo seja implantado até o final do ano.
Nesse sistema, o comprador encontra o imóvel desejado e vai até a imobiliária parceria da Caixa, que faz o atendimento, montagem do processo e inserção dos dados no sistema via web para dar entrada no processo de aprovação de crédito e confecção do contrato. As informações são enviadas para a Caixa. Após as análises cadastral, de risco de crédito e de capacidade de pagamento, o crédito é aprovado em até 48 horas.
O 6º Feirão da Casa Própria da Caixa, realizado em maio na capital, já registrou contratos de financiamento por meio do novo modelo. O evento contabilizou movimento recorde de negócios: R$ 1,862 bilhão. O valor é 24,1% maior do que de 2009, quando o Feirão totalizou R$ 1,5 bilhão.
Os números nacionais também mostram o aquecimento do mercado imobiliário: 4,3 mil contratos são fechados por dia. Só até 11 de junho, a Caixa atingiu R$ 29 bilhões de volume contratado, com expectativa de fechar o ano na casa dos R$ 60 bilhões.
Com a nova estratégia, a Caixa pretende melhorar e acelerar o processo de atendimento aos clientes, ampliar os canais de negócios e reduzir custos que possibilitem a oferta de menores taxas de juros.
O correspondente imobiliário executará exclusivamente atividades operacionais e não terá nenhuma interferência sobre os aspectos que impactam na concessão do crédito, como as análises de risco de crédito e de capacidade de pagamento.
Inicialmente, o modelo contemplará apenas os processos envolvendo imóveis de até R$ 130 mil que se enquadram no ?Minha Casa, Minha Vida?. Como os imóveis do programa do governo federal já foram avaliados pela Caixa, a situação facilita o processo de análise.
Mão de obra capacitada para reforma
Cerca de 60% das casas brasileiras são reformadas com mão de obra não especializada. Essa informação é de Valter Frigieri Júnior, gerente de desenvolvimento de mercado da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), ONG mantida pela indústria brasileira de cimento. “Esse processo resulta em moradias de baixa qualidade, um problema social que atinge principalmente as classes C, D e E”, diz Júnior.
Para tentar solucionar o problema, a associação lançou este mês o Clube da Reforma, iniciativa nacional, com sede na própria ABCP, em São Paulo (SP), e que conta como um dos membros a ONG mundial Ashoka, idealizadora de projetos sociais de habitação. “O objetivo do Clube é melhorar a qualidade habitacional de famílias de baixa renda por meio da educação”, diz Júnior, que também é idealizador e um dos coordenadores do projeto. A organização do Clube da Reforma procurou as causas dessa baixa qualidade e chegou a quatro gargalos: assistência técnica despreparada, escassez de crédito, falta de informação que valorize a casa como um todo e falta de conhecimento de boas práticas.
Atuação
Os mais de 30 membros do clube, entre fábricas de cimento, bancos e organizações sociais, foram divididos em quatro grupos de trabalho, condizentes com os quatro gargalos encontrados. A assistência técnica é responsável pela criação de conhecimento para ser utilizado como ferramenta pelos envolvidos em uma reforma. O grupo de crédito é encarregado de, junto a instituições financeiras, encontrar soluções para aumentar a oferta de crédito dirigido a reformas e diminuir burocracias.
A equipe de comunicação deve oferecer subsídios para propagandas e ações que valorizem a casa como um todo, e não apenas suas partes, como o encanamento e o cimento, por exemplo. O grupo de multiplicação de resultados é responsável por mostrar as melhores práticas e formas de disseminar as soluções encontradas pelo Clube.
Para Júnior, essa estratégia multidisciplinar é a mais adequada para que os objetivos sejam alcançados. “Pessoas de competências diferentes, colocadas no mesmo espaço, analisando o mesmo item, conseguem visualizar o problema de várias frentes, o que aumenta as chances de solução”, explica. A meta do Clube é encontrar essas soluções em 12 meses.
Ação paranaense
A Terra Nova, empresa paranaense especializada em regularização fundiária, fará parte do grupo de crédito do Clube, que deverá eleger três áreas para empregar projetos-piloto. Segundo Cecil Maya, coordenador técnico do Instituto Terra Nova de Desenvolvimento Humano, provavelmente as estratégias do grupo e da própria empresa no projeto terão como objetivo facilitar a consumação das reformas. “Vamos buscar soluções para ampliar o crédito, criando volume e maior acessibilidade a ele, com menos burocracia e taxas de juros menores”, explica Maya. “Queremos também propor atividades educativas que mostrem a importância do bom estado e da regularização das moradias”, ressalta.
Maya diz que a Terra Nova irá propor ao grupo o desenvolvimento de projetos-piloto na Região Metropolitana de Curitiba, onde a empresa atende empreendimentos em estágio avançado de regularização. “Temos o objetivo de ajudar na criação de alternativas para que as pessoas de baixa renda tenham acesso à assistência técnica e ao crédito, para que boa parte delas possa morar melhor”, diz.
Serviço:
Para se tornar membro do Clube da Reforma, as empresas privadas devem ser formais e adequadas às normas em vigor, além de pagar uma mensalidade com três faixas de valores, que dependem do faturamento. As organizações sociais devem trabalhar com o tema melhoria habitacional e iniciativas para populações de baixa renda. Mais informações pelo site do Clube: www.clubedareforma.com.br.
*com informações publicadas na Gazeta do Povo
terça-feira, 22 de junho de 2010
Especialista explica como usar o FGTS no financiamento imobiliário
21/06/10 - InfoMoney
SÃO PAULO – FGTS é uma sigla que muitos se lembram apenas quando se desligam da empresa onde trabalham. Ou quando resolvem adquirir a casa própria. Mas será que todos conhecem as regras para usar esse dinheiro no financiamento imobiliário?
Criado na década de 1960, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço equivale a 8% do salário do trabalhador. A taxa não é descontada do pagamento, apenas depositada pelo empregador. Rendendo juros de 3% ao ano mais atualização monetária mensal, o FGTS é praticamente uma poupança compulsória, que acaba sendo útil no momento da compra do imóvel.
Os recursos do FGTS não podem ser utilizados no financiamento imobiliário se o proponente for dono de um imóvel já financiado pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação) em qualquer lugar do Brasil. Também está impedido de usar o fundo o proprietário de imóvel em construção ou concluído no município de residência ou de trabalho, ou nas cidades vizinhas, quando não financiado pelo SFH.
O diretor da ABMH (Associação Brasileira de Mutuários da Habitação), Lúcio de Queiroz Delfino, explica que há três possibilidades de uso do fundo para a compra da casa própria. A primeira delas é na compra integral ou no valor de entrada do imóvel, bem como ajuda no pagamento do lance, em caso de consórcio imobiliário. Lembrando que o valor do imóvel não pode ultrapassar R$ 500 mil.
Amortização
“Depois que o imóvel foi financiado, ele pode usar o FGTS para quitar a dívida ou amortizar as prestações. No primeiro caso, ele liquida todo o saldo devedor do financiamento. No segundo, ele pode optar por usar o FGTS como auxílio na quitação de algumas prestações ou para fazer a chamada amortização extraordinária”, afirma Delfino.
O especialista alerta que, para quitar as parcelas, há duas exigências. Uma delas é o limite de 80% do valor da parcela com o FGTS – o restante precisa sair do bolso do mutuário. A outra exigência é que o número de parcelas beneficiadas pelo FGTS seja mais de 12. “Não dá para solicitar o FGTS para pagar a prestação do mês que vem apenas. Precisa ser por pelo menos 12 prestações”.
No caso de amortização do saldo devedor, o cliente também terá duas alternativas: ou reduzir o valor das parcelas mensais ou diminuir o número de parcelas e, assim, o tempo restante de financiamento.
“Nossa recomendação é, desde que não esteja com nenhum problema financeiro no momento, sempre dê preferência para reduzir o número de parcelas. Assim, ele paga boa parte dos juros”, aconselhou Delfino.
Construção e outras regras
Mas o FGTS não financia apenas o imóvel pronto. Se o seu sonho é construir sua casa do jeito que quer, o fundo pode ser usado na construção, desde que ela seja feita em regime de cooperativa ou consórcio ou então haja financiamento específico com algum agente financeiro ou com o construtor que apresente o cronograma da obra.
Em geral, o imóvel que será financiado com ajuda do FGTS deve estar no município ou vizinhanças onde o requerente exerça a ocupação principal ou já resida há mais de um ano. Ele precisará comprovar o trabalho ou residência por meio de pelo menos dois documentos diferentes (por exemplo, a conta de água e de telefone).
A cada dois anos
Uma vez feito o financiamento imobiliário, é recomendável sacar periodicamente o saldo do FGTS para amortizar parte da dívida aos poucos. Pelas regras, só é permitido o saque a cada dois anos – contados a partir do último uso. Se o FGTS foi usado para ajudar no pagamento de 12 parcelas, por exemplo, os dois anos começam a partir do último mês em que os recursos foram usados.
O presidente da ABMH lembra ainda uma terceira opção de uso do FGTS. Embora não esteja previsto nas regras do fundo, se o mutuário tem parcelas em atraso, os recursos aplicados no FGTS podem ajudá-lo a colocar a dívida em dia.
“Nesse caso, ele precisará recorrer à Justiça para conseguir a permissão de uso do FGTS para pagar prestações atrasadas, pela agência ele não vai conseguir. Porém, em praticamente 100% dos casos, os mutuários conseguem judicialmente a autorização”, destaca.
Sempre que puder
Delfino salienta que a dica mais importante dada pelas associações de mutuários é que se utilize o FGTS o máximo de vezes que puder. “Aplicado, o FGTS rende apenas 3% ao ano mais TR. Já a taxa de juros do financiamento imobiliário dele, na melhor das hipóteses, é de 6% ao ano mais TR, podendo chegar a 12% a.a. Ou seja, ele está pagando no mínimo o dobro de juros e ganhando muito pouco de rendimento no dinheiro que está no FGTS”, finaliza.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Junho mês de festa junina e Copa do Mundo, os corretores de imóveis não poderiam ficar de fora. O Programa Corretor Cidadão entrou em campo, não para jogar futebol, mas para alegrar as crianças e adolescentes carentes que residem na Associação Maria Helen Drexel.
O Mundial de futebol na África ficou em segundo plano. Vestidos a caráter, as crianças que já passaram por dificuldades na vida, tiveram um dia de muita alegria, brincadeira e descontração.
Ao som de música caipira, a quadrilha foi à grande atração do evento junto com farta comida típica e jogos de pescaria, argola, entre outros. O Corretor Cidadão enriqueceu ainda mais o evento colocando a disposição além do calor humano transmitido pelos colegas participantes, um carrinho de pipocas, o que foi muito apreciado pelas crianças, e ainda, muita mão de obra para auxiliar nas diversas atividades realizadas. Os corretores de imóveis foram verdadeiros exemplos de solidariedade.
A ação voluntária envolveu, além dos profissionais da intermediação imobiliária, colaboradores e diretores do sindicato. “Ajudamos na montagem das barraquinhas e também durante todo o desenrolar da festa. É extremamente gratificante ver o sorriso no rosto dessas crianças. O sentimento é de missão cumprida, mas a vontade é de colaborar cada vez mais,” afirmou Pimentel, diretor do Sciesp e assíduo freqüentador das ações promovidas pelo Programa Corretor Cidadão.
Aproximadamente 200 pessoas participaram do evento que ocorreu no último dia 12.
Corretor de Imóveis, profissão de sucesso

O desenvolvimento do mercado imobiliário atrelado aos incentivos ao segmento habitacional coloca em alta a profissão de corretor de imóveis, porém faltam profissionais para atender a demanda do mercado.
A profissão é vantajosa por oferecer oportunidades de realização profissional. Segundo a tabela vigente no mercado, o corretor recebe comissões entre 6 e 8% (por cento) do valor de venda para imóveis urbanos. Para ingressar na profissão, no entanto, é indispensável habilitação de Técnico em Transações Imobiliárias, curso que garante o exercício legal da profissão perante ao Creci.
A Escola Técnica Ebrae, referência nacional e internacional, assegura formação de qualidade através do método de ensino a distância com grande flexibilidade de horários. A escola ainda oferece a formação integral do aluno ao possibilitar a participação no programa Banco de Talentos com o intuito de aproximar os estudantes à prática imobiliária e ampliar suas chances de ingressar no mercado.
O presidente do sindicato, Odil de Sá afirmou que “o sucesso para aqueles que ingressarem na intermediação imobiliária é garantido, mas está diretamente relacionado à dedicação de cada profissional e a uma boa formação”.
Informações e matrícula através dos telefones abaixo ramal 589.
UNISciesp - Encontro Imobiliário

22/06 – Sorocaba – “Planejamento estratégico para corretores de imóveis”, com Felippe Neto 23/06 – Osasco – "Marketing e Comunicação para Lançamentos Imobiliários”, com Edson Simões
24/06 – ABCD – “Marketing e Comunicação para Lançamentos Imobiliários”, com Edson Simões
28/06 – Campinas – "Marketing e Comunicação para Lançamentos Imobiliários”, com Edson Simões
30/06 – Santos – "Marketing e Comunicação para Lançamentos Imobiliários”, com Edson Simões
Participe! Os encontros ocorrem sempre às 19h00 e a participação é garantida mediante a doação de 2 latas de leite em pó.
As inscrições podem ser feitas através dos telefones abaixo, ramal 589 – Vagas Limitadas.
Corretor Cidadão
Durante a fase de gestação e amamentação, as mamães e os bebês ficam alojados no Amparo Maternal e recebem toda estrutura necessária para garantir o bom desenvolvimento e um futuro de qualidade.
Corretor, a sua participação é muito importante! Mobilize seus amigos e familiares e traga sua doação aos postos de arrecadação no sindicato, na UNISciesp e na Agência Regional da sua cidade.























